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Escrito por Géssica às 21h36
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Palavras Mágicas - por Krika
OFICINA: Hora da leitura
TEMA: Palavras mágicas
JUSTIFICATIVA: A escola é difusora de valores e atitudes, portanto os princípios devem nortear nossas vidas e nos ajudar a compreender o porquê de nossos comportamentos . O professor agindo de maneira coerente com seu próprio modo de pensar e passando estes significados para seus alunos, estará trabalhando os valores em sala de aula e consequentemente atendendo a proposta política e pedagógica de sua escola.
SÉRIES: Todas do ensino fundamental (basta adaptar)
OBJETIVOS: Incutir no aluno questões atitudinais. (De acordo com a revista Nova Escola/ jan/2009) Vivenciar valores através de uma história lúdica.
SUGESTÃO DE APLICAÇÃO: Leitura compartilhada; Teatro, dramatização; Leitura e interpretação através de conversa informal; Crie sua maneira de aplicar e conte-nos como foi.
Primeira história:
As palavras cor-de-rosa e as palavras cinzentas
Um dia, sem se saber muito bem porquê, tudo aconteceu de repente: as palavras cor-de-rosa desapareceram do planeta.
O que são palavras cor-de-rosa? São palavras delicadas, como Obrigado, Faça favor, Se não se importa, És tão importante para mim. Palavras tão doces que são como mel no coração.
Seria obra do mago Cinzento, que só gostava do salgado, do picante e do amargo? Não… Eram os homens que, vá lá saber-se porquê, preferiam as palavras picantes, amargas e salgadas.
Naquela época, existiam na terra lojas de palavras cor-de-rosa e lojas de palavras cinzentas. Os vendedores de palavras cor-de-rosa vendiam Amo-te, Penso em ti, Muito Obrigado, Se faz favor… Os vendedores de palavras cinzentas vendiam sobretudo Cabeça de alho chocho, Não me chateies, Cala o bico…
A princípio, comprava-se muito mais palavras cor-de-rosa do que palavras cinzentas. Os vendedores de palavras cor-de-rosa faziam bons negócios, e um perfume doce envolvia a terra. Os vendedores de palavras cinzentas passavam os dias à espera, porque só tinham clientes uma ou duas vezes por ano, por alturas de grandes zangas.
No entanto, um dia, os homens puseram-se estranhamente a comprar palavras cinzentas. Havia uma crise de emprego, uma greve de corações. Os patrões compravam muitos Vá pregar a outra freguesia, Está bem arranjado, homem, Obrigado pelos seus serviços mas está despedido. Havia guerras entre famílias, divórcios, casais que já não se entendiam. Invejas entre irmãos, zangas… Comprava-se vários Já não gosto de ti, Acabou tudo. Nas lojas de palavras cor-de- rosa, muitos Obrigado, Por favor, Gosto de ti, ficavam por vender.
— Para o diabo com as palavras doces — diziam os homens. — São caras e não trazem nenhum benefício.
Os vendedores de palavras cor-de-rosa, desolados, já não sabiam onde as armazenar.
As lojas cor-de-rosa fechavam umas atrás das outras. Passa-se, Fechado por morte do proprietário, Liquidação total, Quinze palavras cor-de-rosa pelo preço de uma. Mas, mesmo a preços módicos, elas não atraíam ninguém. As lojas de palavras cinzentas, essas sim, prosperavam. Porque, e isso é bem conhecido, as palavras feias são contagiosas. Se no recreio te lembrares de lançar uma, receberás dez em troca! Abriram-se mesmo lojas especializadas em palavras feias, risos grosseiros, insultos horríveis. E os vendedores cinzentos trabalhavam dia e noite para descobrirem jóias raras, as palavras mais horríveis e mais maldosas!
Como receavam ficar sem provisões, como costuma acontecer em tempo de guerra, as pessoas começaram a fazer conservas de palavras cinzentas. Congelaram-nas às dúzias, empilharam-nas nos armários da cozinha, nos guarda-fatos, debaixo das camas.
Ao menor atrito, ao mais pequeno gracejo, à mais insignificante discussão, ia-se à reserva: Cala o bico, Vai ver se chove, És um atraso de vida, Ó gordefas, e assim por adiante!
Os aniversários tinham lugar no meio dos piores insultos. Cantarolava-se Infeliz aniversário, infeliz aniversário, lançando-se uma bomba de palavras feias no meio da festa. Entre os adultos, para se festejar a passagem do ano, comia-se as passas e bebia-se sumo de peúgas pretas, no meio de gracejos do género:
— Desejo-te um ano péssimo… e, principalmente, muito pouca saúde!
E, quando se abriam os presentes, era um concerto de gemidos:
— Que feio! Como é que tiveste uma ideia tão má? É, de fato, o presente que eu menos queria receber!
