Por Géssica:
Pessoal, estive numa Orientação da Oficina Pedagógica da Diretoria de Ensino de São José dos Campos. Foi imensamente construtivo o encontro com os professores e com os PCOPs (Professores Coordenadores da Oficina Pedagógica) das ETIs (Escolas de Tempo Integral). Lá, disponibilizaram para nós um material fantástico, sobre diversos assuntos. Se tiver interesse em visitar o site da Oficina Pedagógica, com o material completo das Oficinas, o endereço é: http://sites.google.com/site/deconvoca/Home/documentos-oficiais/eti Publicarei alguns aqui que achei interessante (clique sobre a palavra destacada): Saiba mais sobre como fazer seu PORTIFÓLIO, com a PCOP Andréia - arquivo em pps Sugestões de atividades de Inglês para Ciclo I - arquivo em pdf Sugestões de atividades de Hora da Leitura para Ciclo I - arquivo em pdf Sugestões de atividades de Hora da Leitura para Ciclo II - arquivo em pdf Sugestões de atividades da Oficina de Orientação para Estudo e Pesquisa - arquivo em pdf Abaixo, textos interessantes para serem trabalhados (para salvar, clique com o botão direito sobre o texto e mande SALVAR COMO):  
Contribuição da Krika para esta postagem. Ela visitou o blog da xará dela (Cristina, http://odificilprazerdeensinar.blogspot.com ) e encontrou estes dois textos: De aorcdo com uma peqsiusade uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as Lteras de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia Lteras etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa Ltera isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Sohw de bloa. Fixe seus olhos no texto abaixo e deixe que a sua mente leia corretamente o que está escrito.
35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45 P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4 CONS3GU3 F4Z3R CO1545 1MPR3551ON4ANT35! R3P4R3 N155O! NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO, M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3 V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO QU453 4UTOM4T1C4M3NT3, S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO? POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O! SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3! P4R4BÉN5! O texto de Lewis Carrol abaixo, se ler com entonação, você perceberá que é possível entendê-lo, pois segue a as regras da sintaxe. Pode ser muito bem explorado (esse texto) nas aulas que se fala de concordância. Aproveite!  
Abaixo um trecho do livro A PAIXÃO PELA LEITURA. Responda-me você: Tem como ensinar a criança a ler sem gostar da leitura??? Como passar o gosto pela leitura se você não for um apaixonado por ela?? ATENÇÃO: PARA VOCÊ CONSEGUIR LER É NECESSÁRIO QUE SALVE O DOCUMENTO.
 
Aqui um plano de aula para você: Para aperfeiçoar seu conhecimento, saiba: 

Escrito por Géssica e/ou Krika às 14h26
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Por Krika
PROJETO ESTÍMULO À LEITUra 
Justificativa: "Um leitor competente só pode constituir-se mediante uma prática constante de leitura de textos de fato, a partir de um trabalho que deve se organizar em tomo da diversidade de textos que circulam socialmente. Esse trabalho pode envolver todos os alunos, inclusive aqueles que ainda não sabem ler convencionalmente." ( PCN,LP,1997,p.54) Falar, ouvir e escrever são essenciais em nossa relação com os outros e com o mundo. E a linguagem é a ferramenta cultural que utilizamos para esta inter- relação. Este projeto pretende mergulhar nas diferentes formas de ver o mundo presentes nos textos. Sendo a escola o lugar apropriado para a aquisição e a construção de conhecimentos, o presente projeto pretende dar ênfase as leituras de cunho éticos, ajudando seus alunos a adquirir valores, desenvolver sua inteligência, sensibilidade e emoção, através das atividades intituladas de "Pequenas Ternuras". Assim a projeto estará indo ao encontro das Propostas Políticas Pedagógicas da escola, contribuindo para o desenvolvimento do indivíduo, incutindo principalmente, através de atividades lúdicas os seus direitos e deveres como estudante, socializando-o como futuro cidadão. Diagnóstico de Situação: A leitura como ação inteligente e reflexiva possibilita a compreensão da realidade que nos cerca. A orientação do trabalho com leitura e interpretação oral estimula a flexibiliza a explicação dessa realidade, proporcionando a ampliação de uma visão de mundo. Durante o ato de leitura e escuta de textos se estabelece um diálogo entre autor e leitor. O leitor ativa seus conhecimentos prévios, lança mão de conhecimentos lingüísticos e extralingüísticos. Também recebe estímulo de outros textos e de outras linguagens estabelecendo relações e conferindo novos sentidos aos textos trabalhados. É assim que a leitura se toma significativa. Portanto, ao final das atividades do projeto, espera-se que os alunos estejam: - desinibindo sua linguagem oral; - melhorando seus conhecimentos linguísticos; - estimulados para ler sempre mais; - despertados para o gosto da leitura; - ampliando seu repertório através da diversidade de gêneros textuais. Abrangência: Alunos dos sextos anos do ensino básico. Professoras envolvidas - regentes dos sextos anos e professora responsável pelo projeto. Observação: o projeto é executado por uma professora fora da sala de aula, os alunos são chamados para as leituras. Plano de Ação: Objetivo Geral: Desenvolver a competência de leitura do aluno buscando torná-lo um leitor eficiente. Objetivos Específicos: Despertar no aluno o interesse em relação aos mais diferentes tipos de textos e o desejo de lê-los por iniciativa própria; Capacitar o aluno para fazer uma leitura proveitosa e prazerosa, extraindo deles