
Em postagens anteriores já estive trazendo sugestões de leituras que utilizo em meu trabalho junto ao Projeto “Estímulo À Leitura”. Géssica e eu comungamos de idéias semelhantes em relação ao ensino da nossa língua e principalmente com as atividades de leitura, que é nossa paixão. Nós queremos compartilhar com vocês, tudo o que for de bom.Outro fato é com relação a materiais e livros. Nem sempre podemos adquirir todos os livros que desejamos. ...E haja livros, não?Graças à maravilha chamada NET, podemos navegar a vontade e usufruirmos desta modernidade tão prazerosa. Se você tem atividades interessantes, mande para nós, ok?
Vejam estas que encontrei no site do autor, Claúdio Fragata: http://www.quintaldoclaudio.com.br/primeira.html
Vem bem a calhar com meu tema do mês: O dia em que os brinquedos passaram a falar brinquedês Os brinquedos falam. Quem não sabe disso? Bem de noite, quando seus donos estão dormindo já faz tempo, eles ganham vida. Vão mexendo os bracinhos, viram a cabeça para um lado, viram para o outro, piscam os olhos uma, duas, três vezes e logo começa a falação. Blablablá daqui, tititi de lá e a conversa vai ficando animada. As caixinhas de música tocam, os carrinhos acendem seus faróis, a bailarina dança, o tambor rufa, o helicóptero gira suas hélices, o hipopótamo de retalhos grunhe, o trenzinho apita. Como é que os donos não acordam? Não sei, não tenho a menor idéia. Também, se acordarem, não vão notar nada de estranho. Os brinquedos no mesmo instante param onde estão. Ficam ali sem mexer nem uma roda, nem um elástico, nem uma mola, nem um fio de cabelo. É um truque que fazem para ninguém desconfiar que eles têm vida. Sempre foi assim, desde que existe brinquedo e desde que existem crianças neste mundo. O que pouca gente sabe é que os brinquedos ficaram um tempão sem conversar. Foi quando eles começaram a vir de todos os cantos do planeta. O melhor jeito de entender direitinho o que aconteceu é espiando pela fechadura do quarto dos irmãos Isadora Abrantes e Antônio Abrantes. Pode espiar. Só não pode fazer barulho que é para os brinquedos não perceberem que a gente está olhando. Dê uma olhada na estante de brinquedos do Antônio. Está vendo aquele robô de plástico? Aquele ali ao lado da pilha de livros. Então, ele foi fabricado no Japão. Nas costas dele está escrito made in Japan. Mais pra lá um pouco está o videogame, que veio dos Estados Unidos. Na estante de baixo fica o carrinho de corrida. Ué, onde ele está? Hum, bagunçada esta estante, hein? Este tênis, por exemplo, não deveria estar aqui. Nem esta meia. Vamos tirá-la daqui... Ah, olha o que estava debaixo dela... O carrinho de corrida! Ele veio da China e faz umas curvas incríveis. Já este astronauta de capacete e luzinhas que piscam foi fabricado na Coréia. Agora dê uma espiada nas prateleiras da Isadora. Aqui mais à direita. Está enxergando? Está vendo aquele ursinho de pelúcia com um laço de fita no pescoço? Ele foi feito na Tailândia. A boneca de vestido amarelo que está ao lado dele foi made in England e o Mickey Mouse foi made in India. Esta estante é mais organizada, não? Se bem que de vez em quando as prateleiras ficam cheias de marcas de dedinhos. É que a Isadora adora comer chocolate, mas nem sempre lembra de lavar as mãos depois. Como a Isadora e o Antonio dormem no mesmo quarto, todos esses brinquedos vivem juntos. De noite, quando os irmãos pegam no sono, descem das estantes e começam a conversar. Não sei de onde tiram tanto assunto! Às vezes preparam um chá e servem no bule e nas xícaras em miniatura de Isadora. Aí o papo rola que é uma delícia. Mas isso acontece agora. Durante um bom tempo ninguém conseguia se entender. Cada um falava uma língua diferente. Um falava em coreano, outro em inglês, outro em japonês, outro em hindu, outro em javanês. Uma confusão. Uma noite, a bagunça foi tão grande, que o urso de pelúcia deu um urro assim: ROOOAR!!! Isso todo mundo entendia e os brinquedos ficaram quietos na hora. O ursinho explicou então que precisavam fazer uma reunião de emergência para encontrar a solução do problema. Como ele conseguiu se fazer entender? Fazendo mímica e misturando palavras. Quem via de fora podia achar que o urso estava dando um show de contorcionismo, de tanto que ele gesticulava. Mas deu certo. Os brinquedos se sentaram em círculo e começaram a pensar. O quarto ficou no maior silêncio. O silêncio durou um minuto. Dois minutos... Cinco... O silêncio parecia cada vez maior e mais pesado. Foi aí que o palhacinho de mola saltou de sua caixa gritando: - Heureca! Essa era uma palavra grega que por sorte todos conheciam. Queria dizer "já sei!". Usando o mesmo método do urso, ele explicou como pôde a sua ideia, que era criar uma língua só para todo mundo. Os brinquedos passaram muitas noites bolando o novo idioma. Era uma misturada de inglês com japonês, coreano com russo, alemão com javanês, inuit com guarani, mas no fim tudo deu certo. Inventaram um vocabulário completo. Só faltava um nome para a tal língua. Já usando as novas palavras para falar, o cubo colorido, que tinha uma letra de cada lado, sugeriu: - Não existe inglês, japonês, francês e português? Então, a nossa língua vai se chamar brinquedês! Daí em diante, tudo voltou a ser como era antes no quarto dos irmãos Abrantes. A língua logo foi adotada pelos brinquedos do mundo todo e eles puderam se entender e também escrever cartas, mandar e-mails e falar ao telefone de plástico com brinquedos de quartos distantes. O segredo da princesa secreta Camila era uma princesa, mas ninguém na casa dela sabia. Fazia algum tempo que ela tinha descoberto isso, mas resolveu não contar para ninguém. Camila adorava segredos. Bastava olhar no espelho que a coisa acontecia. Suas roupas se transformavam em outras. O jeans virava um vestido bem armado, cheio de rendas e babados. Sobre os ombros aparecia um lindo manto de veludo e arminho. Hoje ninguém usa pele de arminho, que é um bicho muito legal. Acontece que toda princesa é um pouco antiecológica, pelo menos as dos contos de fadas são. Camila não se transformava numa princesa qualquer, mas numa princesa igual a dos contos de fada. A parte que ela mais gostava desse visual secreto era a coroa de ouro, toda cravejada de brilhantes e pedrinhas coloridas superpreciosas. Camila ficava um tempão se olhando no espelho, admirando sua própria majestade. Fazia uma pose pra cá, fazia outra pose pra lá. Segurava as pontas do vestido e ensaiava uns passos de dança. Lalalalá, cantava com a voz doce das princesas. Mesmo se alguém entrasse no quarto, ninguém via o que ela via refletido no espelho. Às vezes, ela até se esquecia disso e continuava princesa na frente dos outros. Madalena, a empregada, era uma que não via. Entrava no quarto com o aspirador e pedia para Camila sair. - Como ousa falar assim comigo? - gritava Camila, indignada. - Eu poderia mandar você para a masmorra agora mesmo. Sorte sua que estou de ótimo humor! Madalena revirava os olhos e resmungava baixinho: - Essa menina desmiolada pensa que tem o rei na barriga! Camila saía do quarto tomando o maior cuidado para não tropeçar no aspirador e quebrar o sapatinho de cristal e ainda avisava Madalena: - Não vai pisar no meu manto, hein? Como toda princesa que se preze, Camila tinha uns tédios, chegava até a bocejar. Tédio, você sabe, é uma espécie de chateação parecida com aquela que a gente sente quando não tem com quem brincar. Ou quando a gente tem com quem brincar, mas não sabe de quê. Quando a princesa Camila ficava entediada demais, costumava pensar no seu príncipe encantado. Sim, ela tinha certeza que um dia esse príncipe ia aparecer e eles seriam felizes para sempre. Onde será que ele andava? Vai ver que ele estava nesse mesmo instante na frente do espelho do quarto dele, vestido com uma roupa encantadora de príncipe encantado e com uma coroa de diamantes na cabeça, pensando onde estaria a sua princesa. Para apressar as coisas, Camila beijava todo sapo que via pela frente. Começou beijando o imã em forma de sapo da geladeira. Nada do sapo virar príncipe. O imã parecia até mais grudado ainda na geladeira. Beijou o pegador de panelas com cara de sapo que sua mãe usava na cozinha. Nada. Fez um sapo de origami com um pedaço de papel verde, beijou e... nada. Só que nunca desanimava. Um dia, ainda ia beijar o sapo certo. Se você também é uma princesa secreta ou um príncipe secreto, dê um alô para Camila. Pelo menos, ela vai ficar contente de saber que não é a única princesa secreta do mundo. Observação: A primeira leitura encontra-se no livro Coleção Ativa, (3ªs.) de Maria Fernandes, Língua Portuguesa, de 1ª a 4ª séries, da Editora Escala. Recomendo muittooooooooo esta coleção!Ela traz projetos fabulosos como: jornal, poema, fábulas, trocas de correspondência, artes, ação e aventura (excelente), contos de fadas, cidadania, com gramática,produção e etc.A Editora Escala lançou também estes projetos em revistas separadas. Vale a pena conferir no site: WWW.escalaeducacional.com.br. A revista chama-se Redação para crianças. Simplesmente imperdíveis!
