Apoio ao projeto

BOA NOITE! HOJE QUERO AGRADECER E MUITO! COMECEI O ANO BEM....GANHANDO LIVROS PARA O PROJETO " ESTÍMULO À LEITURA" VEJAM SÓ:
ESCRITOR SÉRGIO KLEIN: Joana Dalva está bem entrosada ,tá? Minhas alunas adoraram ! Escritora Laura Bergallo: Sua gentileza e atenção é algo sublime! Fundação Itaú Criança Através de Fernanda S. Sakamoto PAULUS EDITORA Através de Carolina Piepke LETRAS DO VALE - DISTRIBUIDORA EM TAUBATÉ- SP Através de Paloma e Francisco E minha favorita 
EDITORA F T D Desde o início me ajudando Através de Tatyana - São José dos Campos - SP e Áurea - Belo Horizonte - MG 
KRIKA
Escrito por krika às 20h46
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mais ternuras

MAIS TERNURAS...Viver com os outros tem regras - J. J. LetriaNão posso voltar a fazer estas asneiras… Na casa em que vives marca bem o teu lugar e pensa que o dos outros nunca deves ocupar. Tens tarefas para cumprir e delas deves dar conta; uma coisa não se faz só porque a queres ver pronta. Divide bem as tarefas que tens com os teus irmãos; se a divisão estiver certa, ainda vos sobram mãos. Sobra tempo para brincar depois do dever cumprido, sobra tempo para sonhar se o tempo for bem gerido. E não deixes para amanhã o que hoje podes fazer; aquilo que agora adias dar-te-á menos prazer. Não sejas desarrumado com roupas e com cadernos; tarefas que tu desleixas para outros são infernos. Não deites pelas janelas para depois se apanhar o lixo que tu produzes e que nem tentas limpar. Viver com outros tem regras que agora irás aprender; se hoje sem querer as negas, muito mal hás-de crescer.  Bom dia, por favor, perdão - J. J. Letria
Na escada ou no elevador se te cruzas com um vizinho vê que não é um estranho que te salta ao caminho. Sorri e dá-lhe os bons-dias, que é ato de educação, e se o empurras sem querer pede-lhe logo perdão. No balcão onde te atende sempre o mesmo senhor diz-lhe que bolo é que queres sem esquecer o “por favor”. Para entrares numa sala deves dizer “com licença” depois de bater à porta para anunciar a presença. Pede desculpa se desces a escada a três e três, sobretudo se a pressa te faz pisar quem não vês  A rosa e a borboletaUma vez uma borboleta se apaixonou por uma linda rosa. A rosa ficou comovida, pois o pó das asas da borboleta formava um maravilhoso desenho em ouro e prata. Assim, quando a borboleta se aproximou voando da rosa e disse que a amava, a rosa ficou coradinha e aceitou o namoro. Depois de um longo noivado e muitas promessas de fidelidade, a borboleta deixou sua amada rosa. Mas ó desgraça! A borboleta só voltou muito tempo depois. - É isso que você chama fidelidade? – choramingou a rosa. – Faz séculos que você partiu, e além disso você passa o tempo de namoro com todos os tipos de flores. Vi quando você beijou dona Gerânio, vi quando você deu voltinhas na dona Margarida até que dona Abelha chegou e expulsou você... Pena que ela não lhe deu uma boa ferroada! - Fidelidade? – riu a borboleta. – Assim que me afastei, vi o senhor Vento beijando você. Depois você deu o maior escândalo com o senhor Zangão e ficou dando trela para todo besourinho que passava por aqui. E ainda vem me falar em fidelidade! Moral: Não espere fidelidade dos outros se não for fiel também. 
Escrito por krika às 18h48
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Por favor, por favor