conteúdos para análise e reflexão; Capacitar o aluno para apresentar argumentos, expressando-os de forma eficaz através da linguagem oral, manifestando sua consciência de participação social. Capacitar o aluno para perceber a riqueza de variedade e uso da língua: padrão, norma, dialeto, variante, sotaque, gíria. Desenvolver a leitura silenciosa interpretativa. Valorizar a conduta humana através de vivências na escola dando ênfase aos valores morais, ética e cidadania. Refletir a importância de assimilar bons hábitos através das virtudes. Adotar atitudes corretas no dia-a-dia, respeitando a si e aos outros. Valorizar o espaço escolar, preservando-o através de boas ações. Compreender seu papel dentro da unidade escolar, atuando como aluno responsável. Metas: Estimular os alunos para leitura como ação inteligente e reflexiva,garantindo o acesso aos saberes lingüísticos necessários para o exercício da cidadania, direito inabalável de todos. Ações: O projeto será realizado baseando-se na necessidade de exploração de textos diversificados - verbais e extraverbais proporcionando o desenvolvimento da expressividade, do uso funcional da linguagem, da leitura e da reflexão sobre o mundo, ampliando assim o repertório do aluno, com exposição de maior diversidade de gêneros textuais. "A literatura é um autêntico e complexo exercício de vida, que se realiza com e na linguagem." Nelly N.Coelho. Serão apresentados temas durante o ano letivo. Primeiro tema: Brincadeiras e fantasias Desinibir os alunos; Desenvolver : Avaliar os conhecimentos prévios dos alunos e permitir que eles falem sobre suas experiências a respeito das histórias lidas; Reconhecer pistas que levam à identificação do gênero; Relacionar o texto verbal com o não verbal, valendo-se de ilustrações, fotos, etc... como apoio para compreensão do texto. Fevereiro/março: Leituras sobre a origem de alguns brinquedos; Boneca, boneca Barbie, bola, bola de gude, ioiô; Curiosidade: a origem do boné; Origem de algumas brincadeiras: amarelinha, pipa, peteca; Cirandas, cantigas de roda, etc; Poesias e músicas sobre o tema; Algumas histórias de fadas, enfatizando fatos pitorescos e originais, resgatando conhecimentos já adquiridos. Demais temas serão apresentados em outras postagens. Estratégia: O aluno lê silenciosamente, depois lê para a professora e em seguida conta o que leu. Estas leituras são colocadas em saquinhos individuais. Importante lembrar que trata-se de uma atividade oral, portanto, não deve passar de uma página. Na medida em que o aluno for evoluindo, aumenta-se o grau de dificuldades do vocabulário. No primeiro mês faz-se um diagnóstico, portanto, leituras mais fáceis. Avaliação: Acontecerá durante todo o processo: Através da observação, participação, interesse e desempenho dos alunos; Através de anotações referentes às leituras; Através de contatos com professoras regentes (fichas de avaliação mensal de cada turma); Através de concursos de resenhas; Através de pesquisas, etc. Modelo: Ficha de avaliação PROJETO "ESTÍMULO À LEITURA" AVALIAÇÃO DAS LEITURAS NO MÊS/ANO: SALA: PROFESSORA: PROFESSORA DA CLASSE: LEITURA: entonação, pontuação, fluência e expressividade. INTERPRETAÇÃO: idéia central, interpretação dos fatos, seqüência lógica e comentário/julgamento/opinião. OBSERVAÇÃO: segue com o dedo, troca, repete ou salta palavras e leitura vagarosa ou rápida. Lêem e Com alguma Dificuldade na Dificuldade na Mais dificuldades Leituras Interpretam bem dificuldade interpretação leitura Bibliografia: Leituras retiradas da internet; PCNs- Língua Portuguesa; Artigos pedagógicos da internet; Revistas pedagógicas. Sites infantis: Canal kids, Recreio
Escrito por Géssica e/ou Krika às 22h33
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Continuação - por Krika
Algumas sugestões de leituras do primeiro tema do projeto acima: Brincadeiras e fantasias: 1- Contos de sentimentos Entre na magia do mundo de fantasias e significados dos contos de fadas! História tem alegrias, tristezas, paixões, decepções... Pode estar escrita em forma de aventura, trazendo um desafio ou uma missão para o personagem principal. Pode, também, narrar a transformação da vida desse personagem, que passa de sapo a príncipe, de pobre a rico ou de infeliz a muito feliz. É assim, misturando fantasias e significados, que são os contos de fadas. Que tal entrar nessa magia? 
Os contos de fadas são narrativas muito antigas que nem sempre estiveram nos livros. Essas histórias que hoje nos são tão familiares foram passando de boca em boca, de uma cidade para outra, de uma região para outra. Alguns contos de fadas têm origem nos países do Oriente. Outros, em países ocidentais, em geral, na Europa. 2-Contos de fadas 
De origem celta, os contos de fadas são uma variação do conto popular ou fábula. Partilham com estes o fato de serem uma narrativa curta, transmitida oralmente, e onde o herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal. Caracteristicamente envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento, e apesar do nome, animais falantes são muito mais comuns neles do que as fadas propriamente ditas. Alguns exemplos: "Rapunzel", "Branca de Neve e os Sete Anões" e "A Bela e a Fera". Como as histórias não têm fronteiras, elas foram ganhando o mundo. De onde quer que tenham vindo, esses contos carregados de sentimentos foram conquistando seu espaço nas mais diversas regiões e sendo narrados de um jeito correspondente à cultura local. E como é interessante perceber que um conto de um país do sul tem semelhança com o de um país do norte, ou até de outro continente. Isso a gente percebe depois de ler histórias provenientes de diferentes partes do mundo.