Antes das aulas, as crianças corriam para as lojas cinzentas e enchiam os bolsos de palavras feias para a hora do recreio. Antes das férias, os adultos também lá iam, para encherem as malas de palavras cinzentas, de piadas estúpidas, que atiravam pela janela na auto- estrada, entre as sandes e o café, durante os engarrafamentos: Ó aselha, vai mas é plantar batatas!
À face da terra, a atmosfera era glacial. O sol, que tem medo das grosserias e dos arraiais de pancada, recusava-se agora a brilhar. Lembrava-se de outros tempos, em que era acolhido de braços abertos:
— Está bom tempo! Que maravilha! Obrigado, amigo sol… Oh, meu Deus, como gosto do sol…
Em vez disso, ouvia-se agora:
— Que calor horrível! Bolas!
Então as nuvens invadiram o céu, e a terra mergulhou num período glacial. Toda a gente tinha frio. As pessoas recusavam-se a despir-se, já não faziam festas umas às outras, já não nasciam bebês. A terra estava tão triste, sem flores nem palavras cor-de-rosa!
No entanto, um rapazinho não queria habituar-se às palavras cinzentas. Talvez por, no seu bolso, ter ficado uma palavra cor-de-rosa meio gelada. “Eu”, dizia Pedro, “não quero um mundo onde mais ninguém canta; onde não se diz bom dia, nem obrigado, onde há sempre tanto frio. Vou ver se encontro o sol.” O rapazinho caminhou durante muito tempo, escalou colinas geladas, pequenas e grandes montanhas, vulcões extintos. Por fim, após meses e meses de árdua caminhada, chegou exausto à casa das nuvens.
— Toc, toc — bateu. — Venho à procura do sol.
— Oh, oh! — exclamou a nuvem-chefe, que se tinha apoderado do céu cinzento. — Olhem só para isto… Um fedelho ridículo que vem à procura do senhor sol! O sol não aparece a ninguém! Desde que as palavras cinzentas tomaram o poder, somos nós, as nuvens pardacentas, que somos os chefes. Dito isto, virou as costas e fechou-lhe a porta na cara.
O rapazinho sentou-se, confuso. Como responder? Não trazia no bolso uma única palavra cinzenta. Então, começou a chorar. A nuvem olhou para ele surpreendida: já há muito tempo que não via ninguém chorar! Naquele universo glacial, todos os olhos estavam gelados, todos os corações estavam frios.
— Pára com isso imediatamente! — gemeu a nuvem. — Se não, vou fazer cair um aguaceiro. (Porque as nuvens têm habitualmente a lágrima ao canto do olho.)
Finalmente comovida, tomou, lá no íntimo, a decisão de o ajudar.
— Olha — disse-lhe. — Aquela bolinha amarela ali em baixo é o sol.
Pedro abriu os olhos e viu de fato uma bola de bilhar perdida na imensidão do azul: era o sol, que estava a desaparecer por causa dos maus-tratos.
Já no limite das forças, o rapazinho caminhou em direção da pequena bola amarela.
— Bom dia — cumprimentou. — Vim buscar-te. Tudo se tornou cinzento na terra. Temos frio, sentimo-nos mal. Nunca nos rimos, nunca dizemos palavras delicadas. Tens de voltar.
E o sol e o rapazinho começaram ambos a suspirar, pensando naquela “época cor-de-rosa”.
— Tens de voltar — insistiu Pedro.
— Vou, a título de experiência — resmungou o sol. — Mas atira primeiro para a terra estas palavras cor-de-rosa. Assim, o meu regresso será mais agradável.
O sol deu ao menino um conjunto de palavras cor-de-rosa: Por favor, É simpático da tua parte, Muito obrigado, Gosto muito de ti, Amor da minha vida, Se não se importa, etc. O rapazinho meteu-as nos bolsos, na boca, no boné, nas meias, em todo o lado. Todas as que ele conseguisse levar.
Regressou à terra e distribuiu-as ao acaso.
De repente, nos engarrafamentos, as pessoas começaram a desdobrar os papelinhos cor-de-rosa: Faz favor de passar, Que tempo tão bonito, não acha?, Pode ir à minha frente, não tenho pressa nenhuma…
Nos recreios, começaram a ouvir-se novamente risos simpáticos e palavras como És o meu melhor amigo, Claro que podes entrar no jogo…
Em casa, as crianças voltaram a usar palavras cor-de-rosa: Obrigada, mamã, Por favor, Desculpa, não fiz de propósito…
Nos aniversários, cantava-se alegremente e, nas festas da passagem do ano, formulava-se votos de felicidade e de saúde.
O sol voltou a brilhar e a deitar-se todas as noites na sua nuvem cor-de-rosa. E, juro-te, os vendedores de palavras cor-de-rosa começaram a fazer fortuna! Abriram-se mesmo outras lojas especializadas em sorrisos, em suspiros de satisfação, em delicadeza, em cortesia, em civismo… Foi como mel no coração.