Por Favor, Por Favor http://www.pessoal.onda.com.br/charlesb/texto/index.htm Alicia Aspinwall, - "Livro das Virtudes para Crianças" William J. Bennett Havia uma vez uma pequena expressão chamada "Por Favor" que morava na boca de um garotinho. Os por favor moram na boca de todo mundo, ainda que as pessoas se esqueçam com freqüência que eles estão ali. Mas para ficarem forte e felizes, todos os por favor devem ser tirados das bocas de vez em quando, para tomar um pouco de ar. Sabe, eles são como peixinhos de aquário, que sobem à tona para respirar. O por favor do qual irei falar morava na boca de um menino chamado Duda. Só uma vez, em muito tempo, o tal por favor teve oportunidade de sair; pois Duda, lamento dizer; era um menininho muito malcriado; que quase nunca se lembrava de dizer "Por Favor". - Dê-me um pedaço de pão! Quero água! Dê-me aquele livro! - era deste jeito que ele pedia as coisas. Seus pais ficavam muito tristes com isso. Já o coitado do por favor ficava na ponta da língua do menino, aguardando uma oportunidade para sair. Estava cada dia mais fraco. Duda tinha um irmão mais velho, chamado João. Tinha quase dez anos; e era tão educado quanto Duda era malcriado. Por isso, o seu por favor recebia muito ar e era forte e bem-disposto. Um dia, no café da manhã, o por favor de Duda sentiu que precisava tomar ar, mesmo que para isso tivesse de fugir. Foi o que fez - fugiu da boca de Duda, e inspirou longamente. Depois, arrastou-se pela mesa e pulou para a boca de João. O por favor que morava lá ficou muito zangado. - Saia! - ele gritou. - Aqui não é o seu lugar! Esta boca é minha! - Eu sei - respondeu o por favor de Duda. - Eu moro na boca do irmão do seu senhor. Mas, meu Deus! Não sou feliz lá. Eu nunca sou usado. Nunca recebo ar puro! Pensei que você me deixaria ficar aqui por um dia ou dois, até eu me sentir mais forte. - Mas é lógico - disse gentilmente o outro por favor. - Eu compreendo. Fique; quando o meu senhor me utilizar, sairemos juntos. Ele é bom, e eu tenho certeza de que não se importará em dizer "por favor" duas vezes. Fique o tempo que desejar. Ao meio-dia, no almoço, João quis um pouco de manteiga e falou assim: - Papai, pode me passar a manteiga, por favor - por favor? - Pois não -, disse o pai. _ Mas por que tanta polidez? João não respondeu. Voltou-se para a mãe, e disse: - Mamãe, dê-me um bolinho, por favor - por favor? A mãe sorriu. - Vou lhe dar o bolinho, querido; mas porque você diz "por favor" duas vezes? - Eu não sei -, respondeu João. - As palavras apenas saem. Tita, por favor - por favor, me dê um pouco d'água! Nesse momento, João ficou um pouco assustado. - Tudo bem -, disse o pai. - Não há problema nenhum. Mas não se deve dizer tanto "por favor" neste mundo. Enquanto isso, o pequeno Duda continuara gritando daquele seu jeito mal-educado: - Quero um ovo! Quero um pouco de leite! Me dá uma colher! - Mas, então, ele parou e escutou o irmão. Achou que seria engraçado falar como João; por isso, começou: - Mamãe, dê-me um bolinho, m-m-m? Ele estava tentando dizer "por favor" - mas como? Ele não sabia que o seu pequenino Por Favor estava sentado na boca de João. Tentou outra vez, pedindo a manteiga: - Manteiga, passe a manteiga, m-m-m? E só conseguiu dizer isto. A coisa continuou o dia inteiro, e todos ficaram imaginando o que havia de errado com os dois meninos. Quando anoiteceu, ambos estavam muito cansados, e Duda estava tão aborrecido que a mãe os mandou mais cedo para cama. Mas na manhã seguinte, logo que se sentaram para o café, o por favor de Duda correu de volta para casa. Ele tinha tomado tanto ar puro no dia anterior que estava se sentindo bastante forte e feliz. E, no momento seguinte, ele foi outra vez arejado quando Duda falou: - Papai, por favor, corte a minha laranja! Meu Deus! A expressão saiu fácil, fácil! Soava tão bem como quando João a pronunciava - e João estava falando somente um "por favor" naquela manhã. E daquele dia em diante, o pequeno Duda tornou-se tão educado quanto o irmão.

Escrito por krika às 11h18
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PROJETO “PEQUENAS TERNURAS” Vinculado ao PROJETO “ESTÍMULO À LEITURA”