Escrito por krika às 20h35
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ATIVIDADES DE LINGUAGEM: Uma dica do livro de Liliana Iacocca, chamado Palavra Livre, de 1ª a 4ª séries, Editora Ática. Gosto desta coleção, pois a autora apresenta leituras e interpretações de uma maneira que a imaginação pode correr solta, segundo suas próprias palavras:
“ ... ( ) Criei as atividades achando que vale a pena olhar, pensar, falar, escutar, interpretar, sentir, envolver-se com tudo para crescer com alegria e liberdade.” Observação: Utilizei algumas das leituras para realizar concursos no Projeto “Estímulo À Leitura”. Lancei a pergunta: O que você faria se fosse a Tati? A resposta mais criativa venceu o concurso. Trata-se de um livro para o ciclo I, porém bem adaptável para os outros anos. Vejam só a leitura e algumas de suas atividades. Existem mais no livro: São dez histórias ao todo. História de Tati:  Outra noite eu não tinha nada para fazer e resolvi escrever uma carta. Para quem vou escrever? – pensei. Para minha mãe, para minha professora, para meus colegas de classe, para meu primo que mora em outra cidade? Não achei muita graça em escrever para eles e também eu nem tinha grandes novidades para contar. Decidi então inventar um amigo secreto, que morava num outro planeta e se chamava Luziano. Foi divertido. Contei para ele que, durante o dia, eu era uma garota normal, fazia tudo o que as outras garotas fazem: tomava banho, escovava os dentes, comia, estudava, lia, via televisão...Mas que, durante a noite, eu era uma garota mágica, que possuía uma bola de cristal e que bastava eu tocar na bola, pensar num desejo e meu desejo se realizava. Contei também que certas noites eu ia passear na lua, ver suas crateras, e como era maravilhoso. Que outras noites eu visitava uma grande floresta encantada cheia de animais falantes que me contavam histórias. Que, noutras noites ainda, eu visitava um mágico simpático que me ensinava muitos truques e receitas mágicas. Contei muitas outras coisas e prometi que logo, logo eu iria visitar o planeta dele. Escrevi três páginas de carta. O meu problema é que minha irmã mais velha, a Carol, xereta como ela só, encontrou a carta, leu tudo e dando risadas me disse: - Tati, como vai o seu amigo Luziano? Onde é que ele mora mesmo? Você não quer me apresentar? Ela disse também que vai mostrar a minha carta para todo mundo. A carta é minha, o amigo é meu e ninguém tem nada a ver com isso. Eu até sinto vontade de continuar me correspondendo com ele. Que direito ela tinha de pegar a minha carta? Atividades: O que você faria de fosse a Tati? Outras perguntinhas: O que você faria.... Se tivesse uma irmã ou um irmão muito xereta? Se alguém descobrisse um segredo seu? Se alguém lhe pedisse para guardar um segredo? Se você tivesse o poder de adivinhar os pensamentos dos outros? Para comentar: O que você achou da carta que a Tati escreveu? A Tati parece ser uma garota simpática ou antipática? Por quê? Hora de inventar um amigo secreto e escrever uma carta para ele. Se sentir vontade, pode ler a carta para os colegas. Você sabe o que é pseudônimo? Que tal inventar um para você? Você sabia que.... ...o envelope só começou a ser usado em 1839? Até então, as cartas eram dobradas duas vezes, seladas com cera, e o endereço escrito no verso. ...que a arte de colecionar selos se chama filatelia e o colecionador de selos é chamado de filatelista? Algumas ideias para você se divertir, depois vale escrever, desenhar, contar, interpretar ou fazer o que você quiser: Inventar o dia do amigo secreto. Você escreve seu nome num papelzinho dobrado e toda a turma faz o mesmo. Depois, cada um sorteia o nome de seu amigo secreto e escreve uma cartinha para ele. Vale usar pseudônimo na hora de assinar. Vai ser divertido na hora de descobrir quem é quem! Ficha do amigo secreto: Nome: Idade: Endereço: Altura: Preferências: Falando do amigo secreto: Versinhos para ler: Palavreado simplesinho, Não é o caro que faz o carinho, Não é o rato que faz o rateio, Não é o rodo que faz o rodeio, Não é a lata que lateja, Não é o cervo que cerveja, Não é o sino que fica assinado, Não é a carta que faz a carteira. Agora é sua vez: Uma palavra puxa a outra. Exemplo: fogo/fogueira/fogão/incêndio/bombeiro e assim por diante.
Se você tem sugestões de atividades manda pra gente, tá? 
Escrito por krika às 16h30
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  HORA DA HISTÓRIA Diga sempre: " Obrigado!" Quando alguém fizer um favor, ou oferecer um presente. É uma palavra mágica que deixa a gente contente." 
A Editora Edelbra trouxe uma coleção de histórinhas educativas com o ursinho Pooh( Disney) e seus amigos no bosque dos Cem Acres. São indicadas para crianças menores de 6 anos, mas garanto que os maiorzinhos também deveriam ler e até serem contadas ,por nós professores aos nossos alunos, vejam só: Sempre diga " Muito Obrigado!"  Christopher Robin foi correnfo até o bosque levar um presente para seu melhor amigo, o ursinho Pooh. - Eu fiz este desenho só para você, Pooh! - disse ele. - Está perfeito! - respondeu Pooh. - Hum- hum! - disse Christopher Robin, quando eles entraram na casa de Pooh. - Ei, Pooh. O que se diz, mesmo? - Puxa vida!- Pooh coçou a cabeça. - Acho que eu devo dizer: que tal um pouco de mel enquanto ficamos ollhando para meu novo desenho? - Seu ursinho tolo! - disse Chris - Você não sabe o que deve dizer quando alguém faz alguma coisa que você gosta? Você não sabe que deve dizer as palavras mágicas? - Como assim? - perguntou Pooh. - Existem palavras mágicas? - De certa forma ,sim - respondeu Chris - pois quando dizemos estas palavras para alguém, nossos amigoa ficam felizes e se sentem amados. - Oh! - disse Pooh. E será que eu também consigo dizer estas palavras? - E por que não? - respondeu Chris. - Acho melhor você se afastar um pouco - disse Pooh. Ele então sacudiu os braços no ar e girou para tentar invocar uma mágica. - Abracadabra, pirilim- pirim, te - te - re - re - te! - disse Pooh. Pooh deu tantas voltas que ficou tonto e caiu bem de cabeça dentro de um enorme pote de mel. - Acho que você precisa pensar mais sobre as palavras. Não são essas aí - disse Chris, enquanto tentava tirar Pooh de dentro do pote de mel. Pooh saiu lambendo os beiços. - Vou fazer isso, prometeu ele. E deciciu ir conversar com seus amigos e perguntar se eles conheciam as palavras mágicas. Ele primeiro encontrou Ió tomando sol. - Palavras mágicas? - perguntoi Ió. - Eu nunca fiz magia alguma, mas posso tentar. Hum - dum, dum - di - dum. Pooh ficou esperando pacientemente,mas nada aconteceu. - Acho que estas também não são as palavras mágicas - disse ele. - Quem sabe na próxima vez você acerta? - disse Ió, e deitou em seu gramado. Pooh então foi caminhando até casa do Coelho. Ele chegou bem na hora em que o Coelho estava tirando do forno pães de mel quentinhos. - Será que eu poderia provar um? - perguntou Pooh. - Hum...tudo bem - disse Coelho, enquanto cheirava um pão de mel quentinho. Pooh logo devorou um dos pães de mel. Mas o problema é que ele não conseguiu parar em um só. Ele comeu outro pão..e outro... e mais outro...até que não sobrou mais nenhum! Pooh esfregou a barriga. - Será que sobrou algum? - perguntou ele, todo envergonhado. - Não! - suspirou Coelho.- Você devorou todos! O que você tem a dizer agora a respeito? - Oh! - disse Pooh. Ele havia se esquecido das palavras mágicas. - Pu - puxa vida!- gaguejou Pooh, tentando se lembrar das palavras mágicas. Pooh se concentrou e tentou lembrar. - Hocus - pocus, urso da barriga cheia! - disse ele, dando um pulo no ar. - Pare! gritou o Coelho. Pooh caiu com um CRÁS! bem em cima das tigelas do Coelho e espalhou os ingredientes por toda parte. A cozinha do Coelho virou uma bagunça! - Pooh! O que você esta fazendo? - disse Coelho. - Desculpe, Coelho! - disse Pooh. - Acho que estas ainda não são as palavras certas. Pooh saiu correndo da casa do Coelho. Em seguida, ele encontrou Tigrão. - Por que esta tristeza, meu amigo beleza? - perguntou Tigrão, acompanhando Pooh aos saltos. - È que eu não consigo descobrir ainda quais são as palavras mágicas - suspirou Pooh. - Palavras mágicas? Você disse palavras mágicas? Bem, você está no lugar certo, camaradinha! deixe - me tentar! Saltinho, saltão,quero pular de montão! Tigrão começou a pular e cantar uma canção. A cada palavra que dizia, mais alto Tigrão ia. De repente, ele pulou tão alto que Pooh o perdeu de vista. - Mas o que foi isso? - perguntou Corujão, botando a cara para fora da janela. - Somos nós, Pooh e Tigrão! - respondeu Pooh lá do chão. Corujão, será que você sabe alguma coisa sobre as palavras mágicas? Será que elas estão funcionado? - perguntou Pooh,esperançoso. - Acho que não! - respondeu Corujão. - Lamento, meu chapa. Eu tentei - disse Tigrão. Pooh procurou debaixo de todas as folhas e pedras pelas palavras mágicas. - Ei, o que você está fazendo? - perguntou Guru, pulando para junto de Pooh. - Estou tentando encontrar algumas palavras mágicas especiais, mas não consigo ver nada! - respondeu Pooh. - Talvez minha mãe possa ajudar você - disse Guru. - Toda vez que eu perco uma das minhas luvas, ela consegue encontrar logo,logo! Os dois amigos então foram pedir ajuda para Can. Can ficou escutando pacientemente enquanto Pooh explicava o problema. - Bem, Pooh, pense melhor - disse ela quando ele terminou de contar a história. - Estas são duas palavras mágicas muito especiais que dizemos sempre que alguém faz um desenho para nós, nos dá um presente ou nos ajuda com alguma coisa. - Puxa vida! - disse Pooh, coçando a cabeça. Ele estava tão pensativo que nem notou que seus amigos vinham seguindo seus passos até a casa de Can. - Acho que eu deveria desistir. Mesmo assim, muito obrigado, Can. Foi então que Pooh percebeu o que havia dito. - Muito obrigado! Muito obrigado Mesmo! - disse Pooh, todo feliz. Quando todos seus amigos se aproximaram, ele gritou: - È isso! As palavras mágicas são estas ! Muito obrigado! - Você tinha razão, Christopher Robin! - disse Pooh, todo animado. - Estas palavras mágicas fazem as pessoas se sentirem bem e eu nunca mais vou esquecer delas! - Muito Obrigado! Muito obrigado a vocês todos! 
Escrito por krika às 16h52
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HORA DA HISTÓRIA Projetos e ideias sugere este livro: O Gênio e as Rosas. 
Lindas histórias contadas por Paulo Coelho e ilustradas por Maurício de Sousa.Editora Globo. "...() São tesouros da sabedoria do mundo, passados de geração a geração sempre com a ajuda do Anjinho que tudo vê e nada esquece. Agora divido essas mensagens,relatadas por amigos e leitores, sendo impossível identificar seus autores, usando as minhas palavras e os desenhos de Maurício de Sousa." Paulo Coelho. Vejam algumas delas: De quem é a culpa? Um casal saiu de férias e, ao voltar, encontrou a casa arrombada. Os ladrões tinham levado tudo que havia dentro. O marido acusou a mulher, dizendo que as trancas não tinham sido colocadas. Ela afirmou que ele esquecera de fechar a porta com a chave. Uma longa discussão começou, até que os vizinhos chamaram um padre para serenar os ânimos. - A culpa é dela, que sempre foi desleixada! - disse o marido. - Não, aculpa é dele, que não presta atenção no que faz! - respondeu a mulher. - Um momento! - disse o padre. - Vivemos culpando uns aos outros por coisas que jamais fizermos e terminamos carregando um fardo que não é nosso.Será que nunca ocorreu a vocês a ideia que os ladrões são os verdadeiros culpados pelo roubo? 