Quanto às palavras cinzentas, decidiram, diante de tanta felicidade, desarvorar com quantas patas cinzentas e peludas tinham. E, quando alguma se lembrava de vir meter o nariz, garanto-vos que não ficava por muito tempo.
Escrito por Géssica às 21h28
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Continuação do plano acima
Segunda história:
Violetas e a humildade
Tudo parecia em movimento...
A rosa vermelha diz : Ah! Que linda tarde! Não é mesmo queridas amigas?
Realmente! Responderam as flores vizinhas. -Vamos ter uma noite linda.
A rosa vermelha suspira: "Que pena! a noite vem me obrigar a dormir.
Gosto tanto da luz do dia, porque ela faz com que todos me admirem!" 
Minha prima você é sem dúvida muito bonita, mas isso não é motivo para tanta vaidade, falou a rosa branca.
"Ora , rosa branca , você então não sabe que nós, as rosa vermelhas , somos as flores mais procuradas e admiradas?
Somos nós que enfeitamos as casas ! E é o nosso perfume o mais gostoso!" - Todas as outras flores desaparecem diante de nossa beleza.
Protesto, exclama uma linda orquidea, eu não sou isso que você disse. Apenas me utilizo das plantas maiores para ficar mais alta e poder receber a luz do sol.
Não prejudico a ninguém.
- Não seja vaidosa prima! Fala a rosa branca, lembre-se que Deus nos criou de acordo com sua sabedoria e não devemos brigar por causa disso. Somos todas irmãs e todos gostam de nós.
Rosa branca tem razão, diz o grande cravo amarelo!
Devemos viver em harmonia!
Vejam a violeta, por exemplo! È a flor que há em maior quantidade neste jardim e, entretanto a ninguém incomoda, todos a respeitam e estimam porque nunca se vangloriou apesar de ser muito apreciada.
-"Oh! O senhor está defendendo essa florzinha insignificante que vive ai metida nessas folhas e sem mostrar-nos suas pétalas tão pequenas, imaginem quem há de gostar de uma flor roxa?"
Senhora rosa vermelha, por favor! Exclamou o cravo amarelo, se defendo a violeta é porque a estimo, garanto que todos fariam isso.
"Sim , sim, dizem todas , nós também a defenderemos."
"Obrigada, amigas, obrigada" - agradece a violeta comovida.
Olhem só! Diz a rosa vermelha, essa violetazinha que vive escondida para que ninguém veja sua feiura,quer se fazer agora de boazinha. Enquanto o nosso perfume e beleza se espalham pelos ares, a violetazinha sem perfume nem sequer se mostra, é mesmo sem graça!
Engana-se minha cara!" - fala a rosa branca. Violeta tem um perfume muito mais delicado que o nosso, e é muito bela, apesar de pequenina . É a flor que demonstra maior sentimento, mais sinceridade quando é dada a alguém, porque é simples e humilde.
"Ora, como ousas falar-me assim!"
Nisso, a rosa vermelha interrompe-se e todos se calam porque duas crianças se aproximam.
- Oh! Que bela rosa vermelha ! Exclama uma delas, e estende o braço para segurá-la.
Logo porem o tira , com um grito de dor. -Tão linda e tão má, maninho , machucou-me o dedo! Mostrando o dedinho picado e saindo sangue.
As rosas são assim mesmo maninha, diz o menino. Eu prefiro as violetas. Veja quantas! 
Estas são lindas e não machucam ninguém. E colhendo um raminho de florzinhas, deu-as a irmã, e os dois afastaram-se sorrindo.
Viu minha prima? Fala a rosa branca.- A humildade da violeta a fez mais apreciada.
Rosa vermelha reconheceu seu erro e desculpou-se com as amigas que sorriram, compreendendo que todos nós temos rosas e violetas no coração.
BIBLIOGRAFIA:
Textos retirados da internet.
Pesquisas em sites pedagógicos.
Escrito por Géssica às 21h26
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O HÁBITO SAUDÁVEL DA LEITURA - FORMAÇÃO DO LEITOR - POR KRIKA
O HÁBITO SAUDÁVEL DA LEITURA
Formação do Leitor
"Saber ler não é suficiente para transformar uma nação. É preciso ler mais. E leitores são formados, basicamente, com literatura. Isso porque a literatura é a palavra expressa em arte, alimento essencial do imaginário." Elizabeth Serra

Transcrevo a seguir um depoimento de Ana Paula Maranhão, do site "Construir Notícias".
http://www.construirnoticias.com.br
No nível lingüístico, a audição de livros permite esclarecer um conjunto variado de relações entre a linguagem escrita e a linguagem falada; o sentido da leitura; as fronteiras entre as palavras; e a recorrência das letras, dos sons e da pontuação utilizada, aumentando a estrutura de seu repertório e desenvolvendo estruturas de frases e textos. A criança leitora habitua-se a parafrasear, a dizer de outro modo, a compreender e a utilizar figuras de estilo.