Colegas, com muito carinho apresento este projeto de leituras. Espero que seja útil à vocês. krika
PROJETO “PEQUENAS TERNURAS”
Vinculado ao
PROJETO “ESTÍMULO À LEITURA”
 1ª PARTE APRESENTAÇÃO: Virtudes para todas as idades. Respeito, honestidade, generosidade, tolerância, solidariedade, otimismo. Embora muita coisa venha mudando rapidamente, os valores éticos e universais permanecem e são fundamentais para o ser humano, em qualquer tempo ou espaço. No caso das crianças e dos adolescentes, os valores precisam ser ‘plantados’ em meio às cenas do cotidiano. É dessa forma que as pessoas aprendem a colocar em prática conceitos éticos fundamentais de convívio, como gentileza, respeito, consideração, cooperação e solidariedade.
JUSTIFICATIVA: "Educação não é mero conhecimento, é ação. Significa a prática de valores humanos na vida diária, e não são apenas as palavras: Verdade, Retidão, Paz, Amor e Não-Violência. É preciso haver perfeita harmonia entre pensamento, palavra e ação. Deve haver unidade entre coração, cabeça e mãos: estes são os verdadeiros Valores Humanos." Sathya Sai Baba A leitura é um processo contínuo de aprimoramento intelectual e de investigação da realidade e da vida. Somando isto a necessidade de resgatar valores, este projeto pretende sensibilizar os alunos através de leituras lúdicas, enfatizando nossos bons hábitos, exercitando nossa cidadania, perseverando na ética, plantando harmonia como pessoas do bem e de fé. Pretende também, ir ao encontro das“ Propostas Políticas Pedagógicas” da escola, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo, incutindo, os seus direitos e deveres como estudante, socializando-o como futuro cidadão. DIAGNÓSTICO E SITUAÇÃO ESPERADA: Na intenção de resgatar bons princípios, a escola se torna fator importante, e juntamente com a família, pretende incutir estes bons costumes nos seus alunos. Atualmente os pais necessitam ficar mais tempo fora no trabalho para suprirem as necessidades básicas , não sobrando muito tempo de convivência com seus filhos. Com isto cabe a escola contribuir, trazendo a tona questões de ética, moral e bons princípios na vida escolar. Logicamente que esta base é feita pela família, mas a escola pode e deve interferir em sua prática diária, buscando atividades envolvendo valores e virtudes. Neste panorama o resgate do mundo da fantasia, através de histórias e imaginação, reconectará os alunos para o universo infantil, levando-os ao contato de valores eternos. Para alcançá-los nada mais sugestivos que o mundo lúdico. Além da fantasia, pretende-se também sensibilizá-los de maneira informal a praticarem as lições aprendidas, fazendo-os pensar, por meio de textos curtos, fábulas, trovas, poemas, reflexões, etc. Desejando quebrar distanciamentos, que muitas vezes levam a considerar a coragem, trabalho ou tolerância , como qualidades que privilegiam poucas pessoas. Foi esta a intenção que me guiou. Se as virtudes puderem ocupar novamente espaços familiares e escolares, talvez encontrem a oportunidade de mostrar o quanto podem participar de nossas vidas, naturalmente. Para isto basta aproximar-se delas. Do restante o conhecimento cuidará. A preservação do patrimônio escolar é uma incógnita. Haveria formas de persuadir as pessoas que a escola é nossa? Que pertence à comunidade e que nós somos a comunidade? Esta é apenas uma das questões que me inquietam. Baseadas nela surgiu o “Pequenas Ternuras”. Ao final do projeto espera-se que os alunos: Estejam dispostos a praticar as questões morais, éticas, cidadãs, com responsabilidade e consciência; Estejam sensibilizados à preservar seus valores e respeitar o próximo; Entendam e valorizem seu espaço escolar, conservando-o de maneira adequada. Colaborem nesta preservação, entendendo que isso é atitude comunitária; Tenham melhorado seu repertório literário, levando as lições para a sua vida toda; Estimulados a fazer sempre o bem.
Escrito por krika às 21h30
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2ª PARTE: ABRANGÊNCIA: Alunos dos 6ºs anos do ensino básico – todas as atividades Alunos dos 7º anos – atividades de concursos e promoções que envolvem empréstimos de livros da Oficina. Alunos do Projeto “Tempo Integral” e PAV 1ª etapa- vespertino PLANO DE AÇÃO:OBJETIVOS: Geral: Valorizar a conduta humana através de vivências na escola dando ênfase aos valores morais, ética e cidadania. Específicos: Refletir a importância de assimilar bons hábitos através das virtudes; Adotar atitudes corretas no dia-a-dia, respeitando a si e aos outros; Valorizar o espaço escolar, preservando-o através de boas ações; Compreender seu papel dentro da unidade escolar, atuando como aluno responsável; Discutir as atitudes que promovem um convívio pacífico e respeitoso; Contribuir para a formação de cidadão que possam desenvolver e compartilhar o senso de urbanidade; Formar conhecimento de aplicação prática e que valorizem o crescimento humano; Compreender através das histórias lúdicas a relação essencial do ser humano; Perceber a eficácia da linguagem figurada em textos de gêneros diversos; Propiciar uma abordagem do tema da afetividade contribuindo para uma reflexão sobre sentimentos. AÇÕES: Agregando valores na formação do aluno como temas que abordem ética, autocontrole, sensibilidade e a prática de atitudes nos relacionamentos com as pessoas e com a vida, selecionei as seguintes atividades literárias, que serão realizadas nas aulas de leituras, de forma prazerosa e informal, seguindo os procedimentos rotineiros do projeto “Estímulo à Leitura”, ou seja: Leitura individual e interpretação de várias leituras; Concurso de resenhas – livros do tema; Promoções: Troca de folhas decoradas ou adesivos na entrega de uma resenha aprovada da história lida; Mural das resenhas e do tema na Oficina. Leituras: Meu coração perguntou l e ll: O significado das virtudes: Estas leituras fazem o leitor pensar, brincando através de trovas, adivinhas e textos curtos com ilustrações. A magia das virtudes: histórias e fábulas separadas por virtudes; Exemplo: Amizade com sua definição e leituras selecionadas sobre este tema. Assim segue-se nas demais virtudes. O que fazer? Falando de convivência: situações questionadoras fazendo o leitor tomar decisões; Exemplo: O que fazer se você encontrar canetas coloridas na pátio da escola? Virtudes para crianças: histórias de boas maneiras, atitudes, fábulas, palavras mágicas, etc. Coleção Pequenas lições: histórias com lições de vida, com reflexões pertinentes para o auto conhecimento. Editora Soler O gênio e as rosas: pequenas leituras que trazem muita sensibilidade resgatadas das histórias antigas. Respeito é bom: perguntas e respostas sobre regras com trechos de histórias – Ruth Rocha Leituras diversas retiradas da internet: Palavras mágicas; Momento especial; Violetas e a humildade; As palavras cor de rosa e as cinzentas; Carinho quente; As três peneiras; Organize-se; Fábula da convivência; A fábula e a verdade; A mentira,o vinho e o diabo;Pérolas da Índia (história do vaga-lume); definições de cidadania, valores,etc. Contos, poesias, histórias das virtudes – Ana Maria Machado- 3 volumes Demais leituras ou atividades que surgirem durante o processo. AVALIAÇÃO: Esta seleção de leituras procurará estimular as virtudes que existem em estado latente dentro de todos nós. Faz parte de nossa responsabilidade, como adultos, encaminhar os jovens no processo da descoberta de si mesmo e, consequentemente, no desabrochar de todos os valores essenciais contidos em sua própria alma. Alimentar a alma da criança e do jovem, é contribuir para um mundo melhor. BIBLIOGRAFIA: Blog: Canto dos contos: http://canto-do-conto.blogspot.com Meu coração perguntou, volume l e ll – O significado das virtudes - Selma Said A magia das virtudes – Tânia Dias Queiroz e Paula A. Ribeiro O que fazer? Falando de convivência – Liliana Iacocca e Michele Iacocca O tesouro das virtudes para crianças – Ana Maria Machado 3 volumes Virtudes para crianças- William Bennett Coleção Winnie the pooh: Disney- Lições do bosque dos Cem Acres Virtudes para crianças – Ivani Cunha Boas maneiras para crianças – Ivani Cunha Coleção certo e errado- 10 livros : repartir,omitir,obedecer, mentir, fraudar, dedicar-se, roubar,agredir,bom e mau humor, respeitar. Editora Brasileitura. Violência não: a toupeira e os saguis e a minhoca e os passarinhos: Sylvia Girardete e P. Rosado. A inveja; O decreto da alegria; Como nasce a alegria: Rubens Alves. Mil queixas: Dalmy Gama Em todo meu caminho pedagógico serei grata a EDITORA FTD: Livros doados: Descobrindo Caminhos – ensino religioso : Therezinha M. Cruz Conversas sobre cidadania: As caras da violência e Vivemos juntos: Edson G. Garcia Amigos de todo jeito; Semeando a paz : O caminho da paz: Fernando Carraro Escrever e criar... Uma nova proposta- Ruth Rocha e Anna Flora Meus agradecimentos a Fundação Itaú Criança com os seguintes livros da Editora Positivo: O quarto pato: índigo; A terra dos avôs: José R. Moreira; Pequenas confissões: Georgina Martins. 
Escrito por krika às 21h14
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PROJETO PEQUENAS TERNURAS MAIS LEITURAS
PROJETO PEQUENAS TERNURAS MAIS LEITURAS RESPEITO Respeito é a ação ou o efeito de respeitar ou respeitar-se. È o sentimento que leva a alguém a tratar os outros ou alguma coisa com grande atenção, ter em consideração, não causar dano a si mesmo e aos outros. Respeitamos os outros quando respeitamos a nós mesmos.Não devemos nos deixar levar pelas aparências a nós mesmos, menos julgar alguém superficialmente.Respeite todos a sua volta, mesmo aqueles que pensam, sentem e agem de forma diferente da sua! O ratinho da cidade e o ratinho do campo - EsopoCerto dia um ratinho do campo convidou seu amigo que morava na cidade para ir visitá-lo em sua casa no meio da relva. O ratinho da cidade foi, mas ficou muito chateado quando viu o que havia para jantar: grãos de cevada e umas raízes com gosto de terra. – Coitado de você, meu amigo! – exclamou ele. – Leva uma vida de formiga! Venha morar comigo na cidade que nós dois juntos vamos acabar com todo o toucinho deste país! E lá se foi o ratinho do campo para a cidade. O amigo mostrou para ele uma despensa com queijo, mel, cereais, figos e tâmaras. O ratinho do campo ficou de queixo caído. Resolveram começar o banquete na mesma hora. Mas mal deu para sentir o cheirinho: a porta da despensa se abriu e alguém entrou. Os dois ratos fugiram apavorados e se esconderam no primeiro buraco apertado que encontraram. Quando a situação se acalmou e os amigos iam saindo com todo o cuidado do esconderijo, outra pessoa entrou na despensa e foi preciso sumir de novo. A essas alturas o ratinho do campo já estava caindo pelas tabelas. – Até logo – disse ele. – Já vou indo. Estou vendo que sua vida é um luxo só, mas para mim não serve.É muito perigosa. Vou para minha casa, onde posso comer minha comidinha simples em paz. Moral: È preciso respeitar o modo de vida de cada um.
CORAGEM
È a firmeza de espírito diante de situações de perigo. o corajoso é aquele que não demonstra ter medo. È perseverante, paciente, não desanima nunca.
O pote rachado - Conto Indiano Defeito ou qualidade?