3-Rapunzel Rapunzel é um conto de fadas compilado no livro Contos para a infância e para o lar, dos Irmãos Grimm. Rapunzel é criada numa imensa torre, prisioneira do mundo, por uma bruxa malvada. O cabelo da menina nunca é cortado e é conservado como uma gigantesca trança. Um dia, um príncipe passando pelo local, ouve Rapunzel cantando, e decide salvá-la das garras da bruxa. Ao enfrentar a vilã, é castigado com uma cegueira total. Mas, no final da história, sua visão é recuperada pelas lágrimas da amada, e o casal se casa e conseguem o esperado final feliz.
 4- A bela e a fera Quem não se lembra dessa linda História “A Bela e a Fera” que até hoje é mostrada pelos contos de fadas como um dos mais lindos romances já vistos? Conta a história de uma jovem que é obrigada a viver em um castelo, convivendo com um príncipe transformado em fera. Onde com o tempo ela aprende a amá-lo, valorizando sua beleza interior. Assim quebrando o feitiço. Características dos contos de fadas • Podem contar ou não com a presença de fadas, mas fazem uso de magia e encantamentos; • Seu núcleo problemático é existencial (o herói ou a heroína buscam a realização pessoal); • Os obstáculos ou provas constituem-se num verdadeiro ritual de iniciação para o herói ou heroína; • Sua origem é celta.

5- Branca de Neve Ela é a primeira princesa e até hoje uma das mais celebradas. Doce, inocente e meiga, ao despertar a inveja na bruxa má, ela é obrigada a se refugiar na casa dos sete anões e após morder uma maçã envenenada, o beijo do príncipe a traz de volta à vida. Seu filme estreou em 1937 e foi sucesso de público e crítica. 
6 – A última princesa da era clássica . Apesar de A Bela Adormecida não ter feito o sucesso esperado quando foi lançado em 1959, hoje é considerado um clássico. Doce, curiosa e bela, Aurora se apaixona por aquele com quem ela deveria se casar mas não sabia e, assim como sua antecessora, Branca de Neve, desperta com um beijo do amado. 
A Bela Adormecida é um conto de fadas, sobre uma princesa que é enfeitiçada para dormir até que um príncipe encantado a desperte com um beijo de amor. 7-Sabe de onde vem a palavra fada? É originária do latim fatum, que vem do grego, que significa "coisa que brilha". Fada e todos os seus derivados, como fábula, falar, fatalidade, fado… confirmam que quem escreve contos de fada quer fazer algo brilhar na cabeça dos leitores. De onde vêm as fadas? As fadas existem em todos os cantos do mundo, em cada lugar originadas de formas diferentes dependendo da cultura local. 
8- IOIÔ O ioiô é um brinquedo incrivelmente simples: nada mais do que um carretel atado a um pedaço de corda. Mas nas mãos certas, pode ser algo extraordinário: um jogador de ioiô pode fazê-lo voar em todas as direções, pairar no ar e voltar rapidamente a sua mão. Corda e madeira (ou plástico) ganham vida. Isso pode parecer magia, mas é simplesmente física. Tanto o ioiô clássico quanto os sofisticados ioiôs "automáticos" que apareceram nos últimos anos são demonstrações notáveis de princípios científicos fundamentais. IOIÔ O ioiô é um dos brinquedos mais populares e duráveis de todos os tempos. Os gregos brincavam com eles há mais de 2.500 anos e há evidências de que os chineses desenvolveram brinquedos semelhantes antes disso. Em todo caso, o ioiô demonstrou uma longevidade fenomenal: é mais velho do que qualquer outro brinquedo, exceto a boneca. Aconteceram diversas variações no desenho do ioiô ao longo dos anos. No desenho original, que ainda era popular até o começo do século XX, a corda era atada com segurança ao eixo da roda. No ioiô moderno, trazido aos Estados Unidos das Filipinas, nos anos 20 (veja abaixo), a corda faz apenas um laço em volta do eixo da roda. 
9-Bola É claro que, no tempo de seu avô, as crianças jogavam bola. No tempo de seu bisavô também. Mas será que seu tataravô jogava? É uma boa pergunta! Bom, se ele não jogava, não era por falta da gorduchinha. Na verdade, a bola já existia no Japão, há 6.500 anos e era feita de bambu. Na Grécia e Roma antigas, as crianças também já brincavam de bola. Elas eram feitas de couro e recheadas de crina de cavalo ou penas de aves. Às vezes usava-se até bexiga de boi! Mas a bola de plástico como você conhece hoje só passou a ser fabricada depois de 1950, com a fabricação do plástico em escala industrial. 