Essas capacidades lhe serão particularmente úteis após os dois primeiros anos de aprendizagem da leitura, durante os quais os textos a serem lidos são ainda relativamente simples. Com efeito, os conhecimentos lingüísticos adquiridos durante a audição de livros (histórias) proporcionam-lhe um trunfo considerável para enfrentar uma leitura progressivamente mais sofisticada.
No nível afetivo, descobre-se o universo da leitura pela voz, pela entonação e pela significação daqueles em que a criança tem mais confiança e com quem ela mais se identifica. Através de suas histórias favoritas, seus pais e professores desempenham um papel importante com seus comentários e suas explicações. Frutificando os subsídios cognitivos e lingüísticos, sendo através deles que o leitor descarrega todas as suas emoções e seus sentimentos, sempre lhes dando um novo significado. Desse modo, ele irá perceber a função social da leitura.
Formar um leitor é algo sutil e democrático, exigindo a única pedagogia possível: a do afeto e da liberdade (Maria Dinorah,1996).
Segundo estatísticas internacionais, forma-se um leitor mais ou menos até os quatorze anos de idade, num processo que tem raízes no lar, onde a criança, desde os primeiros anos de vida, convive com a magia das histórias, lendas, poesias... Especialistas chegam a afirmar que esse processo tem início no ventre materno. Aprendendo a gostar de ler, antes mesmo de saber ler.
José Morais, em seu livro A arte de Ler, afirma que "Os prazeres da leitura são múltiplos. Lemos para saber, para compreender, para refletir. Lemos também pela beleza da linguagem, para nossa emoção, para nossa perturbação. Lemos para compartilhar. Lemos para sonhar e para aprender a sonhar (há várias maneiras de sonhar...).
A melhor maneira de começar a sonhar é por meio dos livros..."
Deduzimos então, como Maria Dinorah, professora e escritora, que "Uma criança sem livros é um prenúncio de um tempo sem idéias". Para ela, o livro tem o poder de desenvolver na criança leitora a criatividade, a sensibilidade, o senso crítico, a sociabilidade e a imaginação; e leva a criança a aprender. É lendo que se aprende a ler, a escrever e a interpretar, formando assim um verdadeiro leitor, leitor no mundo que o rodeia. Numa palestra, Emília Ferreira falava: "Contem muitas histórias para as crianças, desde pequeninas". Bill Gates, o papa da computação, em entrevista ao Jornal do Brasil de 15 de dezembro de 1996, revelou: "Computadores não substituem livros". Cecília Meireles citava: "A literatura melhor é a que as crianças lêem com prazer".
Assim falava Fanny Abramovich: "Ah, como é importante para a formação de qualquer criança ouvir muitas, muitas histórias". Monteiro Lobato, que desejava muito fazer "um livro onde as crianças pudessem morar", também comentava: "Um país é feito de homens e livros". Percebemos em todas as citações o quanto é encantador proporcionar o prazer pela leitura.
Para formarmos leitores, precisamos ter prazer; o prazer da audição, de se encontrar consigo mesmo, de ser ator e espectador, mesmo que ela ainda não saiba ler. Daniel Pennac, em seu livro Como Um Romance, revela-nos os dez direitos imprescritíveis de um leitor:
01. O direito de não ler.
02. O direito de pular páginas.
03. O direito de não terminar um livro.
04. O direito de reler.
05. O direito de ler qualquer coisa.
06. O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
07. O direito de ler em qualquer lugar.
08. O direito de ler uma frase aqui e outra ali.
09. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de calar.
É importante que esses direitos estejam incorporados às práticas cotidianas do leitor, propiciando-lhe informações culturais e oportunidade de se apaixonar pelas leituras e pelos livros, dando alimento à sua imaginação. Proporcionando o máximo de conforto e liberdade, pretende-se despertar o desejo e o prazer de ser um verdadeiro leitor.

Escrito por Géssica às 23h00
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SARAU - TEMA: "Valores e Sentimentos"
ORGANIZADORA: Géssica
PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS: Direção, Coordenação, Professores da Unidade Escolar.
DATA DO EVENTO: 25/10/05 - Terça-Feira
HORÁRIO: Tarde (14h - 16h30).
SÉRIES: Ensino Fundamental - Ciclo II
INTRODUÇÃO: A partir da necessidade de valorizar o literário e o artístico, cumprindo-se o que é solicitado no projeto "Hora da Leitura" (Os professores deverão iniciar um trabalho diferenciado com os alunos,[...] que preparem saraus literários[...]), surgiu-se a idéia de produzir um Sarau artístico-literário.
A direção, coordenação e professores se reuniram para a escolha da data, do horário, do tema e das formas de organização.