http://www.possibilidades.com.br/parabolas/pote_rachado.asp
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço: - Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas. - Por quê? Perguntou o homem. - De que você está envergonhado? - Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote. O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou: - Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho. De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote: - Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho??? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava??? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa. Pesquisa: A magia das virtudes - Tânia D. Queiroz e Paula A. Ribeiro 
Escrito por krika às 19h27
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Ganhar , perder , jeito de olhar e de sentir:

Amiga Géssica, Estou esperando você no banquinho ! Beijos e boa semana!

Ganhar , perder , jeito de olhar e de sentir: Quem já perdeu algum objeto? Quem já se perdeu procurando um endereço? Quem já ganhou um amigo? Um irmão? E coragem? E fama? Ganhar um prêmio é o mesmo que ganhar um presente? Concluímos que a mesma palavra pode ser utilizada de maneiras diferentes. Perdas materiais de objetos e perdas sentimentais. Observando uma rosa e tocando a rosa, o que podemos sentir? Algumas pessoas dirão que possuem espinhos, são os pessimistas. E outras dirão: que linda rosa! São os otimistas. Como os pessimistas vêem as perdas? E os otimistas? “O pessimista vê que uma roseira Tem no meio das rosas muito espinho. Vai o otimista por igual a caminho E vê, entre os espinhos, perfumosas lindas rosas!” Aprendemos que as pessoas reagem de maneiras diferentes. Por isso, quando escrevemos uma história levamos isso em conta. O pessimista vê um copo com água e diz: o copo está meio vazio. O otimista diz: o copo está meio cheio.  O galo e a pérola: O valor de uma pessoa para outra varia. O que vale mais para você: a pérola ou o milho? Leiam a fábula: O galo estava ciscando no galinheiro, procurando bichinhos e grãozinhos. De repente, apareceu uma perola. O galo olhou bem a pérola e disse: - De que me serve uma pérola? Preferia mil vezes um grão de milho... E foi ciscar do outro lado. Vamos supor que pela estrada tem um velho, um menino e uma menina. Aí eles vêem no chão uma bengala, um carrinho e uma boneca. Na sua opinião, qual objeto cada um pegará? As coisas têm valor diferente para cada pessoa. O que vale mais, a saúde ou o dinheiro?A saúde ou ser famoso?