10- Origem das bonecas Com o tempo, as bonecas foram se aperfeiçoando. Ainda mais quando surgiram as Exposições Universais, que fizeram com que os fabricantes caprichassem cada vez mais em suas criações – inclusive tentando reproduzir com maior fidelidade à figura feminina. Novidades não tardaram a surgir. Em 1855, foi criada a primeira boneca com os membros articulados. No mesmo ano, na Exposição Universal, concorreu a primeira boneca com rosto em biscuit. A evolução continuou com o passar dos anos. Os olhos passaram a ser fixados no interior da cabeça, o pescoço ganhou articulação e algumas bonecas começaram a ser montadas peça a peça, tal como as conhecemos hoje – com braços, pernas, corpo e cabeça encaixados. Em 1862, surgiram mecanismos que permitiam que as bonecas movimentassem os membros. 
Escrito por Géssica e/ou Krika às 22h22
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Continuação - por Krika
11-A origem da boneca é tão antiga quanto a história do homem e provavelmente as suas primeiras aparições foram na Pré-História. Elas passaram a ser vistas como brinquedos infantis no século 18, sendo fabricadas a partir de então, em maiores quantidades. A boneca para a criança é um espelho do seu ser, é uma amiga muito próxima do seu coração, pois sempre a acompanha em todos os seus momentos, seja nas brincadeiras, nas tristezas e alegrias, na cama ao dormir, por esse motivo a criança estabelece uma relação de imenso valor para com a boneca, e isso não ocorre com outros brinquedos. Naquele tempo, as bonecas eram feitas principalmente para os adultos, pois reproduziam fielmente as figuras da corte e da sociedade. As peças eram geralmente feitas de madeira, com rosto de porcelana, e vestidas com trajes de época. Como eram um produto voltado às classes mais ricas, surgiram roupinhas feitas por grandes costureiros e pessoas interessadas na fabricação artesanal. 12-A História da Barbie A Barbie foi criada por Ruth Handler e o seu marido Eliot em 1936, sendo esta uma ideia de Ruth, que sempre via a sua filha Bárbara brincando com bonecas de papel que trocavam de roupa, foi então que lhe surgiu a ideia de criar uma boneca que trocasse de roupa, usando uma modinha e também com uma feição adulta diferente das bonecas da época. Ela foi lançada oficialmente na Feira Anual de Brinquedos de Nova York, a 9 de Março de 1959. A imagem da Barbie sempre foi a de uma modelo, símbolo de beleza e juventude. Ruth e Eliot Handler eram donos da empresa de brinquedos Mattel, fabricando a Barbie que teve 340.000 bonecas do primeiro exemplar. Logo após o seu sucesso de vendas foram criadas outros modelos de Barbies e logo a Barbie também ganhou uma família: em 1961 chega seu namorado Ken. 
13 -A História de Barbie Barbie também foi a primeira boneca a ser maquiada e a receber acessórios. Continuou a sua trajetória em 1960 lançou novos modelos agora ainda mais inspirados na moda contemporânea como a moda de 1950. Em 1962, se vestiu de Jacqueline Kennedy, exemplo de elegância e bom gosto, com o famoso conjunto cor-de-rosa. Em 1965, ela ganhou pernas flexíveis. Em 1968, seu rosto ganhou um aspecto ainda mais jovem, com longos cílios e olhos azuis. Fechando a década, roupas floridas, estampas psicodélicas e grandes óculos. A coleção em 1980, teve Barbies vestidas de roupas típicas de vários países. Exemplos: México, Chile, Jamaica, Brasil, Inglaterra, Holanda, França, Itália, Japão e Nigéria. Ela se veste também como pessoas famosas. Barbie em 1990 chegou dirigindo uma Ferrari, se divertindo, cantando e dançando. Seus cabelos estavam mais compridos que nunca e suas roupas cada vez mais sofisticadas. Em 1992, sempre politicamente correta, ela se candidatou à presidência dos Estados Unidos. 
14 -A Origem do Boné A palavra boné tem origem na França. Era o nome que se dava ao ofício das pessoas que viviam de tecer, em malha, coberturas para cabeças, na época chamadas de casquetes de malha. O boné mais antigo de que se tem notícia é um que está em um museu na França, que tem aproximadamente 2.250 anos de existência. Diz a lenda que em 1800 um açougueiro inglês inventou o boné mais próximo do que conhecemos hoje, feito em gomos, com alça regulável na parte de trás e uma abertura. Essa inovação possibilitaria que se fabricassem bonés em escala industrial, e pessoas com tamanhos de cabeças diferentes poderiam usar o mesmo modelo, já que ele passou a ser regulável. No final do século 19, especialmente com os atletas americanos de beisebol, tornou-se popular o modelo com copa justa e pala larga. Esse modelo, prático por proteger os olhos dos jogadores do sol e por se manter firme na cabeça mesmo enquanto eles corriam. 15 - A história do boné começa por volta do ano de 1800. Inicialmente fabricados com malha, os bonés eram utilizados unicamente como fonte de proteção solar, sendo um derivado do chapéu tradicional. No final século 19, eles começaram a ganhar destaque no mundo dos esportes, principalmente no beisebol, que adotaria o acessório como parte do uniforme. A partir dos anos 60, com a popularidade que o boné estava ganhando, as empresas resolveram confeccioná-lo com cores vivas, visando atender ao público jovem. Foram colocadas estampas de diversas logomarcas nos bonés. Nos anos 80, os bonés ganharam tecidos acetinados e detalhes bordados especiais para destacar nas danceterias da época. Times de futebol, basquete e marcas mundo afora adotaram o boné como peça fundamental para divulgação. 16 -Origem das brincadeiras Existem brincadeiras e brinquedos que hoje conhecemos por passar de geração em geração. Possuem várias origens e participaram de várias etapas do país. Hoje, essas brincadeiras fazem parte da cultura do nosso povo e parte do folclore brasileiro que marcam os períodos por aqui vividos. Os índios que viviam no Brasil antes do seu período de descobrimento utilizavam uma trouxa de folha cheia de pedras que eram amarradas numa espiga de milho. Brincavam de jogar esta trouxa de um lado para outro, chamavam-na de Peteca, que em tupi significa bater. De origem francesa, a amarelinha chegou ao Brasil e rapidamente se tornou popular. A brincadeira consiste em um desenho formado por blocos numerados de 1 a 9, com semicírculos nas extremidades que são jogados com uma pedrinha que deve obedecer as paredes de cada bloco.