Todos os alunos, sem distinção, participarão do evento, sejam como ouvinte, sejam como parte atuante, pois independente de sua forma de participação nosso objetivo será atingido a todos aqueles que sentirem o poético das obras. Afinal, como afirma Nelly Novaes Coelho "A poesia é palavra, imagem, som. As palavras são signos que expressam emoções, sensações, idéias... através de imagens (símbolos, metáfora, alegorias...) e de sonoridade (rimas, ritmos...)" (COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil: Teoria, Análise, Didática. São Paulo: Ática, 2000, p.200). Haverá a poesia em diversas formas: declamações, leituras, músicas. Haverá também a prosa, a história que cativa, que diverte, que nos leva a um mundo imaginário e cheio de magia. O teatro que nos mostra a fantasia representada, alegórica e envolvente. Assim, os alunos conhecerão o mundo da literatura, um mundo, que segundo a autora já mencionada acima, "oferece beleza, poesia e dinamismo imaginativos. Todas elas decorrem numa atmosfera de beleza e de poesia, numa zona limítrofe entre a realidade que a criança conhece e o sonho em que ela mergulha constantemente."(COELHO, Nelly Novaes. O Ensino da Literatura. São Paulo: FTD, 1966. p.133)
OBJETIVO GERAL: Espera-se que os alunos envolvam-se direta ou indiretamente (seja como expectador, escritor, ou expositor) percebendo que a literatura é mágica, envolvente e extremamente prazerosa.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Levar aos alunos um evento novo, diferente, que proporcione conhecimento. Despertar os alunos para a vida literária e artística. Promover o interesse pela leitura de diversos gêneros textuais. Possibilitar momentos para saborear e compartilhar as idéias de autores clássicos e contemporâneos da literatura universal. Apresentar as mostras literárias e artísticas dos alunos, valorizando-os no seu potencial.
PREPARAÇÃO: Será explicado a todos o que é um Sarau e como ocorre esse evento. A seguir, as datas, horários e temas serão anunciados. A partir daí, as inscrições, realizar-se-ão três semanas antes da data marcada para o evento. Os alunos poderão, durante as aulas do projeto "Hora da Leitura", escolher poesias, histórias, músicas etc para apresentarem, assim como solicitar ajuda ao professor para a produção da própria poesia, por exemplo. Os professores envolvidos no projeto auxiliarão os alunos. Quatro dias antes do evento, dar-se-á encerradas as inscrições.
APRESENTAÇÕES: Todo o ambiente será decorado para a realização do mesmo. A direção, a coordenação ou um professor anunciará as apresentações. A seguir, as mesmas poderão ser iniciadas.
Escrito por Géssica às 22h24
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MATERIAL APRESENTADO PELOS ALUNOS NO SARAU
Amar é
Amar é guardar dentro do coração a lembrança de alguém.
É sonhar acordado, e ser uma vida suspensa.
É ter uma forte confiança, nunca desmeda, naquele que se espera, e que talvez nem venha.
É ter aquele olhar sempre, incompreendida, que a gente vai sofrendo e não conta para ninguém.
É perdoar o que ninguém perdoa.
É vontade de ser feliz, a quem nos maltrata.
É a esperança que apara a duvida que resta.
É a saudade depois que tudo termina.
Amar é bom, pois para o amor vivemos, mesmo não sendo correspondido!
Nome: Bruna série 7ºB
Tristeza
Para chorar se não há retorno?
Para que rir se não tem mais graça?
Para que gritar se você não escuta?
Como sorrir se minha alegria acabou quando te perdi?
Como chorar se foi você que me ensinou a sorrir?
Como te desprezar se foi te desprezando que aprendi a te amar?
Como viver sem você se faz parte da minha vida?
Por que tudo agora não faz sentido?
Por que pensar em você agora sóo teaz sofrimento?
É dificil carregar um sorriso no rosto se só há lagrimas em meu olhar?
De que adianta te dizer que te amei, se tenho vontade de dizer que te "amo".
Saiba que apesar de tudo eu vou continuar te amando.
Por mais que o sol esteja distante, ele nunca deixa de brilhar.
Por mais que você não me ame eu jamais deixarei de te amar!
Nome: Nayara de Kassia Souza Santos série 7 B
Cor do amor
Perto do infinito
Onde brlha o sol
Existe com certeza uma luz
Que no seu brilho
Reflete a cor sublime
Exala o mais perfeito odor
Canta o canto exato
E faz nascer
A mais bela flor...
É para esse lugar que eu vou
Todas as vezes que estou com você
Que existo em replicas mil.
Que sou criança
Que sou homem
Pra amar você...
Assim me fasso em tempestade
Devassa e sem pudor
Perdido no silêncio do prazer
Que cresce
E se espalha divulgando todo o explendor
Como vendo-se e exibindo a cor
A cor do amor...
NOME: Nathan 6ªB
O valor de cada um
Um menino entra na lojinha de animais e pergunta o preço dos filhotes à venda.
- Entre 30 e 50 reais, respondeu o dono.O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- Mas, eu só tenho 3 reais... Poderia ver os filhotes?