Escrito por krika às 21h28
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Leitura: auto - estima O verdadeiro valor (autor desconhecido)
Leitura: auto - estima O verdadeiro valor (autor desconhecido) Um famoso palestrante começou um seminário para jovens e adultos segurando uma nota de 100 reais. E perguntou quem queria aquela nota. Muitos ergueram as mãos e então ele disse que daria, mas antes faria um comentário. Assim ele amassou a nota, jogou-a no chão,pisou e amassou-a. Em seguida voltou a perguntar quem queria aquela nota. E as mãos continuaram erguidas. - Meus amigos, disse o palestrante, vocês todos devem aprender a lição.: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula porque ela ainda valerá 100 reais. Essa situação também ocorre conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos por decisões que tomamos e ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E assim ficamos nos sentindo desvalorizados , sem importância. Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá: jamais perderemos o nosso valor ante o universo. Quer estejamos sujos ou limpos, quer inteiros ou amassados. Nada disso altera a importância que temos. A nossa valia! Somos especiais e temos o nosso valor!
 A Ovelha Negra - Autor desconhecidoEra uma vez uma ovelhinha diferente das suas irmãs de rebanho: era negra. Por isso, era desprezada e sofria todo tipo de maus tratos. As outras lhe davam mordidas, patadas; procuravam colocá-la em último lugar no rebanho. Quando estavam num prado pastando, o rebanho inteiro tentava não deixar que a ovelhinha negra provasse uma ervazinha sequer. Dessa forma, sua existência era horrível. Farta de tanto desprezo, a ovelhinha negra afastou-se do rebanho. Durante muito tempo vagou sem rumo pelo bosque. Quando anoiteceu, exausta, a ovelhinha deitou-se, sem perceber, em um monte de farinha, onde dormiu. Ao raiar o dia, acordou e viu, cheia de surpresa, que se havia transformado em uma ovelha muito branca, imaculada. Voltou então ao seu rebanho, onde foi muito bem recebida e proclamada rainha, pela sua bela aparência. Naquela ocasião, estava sendo anunciada a visita do príncipe dos cordeiros, que vinha em busca de uma esposa. O príncipe foi recebido no rebanho com grandes honras. Enquanto ele observava as ovelhas que formavam o rebanho, desabou uma violenta tempestade. A chuva dissolveu a farinha que cobria o pêlo negro de nossa ovelhinha, e ela recuperou sua cor natural. Quando a viu, o príncipe resolveu que seria a escolhida. As outras ovelhas perguntaram por quê. - É diferente das outras. E isso, para mim, é suficiente. Assim, a ovelhinha negra tornou-se princesa e teve, finalmente, o destino justo que merecia.
Moral: Nunca tente ser o que você não é. Acredite no seu valor! 
Segue o teu destino - Fernando Pessoa Segue o teu destino Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. Suave a viver. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor de fora da tua vida, Ela, a dor, nada pode dizer-te, A resposta que procuras Está bem no fundo do teu ser

O sapo e o boi - EsopoHá muito, muito tempo existiu um boi imponente. Um dia o boi estava dando seu passeio da tarde quando um pobre sapo todo mal vestido olhou para ele e ficou maravilhado. Cheio de inveja daquele boi que parecia o dono do mundo, o sapo chamou os amigos. – Olhem só o tamanho do sujeito! Até que ele é elegante, mas grande coisa; se eu quisesse também era. Dizendo isso o sapo começou a estufar a barriga e em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho normal. – Já estou grande que nem ele? – perguntou aos outros sapos. – Não, ainda está longe!- responderam os amigos. O sapo se estufou mais um pouco e repetiu a pergunta. – Não – disseram de novo os outros sapos -, e é melhor você parar com isso porque senão vai acabar se machucando. Mas era tanta vontade do sapo de imitar o boi que ele continuou se estufando, estufando, estufando – até estourar. Moral: Seja sempre você mesmo. Não queira imitar os outros e aprenda a se amar. Sugestão de leituras postadas anteriormente: A loja de dons, Carinho quente. 
Escrito por krika às 20h38
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ACORDO ORTOGRÁFICO EM QUADRINHOS
Boa noite!!! Qto tempo não posto aqui!!! Ainda bem que a Krika está mantendo o blog atualizado... uffaaaa.... Então, pessoal.... eu recebi um e-mail do ACORDO ORTOGRÁFICO EM QUADRINHOS da amiga Marília. Achei interessante, pois pode ser usado nas nossas aulas de leitura. Quem tiver interesse e não quiser salvar daqui do blog, posso enviar por e-mail... basta deixar o pedido com o e-mail aqui. Ok??? Abraço e boa leitura!!! Géssica 