Cerca de 1000 anos antes de Cristo, a pipa era utilizada como forma de sinalização, mas ao chegar ao Brasil, trazida pelos portugueses, a pipa se tornou somente uma forma de diversão. Esta voa através da força dos ventos e é controlada por uma corda que permite ao condutor deixá-la cada vez mais alta ou mais baixa.
A ciranda, que é a dança mais famosa do Brasil, foi trazida de Portugal como dança adulta, mas logo sofreu transformações e passou a alegrar as brincadeiras infantis. É bastante utilizada ainda hoje em escolas, parques e espaços que prezam as brincadeiras antigas passando-as a novas gerações, mostrando sua importância folclórica e cultural. O jogo do osso de origem pré-histórica também é bastante passado aos netos pelos avós. Consiste em jogar um objeto para o alto e pegar outro em seu lugar fazendo um jogo de malabarismo.
Escrito por Géssica e/ou Krika às 22h21
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RECADINHO Pessoal, fico imensamente feliz com a visita de vcs, ainda mais quando chego aqui e vejo que vcs nos dão o "feedback" de que estão gostando. A Krika já me enviou materias para postagens novas, e ainda tenho aqui alguns planos de leitura para publicar. Entretanto, só estará no ar essas novas postagens no fim de semana, pois estarei com extremo serviço durante esses dias. Como aqui, no Estado de São Paulo, estamos em fase de Planejamento na escola, durante esses 3 dias (quanta, quinta e sexta) estarei off. Mas não deixe de nos visitar e aproveitar o material que já postamos. Se puder participar, deixe seu comentário, pois ficamos muito feliz com ele. Um big abraço a todos nossos fieis leitores, e aos novos tb! Géssica
Escrito por Géssica e/ou Krika às 05h42
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Teatro "O Saci"
Gosto muito de trabalhar teatro com meus alunos. É um tipo de atividade que dá trabalho, mas o resultado é extremamente prazeroso. Como professora de "Hora da Leitura", na Rede Estadual, certa vez, com uma turminha de 5ª série, propus diversas leituras sobre as personagens do Sitio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. Falamos também das figuras folclóricas brasileiras, pois estavamos no mês de agosto. Depois de todo esse processo, propus transformarmos todo o conhecimento adquirido em peça teatral. Junto deles, bolamos a peça "O Saci" (publicada abaixo), que ensaiada e, por fim, apresentada a toda escola. Foi um trabalho extremamente satisfatório. Professora Géssica 
TEATRO: O SACI PERSONAGENS: Narrador, Pedrinho, Narizinho, Dona Benta, Tia Nastácia, Emilia, Tio Barnabé, Curupira, Saci, Lobsomem. MATERIAIS NECESSÁRIOS – carteiras unidas para formar uma mesa, oito cadeiras, algo para fazer barulho que será ouvido na floresta, garrafa, rolha, peneira, NARRADOR – O sítio de D. Benta ficava num lugar muito bonito. A casa era das antigas, de cômodos espaços e frescos. Lá vivia além de Dona Benta, Emilia, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e outros personagens tão conhecidos por vocês. Todo ano Pedrinho e Narizinho iam ao sítio passar suas férias. Em um desses anos Pedrinho tinha andado com a cabeça cheia de sacis. (Cenário: Todos em volta de uma grande mesa comendo. Junto a todos eles estava Tio Barnabé). DONA BENTA – Que bom que veio almoçar com a gente, Tio Barnabé. TIA NASTÁCIA – Espero que goste da polenta que fiz. TIO BARNABÉ – Tá uma verrdadeira preciosidade sua comida, comadre Nastácia. DONA BENTA – Tio Barnabé, mudando de assunto, você sabia que o Pedrinho anda com a cabeça cheia de sacis??? TIA NASTÁCIA – Cruz credo! TIO BARNABÉ – Pois me admira muito, Pedrinho. Gente da cidade não credita em sacis, mas saci ‘exéste’ sim. Eu memo já vi muitos. A primeira veiz que eu vi, eu tinha assim sua idade. Foi no tempo da escravidão. Depois disso, quantos e quantos eu vi. NARIZINHO – É verdade que saci vive aprontando? TIO BARNABÉ – É sim! Quantas ele pode! Azeda o leite, quebra as pontas das agulhas, esconde as coisas, queima o feijão que está no fogo. Tudo que numa casa acontece de ruim é arte do saci. Ele também atormenta os cachorros, persegue os cavalos, chupa até o sangue deles... Ele não faz maldades grandes, mas as