O dono da loja sorriu e chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando de forma visível. O menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- O que é que há com ele?
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril - mancaria e andaria devagar para sempre. O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar...
- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O dono da loja respondeu:
- Não, você não vai querer comprar esse. Se quiser realmente ficar com ele, eu lhe dou de presente.O menino emudeceu e, com os olhos marejados de lágrimas, olhou firme para o dono da loja e falou:
- Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 3 reais agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total. Surpreso, o dono da loja contestou:
- Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. O menino ficou muito sério, acocorou-se e levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar... Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- Veja... Não tenho uma perna... Eu não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.
Às vezes desprezamos as pessoas com que convivemos todos os dias, por causa dos seus "defeitos",quando na verdade somos tão iguais ou mesmo pior do que elas. Desconsideramos que essas mesmas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas poderiam fazer, mas pelo que realmente são.Amar a todos é difícil, mas não é impossível.
Moral: Percebe-se que não podemos desvalorizar nem desprezar ninguém, porque todas são importantes.
Autor: Desconhecido.
Aluna: Cristiane Rosa Silva 5ªA
A Porta - Vinícius de Moraes
Eu sou feita de madeira Madeira, matéria morta Mas não há coisa no mundo Mais viva do que uma porta
Eu abro devagarinho Pra passar o menininho Eu abro bem com cuidado Pra passar o namorado Eu abro bem prazenteira Pra passar a cozinheira Eu abro de supetão Pra passar o capitão
Eu fecho a frente da casa Fecho a frente do quartel Fecho tudo no mundo Só vivo aberta no céu!
Aluna: Fernanda Ferreira, 12 5ªC
ERROS
O MAIOR ERRO QUE VOCÊ PODE COMETER NA VIDA É O DE FICAR O TEMPO TODO COM MEDO DE COMETER ALGUM.
ERRAR É HUMANO. BOTAR A CULPA NOS OUTROS, TAMBÉM.
QUEM DECIDE PODER ERRAR, QUEM NÃO DECIDE JÁ ERROU.
EXISTE, SEM DUVIDA, UM REMÉDIO PARA CADA CULPA: CONHECÊ-LA ..."
UM DIA BEM EMPREGADO É MELHOR QUE UMA ETERNIDADE DE ERROS.
EM GERAL, CHAMAMOS DESTINO AS ASNEIRAS QUE COMETEMOS.
EXPERIÊNCIA É O NOME QUE NÓS DAMOS AOS NOSSOS PRÓPRIOS ERROS
TODOS OS ERROS SÃO DESAFIOS, E É ACEITANDO E VENCENDO OS DESAFIOS QUE CONTINUAMOS VIVOS.
A MAIS PERIGOSA DE TODAS AS FRAQUEZAS É O MEDO DE SE PARECER FRACO.
O PIOR DEFEITO É JULGAR-SE ISENTO DE DEFEITOS.
NOME: MADÓRA LUCIA PEREIRA DOS SANTOS 7ªB
É TARDE DEMAIS
É tarde demais
Sinto mas tenho que dizer a verdade
"Eu Te Amo"
E jamais usarei a frase "já te esqueci"
Sinto cada vez mais que alimento um grande amor por você.
Não poderia dizer, mais e mais que você não significa nada.
Sinto dentro de mim que nada foi em vão.
Tenho certeza que ainda te quero como sempre quis. Estarei mentindo dizendo que não te amo mais.
Aluno: Tamar 7ªB
Algumas das melhores coisas da vida
Se apaixonar
Rir até sentir o rosto doer
Um banho quente
Um supermercado sem filas
Um olhar especial
Receber contas
Dirigir numa estrada bonita
Escutar sua música preferida no rádio
Um banho de espuma
Uma boa conversa
A praia
Achar uma nota de cinquenta reais na blusa de inverno passado
Rir sem absolutamente razão nenhuma
Ter alguém para dizer que você é bonito
Rir por alguma coisa que você lembrou
Os amigos
Ouvir acidentalmente alguém falar bem de você
Acordar e perceber que ainda faltam algumas horas para dormir
Fazer novos amigos ou ficar juntos dos velhos
Conversar a noite com seu colega de quarto que não te deixa dormir
Alguém brincar com seu cabelo
Bons sonhos
Viagens com os amigos
Dançar
Beijar na boca
Ir a um bom show
Ter calafrios ao ver aquela pessoa
Ganhar um jogo difícil
Passar o tempo com os amigos
Ver os amigos sorrir ou rir
Segurar as mãos de um amigo
Encontrar com um velho amigo e descobrir que tem coisas que nunca mudam
Descobrir que o amor é eterno e incodicional
Abraçar a pessoa que você ama
Verá expressão de alguém que ganhou um presente que queria muito de você
Ver o nascer do sol
Levantar todo dias e agradecer a Deus por outro lindo dia
Sorriam e aproveitem as coisas boas da vida.