A Capa Depois de quatro anos de seca na pequenina aldeia, o pároco reuniu todos para uma perigrinação até a montanha,ali fariam uma oração coletiva, pedindo a chuva de volta. No grupo, o padre notou um garoto agasalhado e coberto por uma capa de chuva. - Você enlouqueceu? - perguntou - Nesta região não chove há cinco anos e a subida vai lhe matar de calor! -Estou resfriado,padre. Se vamos pedir a Deus que chova, já imaginou a volta da montanha? Vai ser tal a enxurrada, que preciso estar preparado. Neste momento, ouviu-se um grande estrondo no céu e as primeiras gotas começaram a cair. Bastou a fé de um menino para realizar um milagre esperado pro milhares de homens. O presente invisível No dia de Natal, a família inteira se reuniu em torno da àrvore e começou a abrir os presentes. Contente, a filha entregou uma caixa para o pai. -Isso é para você, com todo o meu amor. O orgulhoso pau abriu a caixa, mas ela estava vazia. Com todo carinho,comentou com a filha: -Meu amor, sei que você teve a melhor das intenções, mas, na verdae, a vida irá lhe ensinar que não podemos dar algo que não existe, mesmo que esteja bem embrulhado, e seja entregue com todo carinho. Acho que você se esqueceu de colocar algo aqui dentro. -Você não está vendo? - Não estou vendo nada, minha filha. - POis eu passei uma tarde inteira enchendo-a de beijos! Os olhos do pai brilharam: - Claro! Muito obrigado por um presente tão bonito! E durante a resto da sua vida, sempre que sentia-se deprimido ou desencorajado, o pai abria a caixa, retirava um beijo que tinha ali sido colocado, e voltava a ter coragem suficiente par enfrentar seus desafios.
Olhando os outros Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respieto de nosso comportamento.Segundo ele, os homens caminham pela face da terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.Na sacola de trás, guardamos todos os nosso defeitos.Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito.Ao mesmo tempo, reparamos impiedaosamente nas costas do companheiro que está adiante todos os defeitos que ele pussue!Julgamos-nos melhores que ele,sem perceber que a pessoa atrás de nós está pensando a mesma coisa a nosso respeito. A, B, C, D Uma lenda nos conta que vários judeus piedosos rezavam numa sinagoga, quando, durante a oração, começaram a escutar uma voz de criança dizendo: - A, b, c, d... Tentram se concentrar nos versos sagrados, mas a voz repetia: - A, b, c, d... Aos poucos foram parando de rezar. Quando olharam para trás, viram um menino que repetia, com os olhos fechados: - A, b, c, d... Irritado, o rabino aproximou-se do garoto: -Por que você está fazendo isso? Não vê que pertuba nossa concentração? - Por que não sei os versos sagrados - respondeu o menino, morto de vergonha. - Então, tenho esperança que, recitando o alfabeto, Deus pegue estas letras e forme as palavras que Ele deseja ouvir. O rabino voltou para o seu ligar e dirigiu-se à sua congragação: _ Deus nos enviou este menino, que nos fez lembrar que Ele escuta o que vem de nosso coração, e não as palavras que saem de nossa boca. Portanto, hoje nós rezaremos uma oração especial, pedindo que Ele coloque em ordem todos os nossos gestos, nossas ações, nossas palavras; só assim, as coisas podem ter um verdadeiro sentido. E todos passaram a repetir: - A, b, c, d... As duas listas No dia do perdão, Yom Kyppur, o rabino Lizhensk levou seus discípulos até a oficina de um pedreiro. - Reparem o comportamento desse homem - disse- , porque ele consegue entender-se bem com Deus. Sem notar que estava sendo observado, o pedreiro terminou seus afazeres e foi para a janela. Tirou um pedaço de papel do bolso e levantou-o para o céu dizendo: - Senhor, nesta folha escrevi a lista de meus pecados. Eu errei, e não renho porque esconder que Te ofendi várias vezes. Eis aqui a lista de tudo que fiz de errado, meu Deus. O pedreiro enfiou de novo a mão no bolso e tirou outra folha de papel, levantando-a também para o céu. - Entretanto, aqui está a lista dos Teus pecados para comigo, Senhor. Exigiste de mim além do necessário, encheste alguns dias de momentos difíceis, e me fizeste sofrer. Se compararmos as duas listas, o Senhor está em débito para comigo. Mas como hoje é dia do perdão, Tu me perdoas, eu Te perdoo e continuaremos juntos o nosso caminho, livre de culpas. 
Escrito por krika às 12h13
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SEJA BEM-VINDO A NOSSA Queridos visitantes, resolvemos homenagear a todos que passaram por aqui e deixaram seu comentário. Agradecemos a visita, e ficamos feliz com a presença e comentários de vocês. Este blog, é feito unica e exclusivamente para partilhar experiências, e as sugestões, elogios, críticas, sempre são absolutamente bem-vindos!!! Abaixo listo os nomes que por aqui passaram e deixamos a eles um mega abraço e nosso MUITO OBRIGADO!!! 
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Escrito por Géssica às 22h20
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O JOGO DA ADIVINHAÇÃO EM LEITURA 
Oficina: Hora da Leitura Séries: 5ª a 8ª do Ensino Fundamental (pode ser adaptada ao Ciclo I) Professora: Géssica Conteúdo: Jogo de Adivinhação em Leitura / Narrativas
Objetivo: Motivar a leitura, por meio da curiosidade e adivinhações. Desenvolvimento: Pega-se uma narrativa, de preferência curta, e que tenha, em alguma medida, quebra de expectativa. Recorta-se o texto em vários fragmentos correspondentes a pequenos episódios; os cortes devem coincidir com os momentos em que a(s) personagem(ns) vai(ão) tomar uma atitude (mudança de cena); deve-se cuidar para que o fragmento não seja nem muito pequeno, a ponto de não oferecer informação nova, nem muito grande, a ponto de tornar a atividade enfadonha; evita-se, de inínico, dizer o nome do autor do texto, porque seu conhecimento pode criar novas expectativas (por causa do estilo, da temática, das posições políticas etc) nem sempre interessantes ao exercício. A atividade começa com o oferecimento do primeiro fragmento (pode ser apenas o título) aos alunos, pedindo-lhes que falem ou escrevam (individualmente) o que imaginam que vai acontecer na história. Faz-se, então, a leitura e a discussão do que escreveram, ou falaram, ressaltando as expectativas criadas pelo fragmento e o que as teria motivado (normalmente, algum índice do texto ou o valor "mais comum" de certas palavras ou, ainda, alguma projeção ideológica do leitor). Passa-se, então, para o segundo fragmento, que pode confirmar ou anular a primeira adivinhação, e repete-se todo o procedimento. E, assim, sucessivamente até o final da história. É importante deixar claro aos alunos que eles não precisam acertar, que a brincadeira está em adivinhar e não em acertar o que tem na história. Do mesmo modo, é importante explicar que não precisam insistir na sua história; se o que "adivinharam" no primeiro segmento não servir após a leitura do segundo, podem abandonar aquela "adivinhação" e começar outra. O exercício aguça a curiosidade do leitor, contribui para o entendimento do texto e explicita recursos importantes da língua. Bibliografia: BRITO, Jorge Percival Leme. Jogos de Leitura
Escrito por Géssica às 17h08
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Plano de aula para Dia da Mães Oficina: HORA DA LEITURA Professor (a): GÉSSICA Tema: DIA DAS MÃES Horas/aula: 03
Objetivo: Cativar os educandos para a leitura, observando no gênero estudado a sua mágica poética. Reescrever produções poéticas. Conteúdo: Poesias, Dia das mães Recursos: Sulfite, lápis de cor, canetinha, régua, lápis e borracha. Procedimentos: Primeiramente, a professora lê para a sala algumas poesias que expressam explicitamente os sentimentos (essas poesias deverão ser escolhidas com cuidado, de acordo com o perfil da sala). A seguir, a professora faz a leitura de algumas comenta sobre o eu-lírico e a forma subjetiva e cheia de metáforas que ele se expressa. Depois, os alunos devem fazer uma ‘catança’ na sala de leitura, e encontrar todos os livros de poesias que conseguirem, colocando-os sobre uma mesa (designada para isso). Após a ‘catança’, deverão escolher uma poesia e modificá-la (reescrevê-la), fazendo uma adaptação para entregar às suas mães (num cartão que será feito por eles), ou a pessoa que considera como mãe. Produto final: Cartão com poesia Observação: Esta atividade pode ser adaptada para qualquer data comemorativa. 
Escrito por Géssica às 15h32
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Boa tarde, pessoal. Estou aprendendo a blogar... um dia eu aprendo! Géssica é um amor de professora!!!


Técnicas para reforçar a ortografia
Recebi da colega Silvania Retirado da Comunidade de Atividades de Português 1 - Monte e remonte: Escreva no quadro ou em folha uma palavra que tenha o menor número de letras repetidas. Estipular um tempo para a duração da atividade e pedir aos alunos para lembrarem e escreverem o maior número de palavras possíveis com as letras dessa palavra, sem repeti-las no mesmo termo encontrado. Obs.: Esta atividade trabalha a rapidez, percepção visual, ortografia e vocabulário. Exemplo: Palavra escolhida - PERNAMBUCO ( atividade igual a palavra ACONTECIMENTO, postada anteriormente) Exemplos de palavras encontradas: Perna - barco- compra boca- nabo- banco- copa- ano- rapé Ópera - amor – cor –pé -comer- peru- perca- bem- não- rena buraco - mar- muro- pano. 2 - Palavra puxa palavra: Nessa atividade, o professor lança uma palavra e os alunos apresentam outras que se relacionem com a primeira. Exemplo: Palavra escolhida: FOGO. Palavras relacionadas: incêndio- dor- ambulância feridos- bombeiro- morte- gritos- pânico- tristeza medo- fogão- comida- queimadura. 3 - Memória auditiva: O professor diz uma frase que deve ser repetida e ampliada pelo aluno. Exemplo: Professor: Fui ao zoológico e vi um elefante... Aluno 1: Fui ao zoológico e vi um elefante e um urso... Aluno 2: Fui ao zoológico e vi um elefante, um urso e uma girafa... 4 - Dizer duas palavras: O aluno deverá separar a primeira sílaba de cada uma e formar outra: Exemplo: Pedal à Rato = Pêra Figura à Tapete = Fita Panela à Novelo = Pano Usando a mesma técnica, aumentar o número de palavras, criando dificuldades crescentes. Exemplo: Toalha à Pedra à Tela = Topete Cigarro à Galho à Nabo = Cigana Cabelo à Nevada à Tapa = Caneta Trio à Antes à Guia à Loto = Triângulo Agora à Poste à Tina à Laço = Apostila Cama à Ramo à Muda à Jogo = Caramujo 5 - Invente e conte: Espalhar sobre as mesmas várias gravuras que retratem ambientes e personagens. Cada aluno deverá selecionar uma delas e criar uma narrativa oral em que a figura sirva de cenário para a história vivida pela personagem da gravura. Chamar a atenção dos alunos para a seqüência lógica dos fatos narrados. 6 - Brincando de poeta: O professor oferece aos alunos uma caixa contendo cartões, cada um com uma palavra, sendo que as palavras rimam entre si. Exemplo: pato - mato – gato / coelho - espelho – joelho / abelha - orelha - ovelha Cada aluno, após ter recebido um dos cartões, deverá procurar entre os colegas aqueles que têm o cartão com uma palavra que rime com a sua. Agrupados por terminação, os alunos escreverão outras palavras que rimem com as que já possuem. 7 - Viagem ao espaço infinito da imaginação: Distribuir papel e caneta hidrográfica para a turma e colocar no fundo musical. Pedir aos alunos que coloquem a ponta da caneta sobre o papel e, de olhos fechados, acompanhem o ritmo da música desenhando sobre o papel. Desligar a música e, imediatamente, todos devem parar de desenhar e abrir os olhos para ver o desenho que fizeram. A partir das linhas traçadas, colorindo os espaços vazios, os alunos vão criar um espaço mágico, um novo universo, e nele um novo planeta também. Assim, como o autor do texto, Ziraldo, (Flicts) cada aluno criará seu planeta. Os alunos vão também batizar o planeta com um nome bem sugestivo. Para isso, cada um escreverá cinco letras, sendo pelo menos uma vogal, e cada letra em um pedaço de papel. Cada aluno ficará com uma vogal e as demais letras serão colocadas numa caixa, misturadas, e cada letra um deverá retirar dela quatro novas letras. De posse das letras sorteadas e da vogal, cada um criará um nome para batizar o planeta.