Escrito por Géssica às 20h34
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"As Palavras Mágicas" autor desconhecido
"As Palavras Mágicas" autor desconhecido Dona Paula estava muito preocupada com seu sobrinho Gilberto, que havia chegado de fora há poucos dias. Não que ele fosse um menino desobediente, nem um menino muito travesso. Não era. Pelo contrário, obediente e bem comportado.Mas, Gilberto não era um menino amável, atencioso... Nunca dizia "muito obrigado" a ninguém, não cumprimentava as pessoas, nem pedia as coisas com delicadeza.Se entrava num taxi com a titia, embora ela cumprimentasse o motorista com gentileza, ficava em silêncio ou então ordenava: -Ande ligeiro! Bem depressa!... Se andava num elevador, empurrava os outros e nunca pedia licença. Não era gentil com ninguém. Resultado: o dono do armazém nunca lhe dava uma bala, o que costumava fazer com as outras crianças; os motoristas de taxi não olhavam para ele com simpatia; e as pessoas que encontravam no elevador não lhe diziam uma palavrinha gostosa ou, pelo menos lhe davam um sorriso amável. Natural, pois, que titia Paula andasse preocupada. Um dia, Gilberto entrou na cozinha e viu que a tia estava se preparando para fazer um bolo. Então disse logo: - Eu quero um bolo só para mim. - Pode ser... respondeu a tia Paula - Mas, ante, você terá que dizer umas palavras mágicas. Se você disser, eu farei o bolinho. Gilberto ficou pensando que palavras mágicas seriam estas. Mas, logo se lembrou de uma estória que vovô havia lhe contado. Por isso, gritou: - Abracadabra! Abracadabra! - Não, não são estas as palavras mágicas – disse a tia, sorrindo. - Não?? - Gilberto pensou, pensou... - Balabalabla! Balabalabla! - tornou a gritar. Dona Paula sacudiu a cabeça. - Não, também não são estas. - Dipo dipodóclus! Dipo diodóclus! - Não, não! – disse ainda a tia, achando graça das invenções do sobrinho.Gilberto não sabia o que dizer. Pensou... pensou... Então, desanimado pediu: - Por favor, tia Paula, quais são as palavras mágicas? E muito surpreendido, ouviu a titia dizer: - Viva! Você já disse as palavras mágicas. Pronto! Vou fazer um bolinho só para você. O menino ficou admirado. Depois, lembrou-se. E, muito contente, falou: - "Por favor"... então, são estas as palavras mágicas, que conseguem tudo? Tia Paula disse que sim e ensinou ainda outras palavras mágicas que fazem com que todo o mundo gosto da gente. Gilberto ouviu tudo com muita atenção e prometeu não se esquecer mais das tais palavras mágicas. E começou a cumprir sua palavra, pois quando a tia lhe deu um lindo bolinho, bem cheiroso, ele, muito gentil, falou, sorrindo: - Muito obrigado, tia Paula. Muito obrigado! DelicadezaA falta de compostura e as liberdades de linguagem tomaram o lugar da correção e da delicadeza, que ainda prevaleciam há algum tempo atrás. A mentalidade permissiva que tem vindo a instalar-se, a par de um falso conceito de liberdade, tem criado situações de grave confusão, das quais os mais jovens são as principais vítimas. As palavras cor-de-rosa e as palavras cinzentas (postada anteriormente) A paz pelo bem
Cultivar a paz e fazer o bem. Este pode ser o propósito da vida de muita gente, inclusive a sua. Em sua opinião a paz e a solidariedade são necessárias na vida das pessoas? Você acha importante que assuntos como a paz e a solidariedade sejam discutidos na escola? Por quê? Quais atitudes podemos tomar para colaborar com a harmonia na escola? Ou no bairro? Em casa? Etc... A paz não nasce sozinha – Brigitte Labbé e Michael Puech No Brasil, as pessoas mal conheceram a guerra. Os brasileiros acordam toda manhã com a paz reinando. Viver na paz é natural para nós. Muitos pensam que é impossível a paz acabar! Seria como se, de repente, o sol deixasse de existir. Quando passam muito tempo sem guerra, os homens podem acreditar que é natural viverem juntos em paz. Entretanto, para continuar em paz, é importante saber que ela não nasce sozinha. E os homens têm dificuldades de se lembrar disso. Uma pessoa diz bom dia ao entrar numa loja, não bate a porta na cara de quem está trás dela, agradece quando alguém lhe faz um favor. È uma pessoa bem educada. Atitudes como essas não são naturais de uma pessoa. Ou seja, não nascem com ela. A boa educação é algo que se aprende no decorrer da vida, e isso exige esforço. Ela não vem naturalmente com ser humano. Tanto é que as crianças detestam que os adultos fiquem repetindo: “Dida bom dia, muito obrigado”... Diga Até logo... Ser bem- educado é parte do processo de crescimento. O processo da paz é semelhante ao da educação: nem sempre dá prazer, porque é preciso respeitar regras, aprender a seguir a lei, renunciar à força natural. Os homens só se dão conta disso depois de comparar os benefícios da paz com os malefícios da guerra. Se os homens acreditarem que a paz é natural e esquecerem de construí-la no dia-a-dia, a guerra pode voltar a acontecer. Podemos então: Expor nossas idéias e apresentar justificativas para embasá-las e esclarecê-las; Respeitar as opiniões dos colegas, mesmo que você não concorde com o que eles pensam; Pedir a palavra para falar e aguardar a vez de dar sua opinião; Não repetir informação que o colega já tenha dito; Utilizar uma linguagem um pouco mais formal que aquela usada nas conversas descontraídas com amigos e familiares. Vamos escrever sobre: A importância de trabalhar para a paz e o bem comum.
Escrito por krika às 18h33
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O velho, o menino e o burro - La Fontaine