Nome: Natani Oliveira Rosa 6ªC
Teatro: Romeu e Julieta
Narrador: Em um lar onde o berço de Julieta é feito de ouro, há um lar rico. Já o berço de Romeu é feito de Madeira, simples e sem ser invernizado. Já no caso, um lar pobre.
Anos se passaram e Romeu e Julieta já não eram mais crianças e sim adultos.
Romeu se encontra com Julieta:
- Bom dia, Senhorita (Romeu)
- Bom dia, Nobre Cavalheiro (Julieta)
- Quem és tu? (Romeu)
- Me chamo Julieta (Julieta)
- E vosmecê? (Julieta)
- Me chamo Romeu.
Narrador: A mãe de Julieta afobada com o que vê, logo corre para lá e diz:
- Minha filha, o que faz aqui? Não sabes que não podemos nos misturar? (Mãe de Julieta)
- Filha, volte com minha amiga. (Mãe de Julieta)
Narrador: O tempo foi passando e o amor de Romeu e Julieta foi tanto que dias após eles se encontravam todas as noites.
Em uma noite de lua cheia, sua ama diz:
- Julieta, não tens medo de teu pai descobrir? (ama)
Narrador: Julieta não responde.
O pai sem se preocupar com os sentimentos de Julieta diz:
- Não se preocupe, minha filha, já arrumei um esposo para ti. (pai de Julieta)
Narrador: As inimigas de Romeu tanto quanto de Julieta preparavam uma armadilha, uma bruxaria. E, uma gota de morte fez acontecer.
Cansados de sofrer, Romeu e Julieta aceita qualquer solução. Uma inimiga chega com um vidro de veneno.
- Julieta, para os teus sonhos acontecer dê essa poção a Romeu, e seu pai enchergará dele de outra forma.
Julieta dá a poção a Romeu, que cai no chão. Julieta, com medo e sem saber o que fazer, mata-se, ao lado de Romeu.
Elenco: Renata - Julieta, Henry - Romeu, Debora Helen - Mãe de Romeu, Débora Santos - mãe de Julieta, Lissandra - inimiga, Luan - Pai de Romeu, Marcos F - Pai de Julieta, Ana Flávia e Yasmim- Narradoras, Virginia - Amiga, Mayara - Ama
Pai
Ó Pai soberano
És único em toda a Terra
Em todo o céu
Derrama teu mel
Nunca vi tanta beleza em seu interior
Ès alma pura como água cristalina
Coração imenso, coração de Deus
Entrego-lhe minhas vestes, entrego-lhe meu sustento,
Nada preciso deles;
Somente de teu Amor
Assinado: Lizandra 5ºB
O que é Simpatia - Casimiro de Abreu
Simpatia - é o sentimento
Que nasce num só momento,
Sincero no coração:
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração
Simpatia - são dois galhos
Banhados de bons orvalhos
Na mangueira do jardim;
Bem longe às vezes nascido,
Mas que se juntam crescido
E que se abraçam por fim
São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso
Que choram nos mesmos ais;
São vozes de dois amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais
Simpatia - meu anjinho
É o canto do passarinho,
É o doce aroma da flor;
São nuvens dum céu d'agosto,
È o que me inspira teu rosto...
Simpatia é quase amor
Michele e Marília 5ºC
Professora do coração
Jogue: meu lápis para cima
Ele caiu rolando o chão
Escrevendo por toda parte
Professora do meu coração
Minha professora é muito sabida
Sabe coisas que até Deus dúvida
Sua cabeça parece um dicionário
Onde tudo está registrado
Ela entende de números e letras
De história, geografia e matemática
Sabe de cor o nome dos presidentes
Nomes de gente famosa viva ou morta
inha professora tem o coração
Do tamanho de um melão
Quando eu caio no recreio, ela diz:
- minha filinha, não chore não
Ela sabe dar risada gostosa
Das coisas bobas da meninada
Sabe falar forte, reclamar
Mas sabe falar macio, agradar
Ela corrige minhas provas
Dando notas bem certinhas
Ela não é professora injusta
Ela faz tudo com justiça e carinho
Por isso, jogo meu lápis de novo
Ele cai rolando no chão
Escrevendo esta poesia bonita
Para a professora do meu coração
Alessandra Saab 6ºC
Volta por cima
Numa pequena cidade chamada Pongaí, vivia um menino chamado Humberto.
A família dele era muito pobre, sua mãe tinha câncer, sofria demais pois seu pai era desempregado.
Os anos foram passando e Humberto já tinha quinze anos e era muito discriminado por ser pobre.
Quando fez 20 anos seu pai morreu junto com sua mãe, um assaltante entrou na sua humilde casa e matou seus pais.
Então, Humberto foi à grande São Paulo procurar um emprego. Conseguiu.
O salário dava para se manter na cidade.