 
Escrito por krika às 15h10
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Continuação da atividade acima: Sugestão para o ciclo I Uso do dicionário Objetivos: Saber escrever corretamente, identificando os erros ortográficos nas revisões por meio de ferramentas de correção; Realizar atividades que facilitem a compreensão das regras ortográficas ou gramaticais; Fazer uso da leitura como ferramenta para escrever bem; Saber utilizar dicionários, enciclopédias, jornais e revistas como fontes de pesquisa ortográfica e reconhecer a importância desses recursos.
Material: Dicionários, enciclopédias, livros infantis, jornais e revistas; Cartolinas, canetas, lápis de cor e folhas de papel sulfite; Textos interessantes com dificuldades ortográficas;
1ª Aula: Pedir aos alunos para trazerem um dicionário para a classe. Para trabalhar com o dicionário como um recurso de decisão ortográfica, inicialmente junto com os alunos explore a função para a qual ele serve, qual é a organização das palavras (ordem alfabética), pedir para que eles procurem determinadas palavras, etc. A seguir, realize a seguinte atividade: Vamos organizar um dicionário? Pegue as folhas de papel sulfite e distribua, mais ou menos, 15 folhas para cada aluno. Peça-lhes que dobrem-nas ao meio, formando um livro. Na primeira folha, organizar uma capa para o dicionário. Nas demais folhas, numerá-las e escrever uma letra em cada folha, na ordem alfabética, de A a Z. No decorrer das atividades, ao encontrar uma palavra desconhecida, anotar na folha correspondente a primeira letra da palavra, formar uma frase em que apareça o termo e ilustrá-la. Depois, é só deixar o dicionário sempre à mão para fazer suas anotações. 2ª Aula: Confeccionar em cartolina para deixar exposto no mural da classe os “Registros Ortográficos”. A cada regra de ortografia descoberta no decorrer do ano, anotar as palavras em faixas de cartolina e colá-las no Registro, como o uso do M antes de P e B (campo, bomba, tampa, etc.). Uma das melhores maneiras de memorização é através da visualização da escrita correta das palavras, como na leitura. Se o aluno observa várias vezes a grafia da palavra no mural, acaba memorizando a escrita correta. 3ª Aula: Forneça aos alunos um bom material de consulta para a produção de textos (livros, textos interessantes, artigos de revistas e jornais, etc.). Explorar junto com os alunos os caminhos que eles devem utilizar para a criação de uma redação (preferências, dificuldades e alternativas para chegar ao final). Assim os alunos produzirão redações cada vez melhores. Combine também os tipos de ferramentas de correção que serão utilizadas, como por exemplo, flechinha indicando o lugar da correção. 4ª Aula: Os alunos lerão o texto observando onde estão as flechinhas para fazer a correção. As palavras que oferecerem maior dificuldade ao aluno deverão ser escritas no dicionário confeccionado. A professora fará um levantamento das palavras que encontrou com maior índice de erros e anotará no Registro Ortográfico. Após a revisão dos textos, os alunos poderão reescrevê-los em um programa de texto no computador e ilustrá-lo. Atividades Complementares: 1-Recorte de palavras com determinadas dificuldades ortográficas; 2- Identificar palavras com determinada dificuldade ortográfica em textos e pintá-las. 3- Jogo do Stop: Cada criança desenhará em uma folha cinco linhas verticais formando colunas. Traçar outras linhas na horizontal. Na primeira linha horizontal, em cada coluna,escrever a ordem que deverá ser seguida para completar a coluna com a palavra correspondente à letra escolhida. Exemplo: palavras com ss, s, j, g. Ao sinal da professora, um aluno começa a pensar nas letras do alfabeto, seguindo a sua ordem. Quando ela disser stop o aluno diz a última letra que pensou. Esta será a letra escolhida para começar cada palavra e completar todas as colunas de acordo com a ordem de cada uma, da segunda linha horizontal. Quem terminar de completar primeiro, grita STOP e confere-se os pontos. Jogar quantas vezes quiser, completando cada linha do quadro. Regras: Quem escrever uma palavra que ninguém escreveu, ganha 10 pontos. Se for palavra repetida, 5 pontos para cada aluno. Se houver erro de grafia, não ganha ponto. Ganha quem fizer mais pontos no total! 4 - Bingo Ortográfico: Cada aluno desenhará uma tabela com quatro colunas na vertical e quatro na horizontal. O aluno deverá escrever na tabela dezesseis palavras que escolher entre as vinte e cinco palavras que a professora escreverá na lousa. Ela sorteará e ditará as palavras e cada aluno marcará as que coincidirem com as escolhidas. Vence o aluno que primeiro marcar todas as palavras de sua tabela. 5 - Cruzadinhas: Palavras cruzadas com dificuldades ortográficas com desenhos ou legendas. Colaboração: Professora Elza Miguel


Escrito por krika às 14h46
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Boa tarde, pessoal. Vocês viram o quanto a Krika recheou nosso blog com atividades maravilhosas?????????? Essa minha amiga é o máximo!!! Não me arrependi de tê-la convidado para postar aqui também! Ela me surpreende a cada dia, pois tem uma facilidade para aprender as coisas, e, principalmente, uma energia e boa vontade gigantes! Obrigada, amiga Krika!!!!! Géssica 
Agora vamos a uma notícia muuuuuuuuuuuito boa: GANHAMOS MAIS UM SELINHO!!!!!!!! E quem nos presenteou???? a Tânia do Pescar Ideias ( http://pescarideias.blogspot.com/ ). Vocês já viram o espaço dela???? Quem não viu, deveria ver. Tem assuntos interessantíssimos e até atividades para incrementar suas aulas. Vá fazer uma visita e confira! O selo que recebemos é este aqui: 
As regras e as indicações logo publicaremos!
Escrito por Géssica às 14h45
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PROJETO ESTÍMULO Á PRODUÇÃO DE TEXTOS E ATIVIDADES RELACIONADAS Colegas, anos atrás trabalhei como recuperadora de alunos e elaborei estas atividades, inclusive este projeto que se segue: Justificativa: O texto é a expressão de ideias, sentimentos e experiências internalizadas. A escrita de um texto manifesta o conteúdo que está na mente do aluno, ou seja, dá forma às ideias, torna-as visíveis. É, portanto, o resultado de um processo de transformação de um significado em forma. Assim, os conteúdossão definidos pela forma. Esta não se encontra explicitamente no conteúdo, mas não existe sem ele. Considerando o aluno como um usuário da escrita, trabalhando na elaboração da mensagem como instrumento de comunicação e favorecendo-lhes a aquisição das habilidades necessárias, para atuarem com mais eficiência na produção de textos, proponho este projeto, ressaltando estímulos que possam levá-los a um constante aperfeiçoamento pessoal. Mais importante do que utilizar a linguagem corretamente é utilizá-la expressivamente. Objetivos: Geral: Habilitar o aluno a produzir trabalhos escritos cuja estrutura e organização , (ordenação de ideias, clareza, coerência, coesão, progressividade, etc) permitam considerá-los realmente como textos. Específicos: Capacitar o aluno para: - adequar o tipo de texto e a linguagem aos seus leitores; - apurar o seu senso crítico em relação ao processo de produção, de forma que se predisponha a reformular seus textos, objetivando torná-los mais satisfatório e eficaz, tendo em vista sua posterior destinação; - conscientizá-lo de que a habilidade de escrever textos eficazes tem uma importância inquestionável para sua plena inserção na vida social e futuramente, na vida profissional; - levá-lo a produzir textos nos quais ele se reconheça como autor. Metas: Estimular os alunos, promovendo a aprendizagem à medida que resgatam o conhecimento que já possuem, apresentando novas informações sobre as características de diversos textos, além de aumentar o grau de letramento para sua participação efetiva em uma sociedade dinâmica em que a linguagem se constitui entre as pessoas. Metodologia: O projeto será realizado baseando-se na necessidade de exploração de textos, produzindo elementos linguísticos e estruturas de vários gêneros. Estratégias de ação: Propondo ao aluno a produção de textos narrativos, expositivos argumentativos. Também de caráter mais práticos, como anúncio, regras de jogo, panfletos, gravuras,desenhos, propagandas, manual de instruções e temas livres, cartas, poemas, etc. As propostas apresentadas serão decorrentes de discussões, conversas ou reflexões, voltadas para os procedimentos pedagógicos e para a prática interdisciplinar,tais como: “Vamos escrever?”- exercícios práticos para desenvolver a criatividade; “O pingo no i”- pontuação; “Análise linguística” – rever o que escreveu e fazer a limpeza linguística; Maratona da ortografia” – a palavra sem erro; “ A lição através das histórias” - fábulas; “Temporada de artes”- de olho na criação de textos. Leitura e interpretação de obras de arte. “Variações de humor”- analisando textos engraçados. Recursos Matérias: (acervo da professora recuperadora) Atividades fotocopiadas, recortadas e livros didáticos atuais. Cronograma: Este projeto tem a duração do ano letivo, de acordo com as necessidades dos alunos, das professoras regentes e recuperadora. Avaliação: Acontecerá durante todo o processo: - através da observação, participação, interesse e desempenho dos alunos; - através de anotações (fichas) ; - através de contatos com professores regentes.
Escrito por krika às 15h59
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Continuação:
“Produção de textos é o ponto de partida de todo processo de ensino – aprendizagem da língua, pois, no texto, a língua se revela em sua totalidade.” ( Geraldi)
 Algumas atividades: Incentivação: Antes de iniciar uma competição os atletas aquecem o corpo fazendo alguns exercícios. Faça o mesmo. Coloque suas idéias no “aquecimento” antes de começar a escrever! Viaje com seus pensamentos... Leve sua imaginação aos lugares mais fantásticos. Vale a pena sua um pouco para dominar a arte de falar e escrever! Falar e redigir bem são habilidades que servem para a vida inteira! Siga estas orientações: Pense bastante antes de começar a escrever; Faça um rascunho de suas idéias; Examine cada palavra para ver se é possível trocá-la por outra mais adequada; Observe se a grafia das palavras está correta, antes de passar a limpo; Corte as palavras ou frases que não fazem falta ao período; Apresente um trabalho limpo e organizado. Escrever é uma tarefa artesanal que exige esforço e persistência! 