O velho, o menino e o burro - La Fontaine (existem várias versões, esta retirei : http://piquiri.blogspot.com/2008/07/o-velho-o-menino-e-o-burro.html)
Um velho e um menino seguiam pela estrada montados num burro. Pelo caminho, as pessoas com as quais cruzavam diziam: ─ Que crueldade a desses dois! Querem matar o burro! O velho, impressionadíssimo com os comentários, mandou o menino descer. Mais adiante, outras pessoas, observando a cena, diziam: ─ Que velho malvado, refestelado no burro, e o menino, coitado, andando a pé! O velho, então, desceu do burro e mandou o menino montar. Daí a pouco, outras pessoas, vendo a cena, comentaram: ─ Onde já se viu coisa igual? Um menino cheio de vida, montado no burro, e o velho a caminhar pela estrada! Depois dessa, o velho não teve dúvidas. Mandou o menino descer e ambos, com esforço, passaram a carregar o burro. Está claro que os comentários não se fizeram demorar, e desta vez seguidos de gargalhadas. Evidentemente, todo o mundo estranhava os dois carregarem o burro. ATIVIDADE: 1- Comente o texto "O velho, o menino e o burro": Numa estrada, um velho e um menino andam montados num burro: As pessoas que vêem a cena falam: O velho mandou o menino descer: As pessoas comentam: O velho manda o menino montar: E as pessoas criticam: Eles passam a carregar o burro e as pessoas..: Mensagem final:

Bom Dia, Todas as Cores! - Ruth Rocha
Uma versão curtinha: No site de Ruth Rocha tem a história completa ...( ) Certo dia na floresta, Cameleão acordou feliz. Mudou sua cor para cor-de-rosa, que ele achava a mais bonita de todas, e foi passear. Durante o passeio, Camaleão foi encontrando seus amigos e cada um sugeria uma cor diferente para ele usar. Ele concordava e mudava sua cor, mas acabou ficando muito cansado. Ele percebeu que, na verdade, é impossível agradar todos durante todo o tempo. E , no dia seguinte, só usou cor-de-rosa! Bom dia é uma das formas de saudação, vejam outras: Alô. Como vai? Tudo bem? E aí beleza? Boa tarde! Como tem passado? Quais formas de saudação você costuma usar? Destas acima, quais revelam mais intimidade ou menos intimidade com as pessoas? A linguagem formal, oral ou escrita, é usada entre pessoas que têm grau de relacionamento mais distante. Também é usada para escrever ou falar com pessoas mais velhas ou que ocupam cargos importantes. Geralmente usam-se senhor ou senhora como forma de tratamento. A linguagem informal, oral ou escrita, é usada em situações informais de comunicação entre pessoas que têm o grau de relacionamento mais próximo, como amigos e familiares. Conclusão: A descoberta de que não é possível contentar a todos sem levar em conta o que nos agrada. Isto aconteceu no conto do burrinho e na história do Camaleão. As personagens tentaram agradar os outros e não foram felizes nos resultados. Após sofrerem as consequências de suas atitudes, concluíram que era melhor seguir suas próprias vontades e ideias, fazendo o que achavam melhor para si. Sugestão : abordar as palavras mágicas . ( postadas aqui, anteriormente outras histórias sobre estas palavras) 
Escrito por krika às 18h04
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O pavão do abre-e-fecha - Ana Maria Machado

O pavão do abre-e-fecha - Ana Maria Machado
Um pavão se admirava na beira do lago, se olhava na água e se perguntava: - Sou feio? Sou bonito? Quando via a cauda aberta em leque, toda verde, roxa e azul-brilhante, se achava lindo e elegante. Mas quando olhava para os pés e seu andar desajeitado, ficava até desanimado. E se escondia envergonhado. Um dia, ele recebeu um convite para uma festa no céu, que devia ser ainda mais bonita que a tal do sapo. Abriu e perguntou: - Será que isso é bom? Será que é ruim? Sempre que precisava ter uma opinião, ficava assim. - Claro que é bom – disse o pombo-correio. - Festa é sempre bom. E ele achou que era bom. Abriu a cauda e ficou se admirando. Depois, ensaiou uns passos de dança. E ouviu as gargalhadas de um tangará dançarino que, bem ao seu lado, treinava para a festança: - Que bicho mais desajeitado! Este baile vai ser engraçado.... Ficou todo sem graça e se fechou. Aí chegou um pardal e assim falou: - Que tristeza é essa ? - É que eu danço esquisito... - E quem vai reparar nisso num bicho tão bonito? E o pavão, elogiado, abriu a cauda com pena pra todo lado. Mas, de mau jeito, acabou perdendo uma, lá no canto direito. Foi uma tristeza danada. E lá ficou de novo, todo encolhido, de cara amarrada. - Por que todo esse aborrecimento? – Perguntou o periquito, que passava nesse momento. - Perdi uma pena e isso é ruim. - Ruim uma ova. É sinal de que vai ganhar outra bem nova. Com isso, o pavão se animou e abriu seu leque. Aí chegou o bem-te-vi e riu muito engraçado: - Olha o pavão de rabo banguela! Já se sabe: o pavão encolheu a cauda, tratou de sumir com ela. E ficou assim a tarde toda, abrindo e fechando, abrindo e fechando, mudando de idéia com cada bicho que ia encontrando. No fim do dia estava suado, cansado, de língua de fora, exausto de abrir e fechar a toda hora. Resolveu: não ia mais. Mas também não ficava ali para todo mundo rir dele. Viu uma moita e se escondeu atrás. Aí ouviu uma conversa do outro lado: - Nem agüento mais esperar o baile. Que festança vai ser essa... - É mesmo! Comida boa, água fresquinha, muitos amigos e música à beça.... O pavão foi até lá, ver quem tinha tanta animação. Não era pássaro colorido, nem dançarino, nem de boa canção. Era um casal de urubus. Foi a vez do pavão rir deles, abrindo suas penas verdes e azuis. - Vocês não se envergonham? Feios assim e cheirando ruim? Quando vocês dançarem, todo mundo vai sair. Vai nada... - respondeu o urubu.- Todo mundo está mais ocupado, tratando de comer e beber, de cantar e dançar, de se ver e conversar. E se alguém quiser, pode rir. Não é por isso que vou deixar de me divertir. E a urubua completou: - E tem mais: não tem essa de feio e fedorento, não, ouviu? Urubu é tão bonito, da cor do jamelão e do jaguar, da jabuticaba e da noite sem luar.... E quando o pavão abria o bico e se espantava, ela continuou: - Você é que é feioso, com esse rabo escandaloso, abrindo e fechando que nem gaveta. E nem ao menos tem a cor preta. Todo esse verde, vermelho e azul, cheio de bolinha..... Mas a última coisa que disse foi com um sorriso manhoso e olhar dengoso: - O que vale é que você tem uns pés que são mesmo uma gracinha...... E depois, isso de bonito ou feio é só questão de recheio. Aí o pavão teve que rir. E depois que os dois saíram voando, ele ficou pensando: - Feiúra de lixo ou beleza de artista não depende do bicho, mas do ponto de vista. Cada um é diferente e o que importa é mesmo a gente. E lá foi ele animadíssimo para uma festa bem divertida. Ainda bem. Se não, ficava naquele abre-e-fecha toda vida. MAIS VEZES!
Escrito por krika às 17h35
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Sequência das atividades "Pequenas Ternuras"