pequenas ele vive fazendo. EMILIA – E, como se pega um saci? DONA BENTA – Para pegar um saci, precisa-se de um peneira, e... TIA NASTÁCIA – cês não estão querendo pegar saci, né? PEDRINHO – Claro que sim, não tenho medo de saci. Vou colocar ele numa gaiola. TIO BARNABÉ – mas saci, você prende na garrafa e coloca uma rolha, com uma cruzinha em cima. Tira a carapuça dele, porque saci sem carapuça é cachimbo sem fumo. DONA BENTA – Isso mesmo, e você só consegue pegá-lo num dia bem ventoso, daqueles de formar rodamoinho. TIA NASTÁCIA – Em todo rodaimoinho, Deus nos livre, há um saci dentro. TIO BARNABÉ - Quano o rodamoin tiverrr bem pertin, joga a penera em cima dele e enfia ele na garrafa bem di pressa. EMILIA – Se eu pegar um saci, vou fazer dele meu escravo. NARIZINHO – Coitado, Emília! TIA NASTÁCIA – Tá bom, tá bom, tá bom... chega desse papo de saci. Quero essa coisinha ruim bem longe de casa. DONA BENTA – Crianças, vão brincar lá fora, já que acabaram de comer. (As crianças se levantam da mesa. Fecha-se a cortina.) NARRADOR – Após essa conversa em volta da mesa, Narizinho, Pedrinho e Emilia, planejaram pegar um saci no dia de São Bartolomeu, que era o dia mais ventoso do ano. (Cenário: um terreno do lado de fora da casa. Pedrinho com uma peneira na mão, Narizinho com uma garrafa e Emília com a rolha). NARIZINHO – Olhem! Está vindo um rodaimoinho daqueles!!! EMILIA – Quando eu disser já, você joga a peneira, Pedrinho! PEDRINHO – Eu sei quando jogar a peneira, Emília! EMILIA – AGORA! JÁ! (Pedrinho joga a peneira). PEDRINHO – Rápido, Narizinho, me dá a garrafa! (Narizinho entrega-lhe a garrafa) PEDRINHO- A rolha, Emília. (Emilia faz o mesmo. Depois de arrolhar a garrafa embaixo da peneira, Pedrinho tira a peneira de cima e olha p garrafa. Emilia cai na gargalhada). EMILIA- Hahahahahahahahaha. Você não conseguiu! Eu falei, eu faria melhor... (Pedrinho olha desapontado para a garrafa. Narizinho esconde o riso. Chega tio Barnabé) TIO BARNABÉ – Dexa de serrr boba, Emília. O saci está aí dentro, sim. Ele só aparece quando a genti vai caino no sono... (Pedrinho fica feliz) NARIZINHO- Vamos voltar para a casa, então. A estas horas o bolo de fubá da Tia Nastácia já tá pronto. (Todos vão até a mesa da cozinha.Tia Nastacia na cozinha. Tio Barnabé vai embora). TIA NASTÁCIA – Vixe Maria, cruz credo, Nossa Sinhora... não vai mi dizê que o saci tá aí... EMILIA – Pois, ele está sim, mas ninguém pode ver. TIA NASTÁCIA – Some com essa coisinha ruim daqui! Não sei como D. Benta aceita uma coisa dessas. (De repente a garrafa começa a sacudir. Tia Nastácia sai correndo) NARIZINHO – o que que tá acontecendo? PEDRINHO – Não sei. EMILIA – Ele deve estar querendo sair... (A garrafa pára de sacudir) PEDRINHO – Parou. Acho que não era nada. (Sentaram-se na mesa. Serviram-se do bolo. Todos foram sentindo sono e Emilia e Narizinho adormeceram na mesa. Pedrinho manteve-se acordado olhando para a garrafa atentamente. Ele ouve uma voz)
Escrito por Géssica e/ou Krika às 18h44
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continuação
SACI – Me tire da garrafa, Pedrinho, que te dou minha palavra de saci que te mostro os segredos da mata virgem. Sei que você sonha em conhecer a mata. Vamos, me tire daqui e me devolva a minha carapuça. PEDRINHO – Tirar você da garrafa... não sei.... me custou tanto pega-lo... A mata virgem... conhecer os segredos... tá bom.... solto você... (Pedrinho abre a garrafa. Saci aparece em tamanho normal na sua frente). SACI – Vamos, Pedrinho, vamos, antes que sua vó apareça. (Pedrinho e Saci saem. Narizinho e Emilia acordam. A garrafa aberta, vazia a frente delas. Ambas olham para a garrafa). EMÍLIA- Cadê o saci? NARIZINHO – Cadê o Pedrinho? (D. Benta entra em cena) D. BENTA – O que está acontecendo? NARIZINHO – Pedrinho sumiu. Tinha um saci nessa garrafa e sumiu também. EMILIA – Ai que raiva! Pedrinho nos enganou. Ele tá escravizando o saci sozinho, sem mim. Ele vai ver só. DONA BENTA – Deixa de bobagem, Emilia. O Pedrinho não faria nada disso. Aconteceu alguma coisa. Vamos procurar tio Barnabé. Ele saberá o que fazer. (Todos saem. Fecha-se a cortina). NARRADOR – Enquanto as crianças e D. Benta conversavam