Exercícios:
1-Escreva sem parar para pensar:
O que a palavra NOITE lembra? O que a cor BRANCA lembra? O que a palavra MAR lembra? O que a palavra FESTA lembra? O que a palavra SOL lembra? Responda cada pergunta e escreva uma história relacionando estas palavras. 2-Veja o modelo: Qualidades boas ou más: Amigo- alto, simpático, obediente,distraído,zombador,bem-humorado,etc. Faça das seguintes palavras: Noite – rua – sofá – festa –bicicleta –chuva – livro – escola - sábado – garrafa. (o exercício pode ser feito oralmente com objetos da sala de aula). 3-Escreva rapidamente outras palavras:Água – gargalhada – azul – viagem. Agora construa frases criativas com as palavras que você escreveu. 
Escrito por krika às 15h26
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Continuação: Sugestões de exercícios de aquecimento na coleção: “Vamos Escrever”,Cândida Zuiani Menezes e outros autores, da Editora FTD. 
1-Forme palavras apenas com as letras da palavra : ACONTECIMENTO (24 PALAVRAS) 2-Vamos escrever?
Combine as letras, formando o maior número de palavras: ( 40 palavras) E,S,J,I,O,T,V,Q,N,U,C,A 3-Imagine você se vendo, de repente, diante de alguns objetos aparentemente sem utilidade. O que faria com: Um saco de supermercado? Uma caixa de sapatos vazia? Potinhos de iogurte? Vidros vazios? Um pedaço de madeira? 4- Que nome você daria para estas novas invenções? Chapéu com ventilador embutido, para refrescar a cabeça; Robô pequenino que leva mensagens para o endereço certo; Bola que desvia do jogador que estiver com camisa do time adversário. E você? O que gostaria de inventar? Desenhe ou escreva. Dê um nome à sua invenção. 5- A - Escolha , no quadro 1, adjetivos que possam ser aplicados aos substantivos do quadro 2. Observe o modelo: Leão – violento, feroz. Quadro 1: Litorâneo – violento- lotado – trincado –colorido – famoso- estacionado - industrial consciente - reformado - ambicioso - dedicado - desenvolvido Quadro 2: Leão - cidade - ônibus - atleta - prato B – Construa cinco orações , escolhendo alguns adjetivos para cada substantivo do exercício anterior. C – Amplie as frases, dando qualidade aos substantivos. Depois, escolha um título e um final para a história. Título:.......... Numa fazenda.......... Gilberto, um rapaz..... encontrou uma caverna..... Enquanto isso, Marina, muito....... ...... viu um objeto........ .....perto da lagoa.Resolveu investigar esses fatos...... 6- Frase – síntese A frase-síntese anuncia, de certa forma, o assunto que se vai desenvolver. Exemplo: Foi uma tarde maravilhosa! Eu e meus amigos tínhamos estudado bastante e estávamos bem de nota. As provas haviam terminado e achamos que merecíamos algumas horas no clube. A tardinha, voltamos para casa, cansados e felizes. 
Análise Linguística:Leia a fábula abaixo. Observe bem e faça a limpeza linguística. Um leão cansado de tanto caçar dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore aí vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou Daí todos conseguiram fugir menos um que o leão prendeu debaixo da pata daí tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e aí deixou que fosse embora Daí um dia o leão ficou preso na rede de uns caçadores Não conseguindo se soltar fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva aí apareceu o ratinho e com seus dentas afiados roeu as cordas e soltou o leão Moral: Uma boa ação ganha outra. ( fábulas de Esopo) Reescreva a fábula retirando as palavras desnecessárias. Verifique a pontuação.
Leia a fábula abaixo , reescreva-a retirando ou substituindo palavras que julgar necessárias: O vento e o sol O vento e o sol começaram a discutir para saber qual dos dois era mais forte daí viram um viajante andando pela estrada aí combinaram que aquele que conseguisse fazer o homem tirar o casaco seria considerado o mais forte dos dois.Daí o vento começou: aí deu um sopro tão forte que aí quase arrebentou as costuras do casaco.Aí o viajante agarrou o casaco com as duas mãos e aí segurou tão firme que não adiantou nada aí o vento continuou soprando até se cansar.Daí então chegou a vez do sol daí primeiro ele afastou as nuvens das redondezas, daí apontou seus raios mais ardentes para a cabeça do viajante daí em pouco tempo, frouxo de calor, o homem arrancou o casaco e aí correu para a primeira sombra que avistou. MORAL: Mais pode a persuasão que a força. Fábulas de Esopo. Vamos construir pequenos textos narrativos a partir das frases: 1- Tudo saiu como eu esperava.......2- Marcos não acreditou no que viu.3- O show de rock foi um sucesso.4- Saiu aborrecido do campo de futebol. 
Escrito por krika às 13h37
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Continuação: O texto seguinte está faltando uma vírgula. Copie com capricho acrescentando-a: O continente Americano é dividido em: América do Norte América Central e América do Sul. Em 12 de outubro de 1992, completaram-se os 500 anos de Descoberta da América. Foi uma comemoração tão importante que até réplicas de caravelas foram construídas para lembrar as originais.
Copie o texto seguinte, pontuando-o corretamente: O pai distinto contava para os filhos depois do jantar orgulhoso Meu bisavô lutou na guerra contra o Kaiser Meu avô lutou na Guerra da Espanha contra os republicanos e meu pai lutou na Grande Guerra contra os alemães Foi quando um dos filhos interrompeu Poxa O que há com esta família que não se dá bem com ninguém ( Ziraldo)

VIDA DE VÍRGULA É UMA "PARADA"! Vida de vírgula é cheia de paradas, digo, pausas. É cheia de mágoas e alegrias, pois sempre me apagam e me trocam de lugar.Sinto-me inútil e desprezada quando vocês não me usam e por isso me vingo, deixando vocês sem fôlego.Adoro as pessoas que me fazem aparecer, fico toda orgulhosa e convencida quando para diante de mim.Acho um jeito bastante carinhoso quando me chamam de " quebra-mola", porque realmente, isso é uma grande verdade, pois se não param em mim, quebro o texto, o sentido do texto. Muitas pessoas que não sabem quando me usar. A elas, aqui vai uma dica: Sou usada para: - enumerar elementos ou citações; - fazer um chamamento; - dar uma explicação. Por favor, lembrem-se de mim, porque senão vocês já sabem o que vai acontecer... 
Pontuação:Leia com atenção e depois reescreva-o, colocando os pontos finais. Atenção com as letras maiúsculas. O Menino que lia até o fim Marina Pechilivanis Era uma vez Quim,um menino magrinho que tinha uma cabeça bem grande Não grande de tamanho,mas de tanta informação que tinha lá dentro Sabe pro quê Quim tinha uma fome incontrolável de livros Ele engolia rapidinho,rapidinho livros e sem desenho nenhum Tudo começou quando ele era bem pequeno e ainda nem sabia ler-Esse menino só quer saber de brincar com livros questionava,inconformado, o pai-Olha que belezinha,ele vira as páginas da revista sozinho se orgulhava o vovô Onde ele vai,carrega um livrinho junto – contava para todo mundoA mãe coruja Assim que aprendeu a ler,Quim leu uma só vez tudo o que seus pais tinham em casa – e olha que tinha bastante coisa Como a fome persistia ele começou a visitar parentes, vizinhos e amigos para pedir livros emprestados -Lá vem o Quim pegar mais livros...Dá até gosto emprestar livros pra ele -Bom mas será que ele não se embanana com tanta letrinha Será que ele não mistura todas essas historinhas na cabeça Apesar dos comentários,todo mundo achava graça daquele pingo de gente tão interessado em leitura Principalmente quando ele voltava,no dia seguinte,para devolver os livros -Obrigado Já li tudo Este aqui é muito bom – E contava a história inteira – Destes,eu não gostei muito...- E dizia todos os porquês (...) LOBO GULOSO Numa tarde,quando o sol ainda estava forte no céu, o lobo saiu para caçar sentia muita fome e foi à procura de um grande e bom pedaço de carne era tão guloso que,assim que pegou uma caça, a foi engolindo rapidamente tão rápido,mas tão rápido que acabou engasgando com um osso atravessado na garganta ficou cheio de dores,gritava,reclamava e gemia alto uma raposa vinha passando e parou para olhar o lobo gemeu mais alto e mais forte mas a raposa o ignorou e seguiu adiante

PONTUAÇÃO: Elza Beatriz Na interrogação me enrosco Num caracol sem saída? Na vírgula me sento um pouco E descanso, pensativa. Na exclamação dou um pulo Fico na ponta dos pés! No ponto e vírgula escorrego E quase paro;mas ando. Marco passo nos dois pontos: E nesta pausa me explico. No travessão me espreguiço. - deitado presto serviço. Na reticência me espalho vou muito além do que falo...

Escrito por krika às 11h52
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Continuação: Veja nos outros versos as imagens que a autora usa para cada sinal. Explique com suas palavras o que cada um representa ( o que parece): Vírgula: sento ,descanso: ( exemplo: pessoa sentada) Pensativa: ( ex. refletindo..pausa para pensar) Exclamação: Dar um pulo: Ponta dos pés: Ponto e vírgula: Escorrego: Quase paro mas ando: Dois pontos: Marco passo: Pausa me explico: Travessão: Espreguiço deitado: Presto serviço: Reticência: Me espalho: Vou muito além do que falo: Ponto: Termino nele: Me encosto:
Responder:
1- Quais são os sinais de pontuação que o poema indica? 2- De que sinal de pontuação fala a autora nos dois primeiros versos? 3- Como termina o segundo verso do poema? 4- Nos dois primeiros versos a autora fala da interrogação e usa o ponto de interrogação. Acontece o mesmo nos outros versos? 5- Em cada conjunto de dois versos aparecem palavras e expressões que indicam as características do sinal em questão. Para a interrogação aparecem: me enrosco, caracol sem saída. Que significam essas imagens? Me enrosco- caracol: Sem saída: Veja nos outros versos as imagens que a autora usa para cada sinal. Explique com suas palavras o que cada um representa ( o que parece): Vírgula: sento ,descanso: ( exemplo: pessoa sentada) Pensativa: ( ex. refletindo..pausa para pensar) Exclamação: Dar um pulo: Ponta dos pés: Ponto e vírgula: Escorrego: Quase paro mas ando: Dois pontos: Marco passo: Pausa me explico: Travessão: Espreguiço deitado: Presto serviço: Reticência: Me espalho: Vou muito além do que falo: Ponto: Termino nele: Me encosto: 
SUGESTÃO DO PROJETOS E IDEIAS A Rebelião da Pontuação: William Tucci O livro :A Rebelião da Pontuação conta a história de Bruno, uma criança que durante a noite está lendo um livro e de repente aparece um ponto de interrogação (?) que quer começar uma greve porque ele e seus amigos querem trabalhar de outro jeito. A partir daí, muitos acontecimentos engraçados se sucedem, até os sinais de pontuação descobrirem que são muito importantes na nossa vida. É um livro infantil que não pode faltar na mochila das crianças. Ficou fácil aprender. Editora Scipione


Apareça neste blog: muitas atividades entre exercícios e brincadeiras: http://blogs.esecs.ipleiria.pt/literanet/ O literanet propõe exercícios de verdadeiro esforço, ou melhor… de verdadeira procura! Veja um exemplo: Olá! O novo ano já chegou e com ele as habituais tarefas de organização!… «Ano Novo, Vida Nova!», diz o velho ditado popular. Ora, o literanet sabe que a tua vida não vai mudar assim tanto, mas há algo que, de fato, tens de novo: a tua agenda. Nós também temos uma agenda nova e por isso o que o literanet desta semana te propõe é que nos ajudes a organizar os nossos contactos. Como já deves ter percebido, temos um pequeno problema… Copiamos apenas os números e agora não sabemos a quem pertencem. É então nesta tarefa de organização que o literanet conta contigo… É fácil! Só tens de colocar os nomes por ordem alfabética e assim descobrirás qual o número de cada um dos nossos amiguinhos. Bom ano! 