Sequência das atividades "Pequenas Ternuras"
Ouvir e recontar: Quando ouvimos uma informação sobre um fato real (as regras da escola), temos que prestar muita atenção para não misturar ou esquecer nenhuma parte da informação. Quando ouvimos uma história, algumas coisas nós podemos modificar, conforme o que ela nos faz sentir e imaginar. Mas mesmo assim, temos de ouvi-la com atenção, inclusive para poder recriá-la na hora em que a contamos para alguém. A natureza tem muito sons e barulhos. Para ouvirmos à natureza temos que fazer silêncio. Ex. a concha do mar. Há uma diferença entre uma informação real e uma narrativa literária. Na literatura, cada um pode ouvir e interpretar a história do seu jeito, acrescentando algumas passagens. Isso não deve acontecer quando transmitimos uma informação real; pois dá muita confusão. “È só brincadeirinha.... Uma história pode ser Contada de todo jeito: Personagem que é vilão Pode virar bom sujeito. A história tinha uma bruxa malvada Mas logo foi transformada numa boa e bela fada.” As partes e o todo: Os cegos e o elefante - adaptação Ruth Rocha e Anna Flora ( já foi postado anteriormente na íntegra) Quatro cegos vinham pela estrada e encontraram um elefante. O primeiro cego passou a mão do lado do elefante e disse: - O elefante é como um muro. O segundo cego pegou na tromba do bicho e disse: -Que nada! O elefante é como uma cobra! O terceiro cego apalpou o rabo do elefante e opinou: - O elefante é um bicho fininho e comprido! O quarto cego pegou na perna do elefante e achou que o bicho fosse como um tronco de árvore. A história nos mostra que cada cego acha que sabe o que o elefante é, mas na verdade só conhece uma parte dele. Os cegos confundiram o todo com as partes. Quando não conhecemos o todo, ficamos iguais aos cegos, achando que cada parte é o elefante completo. È como se o livro também fosse um quebra cabeça que o leitor vai montando à medida que lê: cada capítulo ou trecho é uma parte que ajuda a formar a história. Para observar as coisas do mundo e opinar é importante não confundir as informações, prestar atenção e juntar tudo de forma coerente. O jeito de cada um: Você costuma agir de acordo com suas próprias idéias ou sempre faz aquilo que os outros fazem? Você acha que devemos concordar sempre com nossos amigos e fazer tudo o que eles fazem? MODÉSTIA E HUMILDADE
O tesouro das virtudes para crianças - Ana Maria Machado A modéstia ou humildade celebrada como virtude não deve ser confundida com submissão ou subserviência. Na verdade, é a recusa da soberba, da arrogância, da vaidade excessiva. Modéstia é a aceitação de si mesmo, sem achar que se é melhor do que os outros. E como quem se acha o máximo acaba mostrando também sua ignorância, a modéstia muitas vezes coincide com a sabedoria. A humildade é uma virtude que tem a ver com o enfrentamento de vários vícios – é a qualidade de quem se recusa a ser convencido e arrogante, de quem evita ter inveja e cobiça. Círculo vicioso Machado de Assis
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume: -Quem me dera que fosse aquela loura estrela, Que arde no eterno azul, como uma eterna vela! - Pudesse eu copiar o transparente lume, Que da grega coluna à gótica janela, Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela! Mas a lua, fitando o sol, com azedume: - Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela claridade imortal, que toda a luz resume! Mas o sol, inclinado a rútila capela: - Pesa-me esta brilhante auréola de nume... Enfara-me esta azul e desmedida umbela... Por que não nasci eu um simples vaga-lume? Nume: divindade Rútila capela: brilhante cabeleira Umbela: guarda- chuva

Escrito por krika às 16h27
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