Passou um tempo e ele foi promovido. Fez muitos cursos e finalmente virou chefe. Na sua cadeira, pensou: minha mãe e meu pai não estão aqui para ver minha vitória...Muito obrigado, vocês sempre vão estar no meu coração.
Luis Sérgio 5ºB
Escrito por Géssica às 22h21
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Drogas

OFICINA: Hora da Leitura
PROFESSOR: Géssica
TEMA: Drogas
SÉRIES: 9º ano (8ª série)
OBJETIVO: Despertar no aluno o interesse por diversas leituras, partindo de um problema que a sociedade enfrenta. Permitir a interdisciplinaridade, pois o tema está relacionado a um projeto desenvolvido pela escola.
NÚMERO DE AULAS: 06
APLICAÇÃO DA ATIVIDADE: Primeiramente, a sala foi dividida em cinco grupos de oito alunos. Os grupos foram orientados para pesquisar em jornais, livros, revistas, internet e outros sobre o tema para leitura em sala e troca de idéias. Na primeira aula, foi realizada a leitura sobre os diversos materiais colhidos. A professora também levou leituras sobre o tema para compartilhar com os alunos. Na segunda aula houve a organização do trabalho. Nas demais foram apresentadas as produções desenvolvidas pelos alunos. Muitos deles fizeram cartazes informativos, como pode ser observada nas fotos abaixo. Esses cartazes foram anexados num mural da escola para visualização e leitura de outras classes. Um grupo resolveu apresentar o conteúdo lido em forma de peça teatral. A peça teve duração de trinta minutos exatos. Os alunos representaram duas famílias, com duas formas de educar os filhos. A primeira, compreensiva e amiga, orientava a adolescente. Essa adolescente conhecendo o perigo das drogas manteve-se afastada dela. A segunda, rígida e conservadora demais, não dava orientação alguma a seus filhos, até que a filha adolescente se torna uma viciada e cai num 'abismo' sem volta.
Escrito por Géssica às 21h32
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Recebemos
Mais uma vez recebemos o troféu PEDAGOGIA DO AFETO. Desta vez, quem nos presenteou foi Priscila Boares, do blog http://vivendoeducacao.blogspot.com Um espaço cheio de assuntos interessantes. Vá conferir.

Escrito por Géssica às 10h15
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REGISTRO DO ALUNO e REGISTRO DO PROFESSOR
Abaixo disponibilizo para vocês um modelo de REGISTRO DO ALUNO e REGISTRO DO PROFESSOR, material que recebi numa video-conferencia de Hora da Leitura, na Diretoria de Ensino de São José dos Campos. O material foi fornecido pela CENP.
Para SALVAR, clique sobre a imagem com o botão direito e escolha SALVAR IMAGEM COMO.


Escrito por Géssica às 18h38
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MITOLOGIA GRECO-ROMANA

Oficina: HORA DA LEITURA Professor (a): GÉSSICA Tema: MITOLOGIA GRECO-ROMANA
Série: Ensino Fundamental I e II
Duração: de 4 a 6 h/a (depende do número de apresentações).
Objetivo: Despertar no aluno o interesse por ler, abrindo novos horizontes, fazendo-o conhecer algo novo e incentivando-o a buscar informações por esse tipo de leitura.
Conteúdo: Mitologia greco-romana
Recursos: Cola, cartolina, papelão, lápis de cor, canetinha, tinta guache, tnt, linha, e outros que podem ser solicitados. pelos alunos.
Procedimentos: Inicialmente, a professora comentará com a sala sobre a história da Grécia e a de Roma (sem aprofundamentos no assunto), mais especificamente, sobre o Império Romano e a invasão desse exército na Grécia. Conseqüentemente, comentará, também, sobre a influência da cultura grega em Roma. Dará exemplos de filmes que mostram a luta pela terra naquela época, e de como a Grécia, embora fraca em poderio militar, dominava pela cultura. Assim, a professora comentará o surgimento das histórias de mitologia greco-romana, que é uma mistura da cultura grega na vida romana, (iniciado com a invasão romana). Todo esse comentário será realizado de forma dinâmica e, se possível, dramatizado pela professora, de modo que desperte a atenção do aluno. Após tal introdução a professora iniciará a leitura de uma das histórias do livro "As cem melhores histórias da Mitologia Greco-Romana". Depois pedirá que formem grupos. Cada grupo deverá ficar com um livro e escolher uma história. O grupo fará a leitura da história escolhida e deverá apresentar essa história para a sala. A forma como vão apresentar variará da criatividade de cada grupo. Exemplo: teatro, jogral, teatro com fantoches, música, etc.
Produto final: Apresentação para a sala
Bibliografia: FRANCHINI, A. S.; SEGANFREDO, Carmem. As 100 Melhores Histórias da Mitologia: Deuses, heróis, monstros e grerras da tradição greco-romana. 6.ed; Porto Alegre: L&PM, 2003.
Escrito por Géssica às 18h17
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