Escrito por krika às 11h13
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MARATONA DA ORTOGRAFIA A PALAVRA SEM ERRO Justificativa: Buscando alternativas para um melhor desempenho na escrita correta das palavras esta “maratona” visa instigar o aluno de maneira desafiadora e lúdica, procurando garantir reflexões, que possibilitem chegar a competência ortográfica. Como sabemos a ortografização seguirá até o final de nossas vidas, pois cada palavra nova é muito possível que tenham dúvidas quanto a sua forma de escrita. Retomadas reavivam a memória, reforçam o aprendizado. Objetivos: Geral: Auxiliar os alunos na ampliação de suas descobertas sobre o processo de ortografização. Específicos: Criar oportunidades para que o próprio aluno possa refletir sobre as dificuldades ortográficas; Trabalhar a grafia correta das palavras, utilizando como recurso o processo de formação de palavras; Ampliar o estudo das particularidades ortográficas; Revisar e ampliar conceitos ortográficos; Desenvolver a habilidade de grafar as palavras adequadamente; Reforçar o automatismo da grafia correta das palavras; Identificar semelhanças e diferenças visuais e auditivas entre palavras; Tomar consciência da irregularidade das palavras e consultar o dicionário para tirar dúvidas; Memorizar progressivamente palavras, formando para cada uma delas a imagem mental correspondente e escrevê-las. Metodologia: Grupos ortográficos que oferecem maiores dificuldades utilizadas sistematicamente em ditados, exercícios,etc. Memorização da grafia ( pronuncia correta) Treino com atividades lúdicas. Análises linguísticas: reestruturação de textos e ou trechos apresentados para verificação da ortografia, adequação vocabular, concordância, pontuação. Limpeza linguística revendo o que escreveu.

Escrito por krika às 23h47
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SUGESTÕES PARA A MARATONA DA ORTOGRAFIA "A PALAVRA SEM ERRO" 1- Complete as frases com a palavra derivada da que está entre parênteses: a)Oba! A----------já chegou! ( criança) b)Filho,seu quarto está----------demais!(bagunça) c)Ainda bem que o filme não foi-----------.(censura) d)O motorista foi-------a parar para os bois passarem.(força) e)Eduardo é grande---------de pernilongos!(caça) 2-Forme vinte palavras,juntando as letras pretas com as vermelhas: C J G P M F V N L D X às az ês ez is iz os oz us uz 3 -Qual a palavra? Descubra e escreva-as; a. Lugar onde o carro fica guardado. b. Conjunto de folhas. c. Transformação que a umidade provoca no ferro. d. O mesmo que precedência. e. Qualidade de quem enfrenta o perigo. f. Camada de pó preto deixada pela fumaça. g. Conjunto de penas, cabelos ou pêlos que nascem primeiro. Observe a terminação das palavras que você descobriu e escreva: Geralmente usa-se a letra-----nas palavras terminadas em ------- e -------. 4-Escreva palavras terminadas em ÁGIO,ÍGIO,ÉGIO,ÓGIO e ÚGIO. 5- Usa-se a letra------nas palavras terminadas em----,-----,-----,----- e------. 6- Forme palavras que terminem com IZAR ou ISAR: (as palavras primitivas com S na última sílaba têm as derivadas escritas com S. Quando não têm,as palavras derivadas são escritas com Z.) 7- Complete a piadinha,usando uma palavra para dizer o mesmo que está entre parênteses. Na galeria, um rapaz----------------(gosta de estudar) das belas-artes aproxima-se de uma -------------(cheia de primor) pintura e exclama: _ Que quadro--------------(cheio de maravilhas)! Só falta falar! O autor, um pintor --------------(cheio de talento),--------------------(cheio de orgulho) com o elogio,responde,--------------(com muita atenção): _Então,está perfeito! É o retrato de um mudo. Responda: a) qual a terminação das palavras que você escreveu? b) A que classe gramatical pertencem essas palavras? c) O que podemos concluir? Livros para pesquisas de exercícios: Livros de 1º ao 5º ano (São muitos úteis para os anos finais do ensino básico também) Editora FTD: Bem te li – Angelina Bragança e Isabell Carpaneda. L.E.R. – Márcia Leite e Cristina Bassi. De olho no futuro- Língua Portuguesa- Cássia G. de Sousa e Lúcia Perez Mazzio. Editora Dimensão: Navegando em textos- Ângela Franco e outros. Editora Moderna: Projeto Pitanguá e Araribá Editora Scipione: Atividade e criatividade1, redação passada a limpo- José de Nicola ( tem várias sugestões de textos verbais e não verbais, ortografia,etc, recomendo).
Escrito por krika às 23h35
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Obrigada Géssica! Pelas aulas....
Escrito por krika às 22h09
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Pessoal, estamos com problemas na edição das postagens.... Portanto, peço que tenham paciência... pois estamos tentando solucionar o problema. Obrigada! Géssica e Krika 
Escrito por Géssica às 19h31
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Mergulhe de cabeça na leitura Sempre navegando e clicando nos mais diversos estímulos para a leitura.

Esta charge( acima) é como um apelo divertido para que crianças se iniciem e tomem gosto pela leitura. Quem sabe no futuro teremos um país de leitores? Sonhar não custa nada. ( www.overmundo.com.br )  
Literatura Infanto juvenil Postado por ¨Andreza S F Melo¨ Blog: http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com È dedicado ao ensino infantil. Muito diversificado e bem elaborado. Convidamos as colegas da área para fazer uma visitinha... http://www.4shared.com/account/dir/6080170/13ea888/sharing.html?rnd=59 Vejam o que ela diz sobre a literatura: O termo literatura em nosso país já está associado com a palavra “fracasso”. Quando falamos em interpretação de texto, aos ouvidos das crianças soa como “obrigação de ler”. A grande maioria das crianças não entende aquilo que lê, elas apenas constroem palavras, repetem. A leitura do texto deve ser mais aprofundada e não superficial, como hoje em dia é, a criança muito antes de responder, interpretar o texto, deve entender o que está lendo, só assim o professor pode tirar do aluno algo que o faça ver como o fator principal para o seu desenvolvimento. Atualmente as escolas estão sofrendo uma reforma, os educadores buscam novas formas de ensino-aprendizagem, tanto para os seus alunos, quanto para eles próprios. O estímulo à leitura nas crianças influencia no seu desenvolvimento posterior de leitura, as crianças constroem nas primeiras séries, um conceito de texto e leitura baseado nas práticas escolares, o texto é visto como um conjunto de palavras e sentenças, cujo significado não interessa a leitura, conseqüentemente é tida apenas como decodificação. As leituras de livros são seguidas de perguntas, porem o professor exige que, nas respostas a criança repita o conteúdo textual.A criança não é encorajada a estender sua compreensã de livros para os outros contextos situacionais ou usar o eu conhecimento do mundo.Isso faz com que a criança se limite a perguntas e respostas, fica tudo mecânico, e ela não consegue desenvolver a sua criatividade.O acesso à literatura muitas vezes aos níveis sociais da comunidade. As crianças com pais analfabetos ou semi-analfabetos sofrem mais, pois, não tem o estimulo dos pais, ficam distantes dos livros, os pais muitas vezes não podem fazem correção, por não entenderem, ou simplesmente por não terem tempo. Já as crianças com pais alfabetizados têm um estímulo a mais, pois o acesso aos livros fica mais frequente e mais fácil.O problema do déficit da literatura infanto-juvenil é considerado um problema sócio-cultural, mas isso não quer dizer que não pode ser resolvido, não podemos generalizar. A criança ao ler um texto precisa descobrir o sentimento da leitura, e não os aspectos do texto, quando a criança faz a leitura sem a compreensão do sentido ela tenta adivinhar as palavras, e muitas vezes nem percebe os erros de escrita dentro do texto. A leitura é uma viagem de fundamentos e encantamentos, é fonte do conhecimento e lazer, desde que seja de boa qualidade, diversificados, atraentes e oferecidos aos jovens leitores sem pressão de forma a seduzi-los para que desejem ler numa linguagem simples e prazerosa. Trazer o texto para a vivência, a imaginação, a história, a interlocução de parceiros em sala de aula e fora dela, constitui uma atitude mais benéfica a formação de um futuro e persistente leitor. Na entrevista feita com professores e alunos captar as mesmas vontades, desejos, emoções e expectativas tanto nos jovens e nos adultos, quantos nas crianças. Todos buscam o mesmo ao abrir um livro para ler. É certo que na maioria das nossas escolas em nossa cidade não tem uma biblioteca, onde os alunos tenham espaço e tranquilidade para desenvolver a leitura, isso ajudaria consideravelmente, já que quando lemos interagimos com a história, precisamos de um ambiente adequado e estimulador para uma boa leitura. É bem mais fácil ler quando temos os livros em nossas mãos. Em nossa cidade as escolas se empenham para tornar os alunos grandes leitores, fazendo projetos sobre literatura, tentando incentivar ao máximo o gosto pela leitura. Isso acontece não só nas escolas de nível médio, nas creches o incentivo já existe, segundo alguns educadores as crianças que não sabem ler, andar ou até mesmo falar são estimuladas pela música, e gostam de ouvir história, até tentam virar as páginas do livros de histórias. Ler para elas é uma maneira de colocá-los em contato com a língua escrita e estimular o gosto pelaleitura, alem de criar momentos de prazer. As emoções provocadas pela leitura fazem com que os pequenos mais tarde, por volta dos 02 ou 03 anos, comecem a reconhecer situações e trabalhar seus sentimentos, projetando-se nos personagens. Essa é uma oportunidade bastante eficaz de ajudar no desenvolvimento cognitivo, físico e emocional. Não só as crianças gostam de histórias, os contos de fadas fazem parte das atividades diárias na educação infantil e são exploradas com criatividade pelos professores, não devem ficar restritos aos anos iniciai, deve transpor barreiras e conceitos, de que contos de fadas e histórias infantis servem apenas para crianças.Na adolescência, esse tipo de leitura contribui para a formação dos alunos leitores e críticos. Eles se emocionam e contam fatos significativos vividos em família e proporcionados pela leitura. É um estímulo para os estudos da literatura.