e em seguida iam procurar Tio Barnabé. Pedrinho e o Saci foram se enfiando cada vez mais dentro da floresta de mata virgem. Lá era um lugar muito perigoso. Lá se encontra todo tipo de coisa. Lobsomem, Curupira, Sereia e até mula-sem-cabeça. É lá também que todos os sacis se reúnem. Será que o Saci estava enganando o Pedrinho? Pedrinho sabia que entrava num lugar tão perigoso assim? (Pedrinho entra em cena) PEDRINHO – Que lugar magnífico, saci. SACI – Aqui há segredos que muita gente desconhece. (Ouve-se um barulho) PEDRINHO- O que foi isso? SACI – O corajoso filho de D. Benta está com medo? (ouve-se um uivo). SACI – Pois está caindo a noite e sem minha proteção, adeus ao netinho de dona Benta. E, esse barulho é apenas o lobsomem que ronda a mata. Hoje é noite de lua cheia. (Pedrinho estremece de medo) PEDRINHO – Lobsomem???? (Antes que pudesse responder, aparece diante deles um terrivel lobsomem. Pedrinho cai no chão imóvel. Saci começa rir. Lobsomem uiva e vai para cima de Pedrinho. Saci joga-lhe um pó. Lobsomem começa a se coçar terrivelmente e se afasta coçando). PEDRINHO QUASE SEM FALA TENTA PERGUNTAR – O que...(aponta com o dedo p onde o lobsomem foi). (saci rindo responde) SACI – Aquilo é pó-de-mico. É um pó que provoca uma coceira tão grande que se ele encontrar um ralador ele a usaria para coçar..... (e saci cai no chão de tanto rir). PEDRINHO – Saci, acho que quero voltar para casa. SACI – não podemos voltar para a casa agora. É muito tarde para passar pelo coração da mata hoje a noite. Lá deve estar cheio de sacis reunidos. É perigoso demais. Temos que esperar o dia amanhecer. (ouvindo isso, Pedrinho sentou-se e ouve-se mais um barulho). PEDRINHO – O que é isso agora saci, vc está ouvindo? SACI – Alguém está aproximan... (antes que pudesse terminar de falar, aparece diante deles o Curupira. Voltando-se para o saci, pergunta) CURUPIRA – O que um humano está fazendo próximo ao coração da floresta, Saci? Aposto que ele veio aqui para derrubar as árvores ou caçar os animais, mas deixe comigo, Saci, vou acabar com ele. SACI – Acalme-se Curupira. Não é nada disso. Encontrei ele perdido aqui e descobri que ele é sonambulo (saci, dá uma risadinha), veio até a mata sem perceber. Estava dormindo. Acabou de acordar aí, por isso está aí nesse canto sentado. CURUPIRA – sonâmbulo? Não acredito em você, saci. Vou cuidar dele pessoalmente. (entra em cena D Benta e Tio Barnabé.) TIO BARNABÉ – O que está acontecendo aqui? CURUPIRA – D. Benta? DONA BENTA – Eu mesma Curupira. O que quer fazer com meu neto? CURUPIRA – Não sabia que ele era seu neto. DONA BENTA. – sim, ele é meu neto. TIO BARNABÉ – O saci trouxe Pedrinho para cá. (curupira olha para Pedrinho) CURUPIRA – Como voce é neto de Dona Benta, não farei nada contra você. Dona Benta cuida dessa floresta e dos animais melhor que qualquer ser humano. Merece minha consideração. (Curupira volta-se para D. Benta) CURUPIRA – Até breve, D. Benta. (Curupira se vai). TIO BARNABÉ – E, você, Saci. Ninguém mandou cê trazer Pedrinho pra cá. SACI – Nós só estavamos nos divertindo um pouco. DONA BENTA – É muito perigoso por aqui, você não devia ter trazido ele. SACI – Mas eu tou cuidando dele. PEDRINHO – É verdade, vovó, o Saci até jogou pó-de-mico no lobsomem. DONA BENTA – Chega de aventuras por hoje. Vamos embora. E, você, saci, antes de trazer meu neto para a floresta de mata virgem outra vez, espere que ele, antes, saiba dos perigos que encontra aqui. Ele não teria vindo se soubesse. (Todos vão saindo de cena. Dona Benta e Tio Barnabé na frente. Pedrinho atrás. Pedrinho volta-se para o saci e fala baixinho). PEDRINHO – Outro dia voltamos aqui com Narizinho e Emilia. (Pedrinho pisca para Saci que retribui, sorri e sai pulando. Todos saem de cena. Entra narrador). NARRADOR – Naquela noite, Pedrinho só não conheceu mais os personagens do nosso folclore porque teve de voltar para casa. Dona Benta, no fundo, sabia que Pedrinho voltaria lá. O interessante saber é que, desde esse dia, Pedrinho e o Saci se tornaram grandes amigos. Emilia ficou furiosa com Pedrinho porque não foi junto com ele. E, o sonho de Narizinho era conhecer a Iara, a mais bonita de todas as sereias.