Escrito por Géssica às 19h20
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E se as crianças pudessem ler para os adultos, o que aconteceria...? Uma atividade mágica para cultivar o hábito da leitura em seu filho ou aluno. 
RETIRADO DO SITE: http://www.sitededicas.com.br PESSOAL, VISITEM ESTE SITE, ELE TEM IDEIAS EXCELENTES PARA NOSSOS PLANOS DE AULAS.

É impressionante como as coisas mais simples, são verdadeiras e importantes. Veja a seguir uma atividade, absurdamente simples, que pode fazer com que seu filho ou aluno, veja com outros olhos o hábito da leitura: É uma atividade que vai estimular, firmar ou mesmo fazer com que seu filho ou aluno, tome gosto de vez pela leitura. O primeiro passo é conversar com a criança e descobrir seu gosto literário. Gosto literário aqui significa, saber de que tipo de história ela mais gosta. Feito isso, provoque ela à leitura. Isto é feito do seguinte modo: Primeiro leia você mesmo um livro, sobre o assunto do qual ela gosta. Deixe que ela veja você lendo. Se fizer isso sutilmente, será melhor ainda. Não tente chamar atenção para o fato de estar lendo, especialmente se você não tem o hábito de ler regularmente, pois ela pode perceber o artifício e estragar a tática. Se o adulto é do tipo que gosta de ler e ela já sabe disso, então pode agir de forma natural. Ao ler o livro, procure demonstrar as emoções que sente a partir do que está lendo. Isto é, ria, faça comentários baixinho como se estivesse falando sozinho etc., Isso vai deixá-la bastante curiosa. Ao perceber que você gosta da mesma coisa que ela, sua auto-confiança, vai receber uma enorme injeção de ânimo. Imagine só, um adulto que gosta do mesmo que eu - pensará ela - e sem ninguém pedir para que ele fizesse isso! Quando terminar de ler, não lhe ofereça o livrinho. Ao invés disso, coloque-o em lugar visível, converse com ela sobre outros assuntos, e finalmente sobre histórias do tema que ela prefere; então comente sobre o que acabou de ler. Como isso é feito por partes, a pressa pode estragar tudo. Assim, em outra ocasião, diga que comprou um livro para ela ver, e que é muito bom.
Escrito por Géssica às 19h16
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Importante: Em momento algum a obrigue a ler. Dê-lhe o livrinho e pronto. Pode ser que no primeiro contato, ela apenas vá folhear as páginas para explorar o terreno onde vai pisar. Aqui vale uma interrupção para algumas observações importantes, que vão determinar o sucesso ou o fracasso do seu plano. Veja bem, não é que "pode determinar", é que "vai determinar". Toda criança, com raras exceções, gosta de livrinhos com: 1. Desenhos bem feitos. Tem que ser desenhos ou ilustrações; elas acham fotografias deprimentes e sóbrias demais para seu mundo, pode até ser uma fuga da realidade, mas é assim, e nesse momento não adianta entender porque. Saiba apenas que fotos para elas são menos interessantes que ilustrações. 2. Os desenhos ou ilustrações devem refletir claramente o que está no texto que ela está lendo, para que possa associar o mesmo com a ideia visual da situação, já que ela sozinha ainda é incapaz de fazer isso, e ainda está construindo associações de palavras com imagens. 3. Folhas com pouco texto. 4. Texto claro, de preferência com palavras que ela já conheça (isso não é obrigatório). 5. livro com poucas páginas; média de 20. Assim, é chegado o momento de você agir. De posse do livro, após tê-lo folheado, use então o argumento mágico. PEÇA QUE ELA LEIA O LIVRINHO DELA PARA VOCÊ! Ao pedir isso, demonstre que tem total confiança nela (isso se consegue com a entonação certa da voz, tom firme, normal, como se fosse a coisa mais natural do mundo, sem titubear). Diga também que tem interesse no livro. Nesse ponto, toda insegurança comum na criança, ao oferecer ou compartilhar alguma coisa com os adultos, tende a sumir. Durante a leitura, se quiser, você pode interromper para fazer algum comentário com relação à história. Também, antes de começar, diga-lhe que se tiver alguma dúvida sobre o significado das palavras, que pergunte; ou melhor, use seu bom senso e faça comentários complementares sem que ela peça, ao menos sobre aquelas que você julgue mais apropriadas, e até com uma forma de enriquecer o texto. É importante que você saiba, que ela só vai perguntar se confiar em você, ou se você tiver lhe dado autorização explícita para fazer isso. Está feito então, ela está pronta e sem mais nenhuma inibição. Finalmente, seja paciente e nunca a corrija, diga apenas que não entendeu direito, algum parágrafo, etc. Nesse caso, você pode pedir que ela comente o que entendeu... Pode ser que durante a leitura ela baixe um pouco a voz o que é normal. Peça, sem mandar, com muito humor e gentileza, que ela fale um pouco mais alto. Isso, só vai significar para ela que você está de fato interessado na leitura, e sua motivação aumentará ainda mais. Ao perceber que ela está cansada, peça para fazer uma pausa. Os sintomas de cansaço são: mudança constante na posição, olhadas sutis para o lado, tentativa de deitar no chão, etc. Por fim, comente com ela a história que foi lida. É provável que ela não tenha entendido bem o conto, já que apenas crianças maiores, conseguem ler para os outros e prestar atenção no que estão lendo. Diga que a história foi muito boa, que você gostou, e lhe dê a sugestão de que ela deve ler quando estiver com vontade. Mesmo que ela não aceite na hora, o que é mais provável, deixe o livro em local visível e acessível, e incite-a outras vezes para que leia, sem forçar ou exigir. Faça isso em tom de comentário. É importante que você saiba que, ao pedir para ela ler, você lhe deu confiança; confiou a ela uma tarefa de gente grande, e gostou do que ela fez; isso a fez se sentir importante. Melhor de tudo, essa é a impressão que ela terá de você a partir daí. Os efeitos benéficos disso para sua personalidade são definitivos. Assim, a semente do hábito da leitura foi plantada de forma simples, natural, sem as pressões da obrigação, em clima de harmonia, como tudo que é verdadeiro deve ser. Um último aviso: Peça que leia para você outras vezes.Dê-lhe mais livros, valorize e incentive a sugestão dela; acompanhe-a na hora de comprar ou escolher o livro. Use sua criatividade para usar essa mesma abordagem em sala de aula! (Texto revisado em Setembro de 2007) Autor: Alberto Filho Email: albjorge@yahoo.com.br Notas: O Autor é professor de educação infantil, desenvolvedor de softwares educacionais e pesquisador de atividades recreativas para crianças. É um dos eventuais colaboradores do nosso Site.
Escrito por krika às 16h59
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Boa tarde, queridos visitantes. Vocês se lembram que na postagem do dia 07 de fevereiro ficamos de indicar os blogs que receberão o selo.  Depois de um trabalho de pesquisa da Krika para selecionar esses blogs. Cá estão eles: Atenção: Voltar na postagem do dia 07 de fevereiro (aqui) para conferir as regras de recebimento.
Escrito por Géssica às 14h59
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Crônica - Por Krika
O HÁBITO SAUDÁVEL DA LEITURA - CRÔNICA Navegando pela net encontrei esta crônica pra lá de lúdica, além de ensinar a enfrentar com humor as mudanças ortográficas. E claro, provando mais uma vez que podemos aprender brincando...

Uma professora de português pediu à amiga escritora que criasse um conto ou crônica utilizando as novas regras ortográficas para trabalhar com seus alunos adolescentes. A escritora, depois de muito relutar, acabou cedendo aos insistentes apelos da amiga. No dia da apresentação da aula, os alunos estavam mais dispersos que o normal. A professora chegou a pensar em mudar o tópico mas as férias estavam chegando e a matéria andava atrasada. A professora notou que aos poucos seus alunos participavam da aula, fazendo comentários ou complementando alguma parte do texto. Durante as aulas que vieram depois, surgia um comentário ou outro que trazia a crônica novamente à baila, que era rapidamente integrada à matéria do dia. A turma evoluiu. As provas mostraram que as novas regras ortográficas foram bem assimiladas pela turma, que obteve a melhor média de notas da escola. Outra professora resolveu utilizar a crônica em outra escola. O resultado foi animador. A crônica “Como será daqui pra frente? De: Elida Kronig “ Estive vendo as novas regras da ortografia. Na verdade, já tinha esbarrado com elas trilhares de vezes, mas apenas hoje que as danadas receberam uma educada atenção de minha parte. Devo confessar que não foi uma ação espontânea. Que eu me lembre, desde o ano retrasado que uma amiga me enche o saco para escrever a respeito. O faço com a esperança de que diminua o volume de e-mails e torpedos que ela me envia. Em suma, que as novas regras ortográficas a mantenham sossegada por um bom tempo. Cai o trema! Aliás, não cai... Dá uma tombadinha. Linguiça e pinguim ficam feios sem ele mas quantas pessoas conhecemos que utilizavam o trema a que eles tinham direito? Essa espécie de "enfeiação" já vinha sendo adotada por 98% da população brasileira. Resumindo,continua tudo como está. Alfabeto com 26 letras? O K e o W são moleza para qualquer internauta, que convive diariamente com Kb e Web-qualquer coisa. A terceira nova letra de nosso alfabeto tornou-se comum com os animes japoneses, que tem a maioria de seus personagens e termos começando com y. Esta regra tiramos de letra. O hífen é outro que tomba mas não cai. Aquele tracinho no meio das vogais, provocando um divórcio entre elas, vai embora. As vogais agora convivem harmoniosamente na mesma palavra. Auto-escola cansou da briga e passou a ser autoescola, auto-ajuda adotou autoajuda. Agora, pasmem! O que era impossível tornou-se realidade. Contra-indicação, semi-árido e infra-estrutura viraram amantes, mais inseparáveis que nunca. Só assinam contraindicação, semiárido e infraestrutura. Quem será o estraga-prazer a querer afastá-los? Epa! E estraga-prazer, como fica? Deixa eu fazer umas pesquisas básicas pela Internet. Huuummm... Achei! Essas duas palavrinhas vivem ocupadíssimas, cada uma com suas próprias obrigações. Explicam que a sociedade entre elas não passa de uma simples parceria. Nem quiseram se prolongar no assunto. Para deixar isso bem claro, vão manter o traço. Na contra-mão, chega um paraquedista trazendo um paralama, um parachoque e um parabrisa - todos sem tracinho. Joguei tudo no porta-malas pra vender no ferro-velho. O paraquedista com cara de pão de mel ficou nervoso. Só acalmou quando o banhei com água-de-colônia numa banheira de hidromassagem. Então os nomes compostos não usam mais hífen? Não é bem assim. Os passarinhos continuam com seus nomes: bem-te-vi, beija-flor. As flores também permanecem como estão: mal-me-quer. Por se achar a tal, a couve-flor recusou-se a retirar o tracinho e a delicada erva-doce nem está sabendo do que acontece no mundo do idioma português e vai continuar adotando o tracinho. As cores apelaram com um papo estranho sobre estarem sofrendo discriminações sexuais e conseguiram na justiça, o direito de gozar e com o tracinho. Ficou tudo rosa-choque, vermelho-acobreado, lilás-médio... As donas de casa quando souberam da vitória da comunidade GLS, criaram redes de novenas funcionando por 24hs, para que a feira não se unisse sem cerimônia aos dias da semana. Foram atendidas pelo próprio arcanjo Gabriel que fez uma aparição numa das reuniões, dando ordens ao estilo Tropa de Elite: - Deixe o traço! Deu certo. As irmãs segunda-feira, terça-feira e as demais, mantiveram o hífen. Os médicos e militares fizeram um lobby, gastaram uma nota preta pra manter o tracinho. Alegaram que sairia mais caro mudar os receituários e refazer as fardas: médico-cirurgião, tenente-coronel, capitão-do-mar. Uma pequena pausa para a cultura, ocasionada pelo trauma de ler muitas pérolas do Enem e Vestibular. Só por precaução... Almirante Barroso não tem tracinho. Assim era chamado Francisco Manuel Barroso da Silva. Sim, o cara era militar da Marinha Imperial. Foi ele quem conduziu a Armada Brasileira à vitória na Batalha do Riachuelo, durante a Guerra da Tríplice Aliança. No centro do Rio de Janeiro há uma avenida com seu nome (Av. Almirante Barroso). Na praia do Flamengo, há um monumento, obra do escultor Correia Lima, em cuja base se encontram os seus restos mortais. Fim da pausa! Acho que algumas regras pra este tracinho, até que simpático, foram criadas por algum carioca apaixonado. Será que Thiago Velloso e André Delacerda tiveram alguma participação nas novas regras? O R no início das palavras vira RR na boca do carioca. Não pronunciamos R (como em papiro, aresta e arara), pronunciamos RR (como em ferro, arraso e arremate). Falamos rroldana e não roldana, rrodopio e não rodopio, rrebola e não rebola. Pois bem, numa das tombada do hífen, o R dobra e deixa algumas palavras com jeito carioca de ser: autorretrato, antirreligioso, suprarrenal. Será fácil lembra desta regra.
Escrito por Géssica às 13h45
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continuação
Se a palavra antes do tracinho (nem vou falar em prefixo) terminar com vogal e a palavra seguinte começa com R é só lembrar dos simpáticos e adoráveis cariocas.
Mais uma coisinha: a regra também vale para o S. Fico até sem graça de comentar isso, pois todos sabemos que o S é um invejoso que gosta de imitar o R em tudo. Ante-sala vira antessala, extra-seco vira extrasseco e por aí vai... Quem segurou mesmo o hífen, sem deixá-lo cair, foram os sufixos terminados em R, que acompanham outra palavra iniciada com R, como em inter-regional e hiper-realista. Estes tracinhos continuarão a infernizar os cariocas. O pré-natal esteve tão feliz, rindo o tempo todo com o pós-parto de uma camela pré-histórica que ninguém teve coragem de tocar no tracinho deles. Já o pró - um chato por natureza, foi completamente ignorado. Só assim manteve o tracinho: pró-labore, pró-desmatamento. A vogal e o h não chegaram a nenhum acordo, mesmo com anos de terapia. Permanecem de cara virada um pro outro: anti-higiênico, anti-herói, anti-horário. Estou começando a achar que as vogais são semi-hostis com as consoantes... O interessante é que as vogais quando estão próxima umas das outras, não tem essa de arquiinimigas. Fizeram lipo juntas e conquistaram uma silhueta antiinflacionária de microorganismo. Sumiram todos os tracinhos, notaram? Vogal-vogal, com as novas regras ficam magrinhas microondas, antiibérico, antiinflamatório, extraescolar... Uma inovação interessante: - Podem esquecer o mixto , ele foi sumariamente despedido. Puseram o misto no lugar dele. Fiquei bolada com essa exceção: o prefixo co não usa mais hífen. Seguiu os exemplos de cooperação e coordenado, que sempre estiveram juntas. Não estou me lembrando no momento, de nenhuma palavra que use co com tracinho. Será que sempre escrevi errado? Quem diria que o créu suplantaria a ideia!? Teremos que nos acostumar com as ideias heroicas sem o acentoagudo. Rasparam também o acento da pobre coitada da jiboia. O acento do créu continua porque tem o U logo depois. Pelo menos a assembleia perdeu alguma coisa... Resta o consolo em saber que continuamos vivendo tendo um belíssimo céu como chapéu.”
Trabalho apresentado pelos alunos da 7ª série, turma 703: Renata, Marcela, William, Yasmine e Jeffrei Professora: Cecília Semana da Língua Portuguesa Colégio Bom Pastor junho/2008 
O blog de Maria Amália Camargo é pra lá de lúdico....Vejam só professores:
Dizem por aí que Vinícius de Moraes era um artista plural até no nome. Pois você sabia que desconhecidos também podem ser plurais? E também sujeitos singulares ou mesmo cheio de predicados? Veja os exemplos a seguir: SUJEITOS PLURAIS: Marcos; Lucas; Carlos; Euclides...
SUJEITOS SINGULARES: Otávio; Simone; Eurico; Gabriela; João... SUJEITOS GERÚNDIO: Armando; Fernando; Arlindo; Wando; Orlando...
SUJEITOS PARTICÍPIO: Conrado; Ledo; Aparecido... SUJEITOS OBJETO DIRETO: José Almeida; Luiz Américo; Ana Paula... SUJEITOS OBJETO INDIRETO (pra saber se a palavra exige complemento, basta fazer a pergunta “de quê?” após o nome): Rita de Cássia; Beltrano da Silva; Fulano de Tal... SUJEITOS CHEIOS DE PREDICADOS: Michael Schumaker (traduzindo em miúdos, Michel é sapateiro); Tarso Genro (o sogro dele deve ser alguém muito importante)... SUJEITOS INFINITIVO (nas 3 conjugações): Edgar; Valter; Aldair... SUJEITOS PLEONASMO: Angélica dos Anjos; Hilário Graça; Pedro Pedreira; Branca Clara Cândida; Divina Bárbara... Sujeitos com um “quê” de substantivo: Raimundo (tira o Rai fica mundo); Omar (o mar); Luana (no mundo da lua de Ana); Flora; (e aí também vem a Rosa); Ágata (de gata); Beatriz (atriz); Antenor (tenor); Marina... Sujeitos adjetivos: Ermelindo (tira o Erme fica lindo...); Perpétua (eterna); Graça (hilária)... Sujeitos adverbiais: Marcondes (onde?); Magali (ali!); Clemente (vocábulo terminado em “mente”). Sujeitos pronominais: Evaristo (isto); Benjamim (a mim); Romeu (meu); Eusébio (eu); Eleutério (ele); Daniela (ela). Sujeitos numerais: Umberto; Adonis; (tira o "a", tira o "ene", fica 2!). Agora SUJEITO COMPLEMENTO NOMINAL estou pra descobrir até hoje... Você conhece algum? Confiram: http://nacontramaodocontrario.blogspot.com
Escrito por Géssica às 13h44
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Colegas, navegando pelos blogs encontramos este "poema" no blog http://odificilprazerdeensinar.blogspot.com :
REFORMA POÉTICA: Em casos como AUTOESTIMA o hifen cai.
A sua é que não pode cair.
Em algumas palavras,o acento desaparece,como em FEIURA.
Aliás, poderia desaparecer a palavra toda.
O acento também cai em ideia, só que dela a gente precisa. E muito.
O trema sumiu em todas as palavras, como em inconsequência, que também poderia sumir do mapa.
Assim, a gente ia viver com mais TRANQUILIDADE.
Mas nem tudo vai mudar.
ABRAÇO continua igual. E quanto mais apertado, melhor.
AMIZADE ainda é com "z",como vizinho, futebolzinho, barzinho.
Expressões como "EU TE AMO" continuam precisando de ponto.
Se for de exclamação, é PAIXÃO, que continua com "x", como ABACAXI, que, gostando ou não, a gente vai ter alguns para descascar.
Solitário ainda tem acento, como Solidário, que só muda uma letra, mas faz uma enorme diferença.
CONSCIÊNCIA ainda é com SC, como SANTA CATARINA, que precisa tocar a vida pra frente. E por falar em VIDA, bom, essa muda o tempo todo,e é por isso que emociona tanto.
Postado por Cristina http://odificilprazerdeensinar.blogspot.com/
Escrito por krika às 12h33
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BLOG SERVE PRA ISSO! Retiramos do blog: http://educacioniceseafins.blogspot.com/ Antigamente, até a época do descobrimento do Brasil, vivía-se a era da oralidade. Apenas ouvíamos. A produção de informação era centrada em poucos indivíduos, e transmitidas oralmente. Aos demais cabia ouvir e confiar na memória para garantir uma transmissão fidedigna. Depois, com a prensa de Gutemberg, veio o advento da imprensa escrita e o acesso a informação tornou-se possível a todos que soubessem ler.
Entramos assim na era da leitura. Mas a produção da informação continuava restrita a poucos. Cerca de 400 anos depois entramos na era do rádio. As notícias se espalham mais rapidamente,entretanto continuamos como ouvintes, e sem ter acesso a produção e propagação de informação. Na década de 1960 conhecemos a televisão, e inaugura-se uma nova era: a era do vídeo. Já não ficamos somente ouvindo as notícias. Agora queremos "ouvir com os olhos".
A partir daí as coisas se aceleram e apenas 30 anos mais tarde os computadores pessoais abrem um novo mundo à informação e comunicação. Entramos na era da multimídia. Deixamos de ser apenas receptores. Enfim, podemos produzir, editar, publicar e compartilhar a informação.
E os Blogs servem pra isso! Num texto escrito para a apostila do Curso de Formação de Professores em Linux Educacional, realizado pelo NIED-Semec/Belém, escrevi: "Nesse cenário, a criança convive com um mundo formatado pelas Tecnologias da Informação e Comunicação-TIC; cresce e se desenvolve onde impera o computador, a mídia televisiva, as imagens frenéticas e coloridas, um universo imersivo, multivisual e multisonoro. (...)
Em contrapartida, a escola atual lhe oferece um mundo estático em preto e branco e espera que ela tenha reações de euforia e contentamento. O estudante da era da comunicação digital e imersiva já existe. E esse número aumenta exponencialmente a cada ano. Somente o espaço pedagógico tradicional se mantém o mesmo. Uma nova educação, uma nova escola, um novo educador tornam-se obrigatórios e urgentes. Nessa era nem o professor nem o aluno estão mais dispostos a, somente, LER, VER, OUVIR. E os Blogs servem pra isso!
Fonte: Franz Kreuther Este blog é minha rua.
Escrito por krika às 12h13
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