Escrito por Géssica e/ou Krika às 18h43
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 Postarei abaixo um PROJETO DE TRABALHO DE LÍNGUA INGLESA, que fiz no ano de 2007. Espero que possam aproveitar!!! Abraços Géssica 
PROJETO DE TRABALHO DE LÍNGUA INGLESA Modalidade de ensino: Ciclo I - Ensino Fundamental Professor responsável: Géssica Almeida Santos Oficina Curricular: Língua Inglesa Introdução: “ A aprendizagem desperta processos internos de desenvolvimento que somente podem ocorrer quando o indivíduo interage com outras pessoas” Vygotsky É de grande importância o aprendizado da Língua Inglesa na infância, pois quanto mais cedo ela começar a estudar outra língua, mais fácil será assimilar tudo que engloba esse saber. A Língua Inglesa desperta na criança a curiosidade, que a motiva a uma aprendizagem mais rápida e eficaz. Justificativa: É essencial para a aprendizagem de séries iniciais que a Língua Inglesa seja ensinada de forma divertida e prazerosa, para que a criança se sinta motivada. Esta aprendizagem se dá através de atividades lúdicas, que estimulem e desenvolvam a capacidade de concentração da criança e assim ela possa ter uma finalidade no seu aprendizado. De acordo com Piaget, em sua formulação teórica do desenvolvimento cognitivo (infantil), o Período operatório Concreto (07 aos 11 anos) é o período onde as palavras tornam-se instrumento do processo do pensamento e a criança torna-se mais comunicativa, o que justifica a importância da língua Inglesa nas séries iniciais do ensino fundamental. Deste modo, o estudo da Língua Inglesa de primeira a quarta série promove a auto-estima, auxilia as relações sociais e culturais da criança, possibilita um desenvolvimento intelectual mais sólido através do aspecto cultural que a Língua Inglesa possui, desenvolve o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades e valoriza as competências e habilidades que a criança desenvolve ao longo de sua vida escolar. Nas séries iniciais pretende-se ensinar a língua estrangeira dentro de uma perspectiva metodológica que vise primordialmente ao aspecto oral, nas duas séries iniciais, com introdução gradual e contínua à escrita. A partir da 3ª série, além da continuidade do trabalho oral, deverá ser intensificado e sistematizado o contato dos alunos com a língua escrita, expondo-os aos variados gêneros do discurso, bem como à prática de produção de textos. Competências e Habilidades: - Propiciar a integração num mundo globalizado;
- Sensibilizar os educandos sobre a importância do estudo da Língua Inglesa;
- Promover a imaginação e as transformações do sujeito em relação ao seu objeto de aprendizagem;
- Desenvolver as potencialidades individuais e ao mesmo tempo o trabalho coletivo;
- Estímulo a autonomia do sujeito, desenvolvendo segurança em relação às próprias capacidades.
- Apresentar a Língua Inglesa, dentro de um contexto natural e significativo para os alunos;
- Aplicar as atividades de forma lúdica, a fim de motivar os alunos;
- Levar a criança a construir o seu próprio conhecimento;
- Oferecer atividades em que o aluno utilize o seu conhecimento prévio para adequar o conteúdo;
- Promover desafios para que o aluno possa desenvolver suas competências e habilidades;
- Apresentar a Nova Língua dentro de um contexto natural e significativo para os alunos;
- Oferecer oportunidade para que os alunos possam se comunicar com o mundo de forma criativa e responsável;
Conteúdos: - Costumes e valores dos países que falam a língua;
- Funções que os textos podem ter, com suas linguagens próprias, em variadas situações de comunicação oral ou escrita em língua inglesa;
- Formas de expressão;
- Números; animais; objetos; plantas; roupas; acessórios; mundo virtual, enfim o aprendizado de palavras e seus significados e mecanismos de funcionamento;
Procedimentos: - Mobilizar o que já se sabe sobre o assunto, sobre o tipo de texto, sobre o autor, a forma, as imagens;
- Numa situação de diálogo, fazer comentários, pedir e dar explicações, pedir que os alunos registrem o que interessa;
- Repetir o que o educando não entendeu, para o educando construir um significado para aquilo que lê, ouve ou vê.
- Desenvolver experiências de contato com a língua;
- Pré-leitura e preparação para a compreensão, para reforçar o aprendizado autônomo e significativo;
- Vivenciar atividades orais e escritas que favoreçam o domínio efetivo das funções comunicativas da língua;
- Priorizar a comunicação, o repertório vocabular, a estrutura da língua;
- Cantar;
- Recitar;
- Contar histórias;
- Ler;
- Compreender;
- Produzir textos;
Conclusão: Através desta Proposta quero ressaltar a importância do papel do professor como agente motivador e inovador quanto ao ensino da Língua Inglesa, apresentando a matéria de forma interessante e significativa para cada faixa etária, para que possa construir um caminho comunicativo, em que a criança seja capaz de transmitir e assimilar o conhecimento da sociedade e do mundo em que vive. Enfim, cabe ao profissional desenvolver as habilidades do educando e formando uma consciência crítica, a fim de criar uma nova visão de mundo, através do conhecimento de outras culturas, propiciando sua integração no mundo globalizado.
Escrito por Géssica e/ou Krika às 17h36
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